Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Morrer de saudade é quando a saudade que morre, não você. Então, sem hipocrisias, eu vou sentir muita saudade, uma bonita saudade, uma doída saudade, mas não vou morrer dela, porque ela também nunca vai se acabar.
Há dois tipos de dor: a que te deixa mais forte e a dor inútil, o tipo que é só sofrimento. Não tenho paciência para coisas inúteis. Momentos como esse pedem alguém com atitude, que faça o que é desagradável, o que é necessário... Pronto, acabou a dor.
" talvez não aja estrela em qualquer galaxia com um brilho igual ao seu minha linda, mas tanbem não hávera universo algum que caiba todo carinho que sinto por ty minha linda....
Hoje percebi que de nada adianta ficar recordando meu passado ... Minhas recordações não trazem nada de volta.
Epiteto dizia que não devemos esperar que o mundo seja como nós o desejamos, mas sim como ele realmente é, pois, dessa forma poderemos ter uma vida tranquila.
Para quem vê conformismo nessas palavras, uma ressalva: elas estão propondo que aceite as coisas que estão além do seu controle e não que você seja passivo em relação à vida. As coisas que estão sob seu controle podem e devem ser feitas.
(08-07-19)
Não bebo, não fumo, não me drogo. Morro, diariamente, com drogas legais. E toda minha insignificância vira versos simples.
Enquanto a política for um circo cheio de palhaços meu voto é nulo,não vejo a menor graça em ser o palhaço.
A gente não combina
Mas sempre se deu bem
Feito noite e dia
Quando um vai o outro vem
Se ela me ilumina
Eu ilumino também
Não há nada para escrever. Tudo o que você precisa fazer é se sentar em frente de sua máquina de escrever e sangrar.
Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Ernest Hemingway, mas não há indícios que confirmem essa autoria. Inclusive, essa atribuição aconteceu muitos anos após a morte do escritor. Acredita-se que o pensamento (a segunda frase da citação acima) tenha sido originado por Red Smith, um jornalista esportivo americano, em 1949. E que tenha surgido a partir de uma frase do escritor estadunidense Paul Gallico no livro “Confessions of a Story Writer” (1946).
...MaisHoje eu não quero nada, só quero estar bem perto de ti. Hoje não preciso de nada, nada além de tua presença!
Você não pode controlar as coisas ruins que acontecem. Tudo o que você pode fazer é decidir o quanto de você vai deixar que elas levem.
Não. O álcool não está curando!
tem algo de errado comigo
para onde está indo?
é para o estômago?
Ainda dói o coração.
Mentiram para mim
Disseram que o álcool apaga tudo
quantas taças eu devo beber.
