Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Na pregação pública, não pronuncie uma só palavra contra opiniões. Não estamos lá para lutar contra ideias, mas contra o pecado.
Se um dia você me ver triste e desanimada, não pense que estou me dando por vencida. Pois a minha força cresce da minha fraqueza.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão.
Deixa que eu te ame em silêncio
Não pergunte, não se explique, deixe
que nossas línguas se toquem, e as bocas
e a pele
falem seus líquidos desejos.
Deixa que eu te ame sem palavras
a não ser aquelas que na lembrança ficarão
pulsando para sempre
como se o amor e a vida
fosse um discurso
de impronunciáveis emoções.
Ao me conhecer, não crie expectativas a meu respeito.
Não me adule como princesa.
Não me idolatre como santa.
Não me rejeite como demônio.
Sou mulher. Sou anjo. Sou fera. Sou quem quero ser.
E não autorizo ninguém a esperar nada de mim.
Minha vida não é uma rua por onde todos passam, é um jardim encantado que poucos tem acesso.
As leis existem para os sábios, não para impedir que cometam, mas para impedir que recebam injustiça.
''Não sou boa em tudo que faço. Sou fria, indiscreta, chata, difícil demais. Sou bipolar até dizer basta, um dia quero sério, outro dia não quero nada, um dia eu choro, outro estou feliz. Vai lá me entender.Meu medo é maior que todos os sentimentos. Mais te confesso quando eu gosto, eu enlouqueço, de amor vira doença, de carinho vira loucura. Quando eu amo, amo intensamente, aliás tudo o que faço é intensamente, só que as vezes faço e não penso. Mais não se assuste, eu sou assim, mais sou feliz ou pelo menos tento. Você vai me conhecer todos os dias mais mesmo assim não vai saber o que eu passo,sinto e acho,então não tente me criar ou me julgar. ''
Nós raramente percebemos, por exemplo, que as nossas emoções e pensamentos mais íntimos não são realmente nossos. Por que pensamos em termos de linguagens e imagens que não inventamos, mas que foram nos dadas por nossa sociedade
Maldição
Maldito sejas o destino
e o tempo
Maldita seja a saudade
que não se pode matar
Malditas lembranças
que não se pode mais compartilhar
Malditos sejam os sonhos
que se tornaram impossíveis
Maldita seja a morte
que leva
Maldita seja a vida
que deixa
Perdoar é abrir mão dos nossos ressentimentos e deixar que se desprendam de nós... é não oferecer resistência à vida, é permitir que a vida aconteça através de você.
Quem ama sofre como criança
Pelo sentimento não correspondido,
Tenta recuperar-se da trama
Falha, triste ser abatido...
Quem ama não escolheu amar
É logo pego de surpresa:
— Oh, amor cruel!
Sentimento de incertezas.
E o que penso desta sensação?
— Verdadeira armadilha do diabo!
Acomete os fracos corações
Que acreditam ser amados.
Armadilhas
Vamos combinar que muitas vezes não há mistério algum, vilão algum, nenhuma influência sobrenatural, questão de sorte. A gente sabe que se tocar naquele fio desencapado é choque garantido, como da última vez, mas a gente toca. A gente sabe que certos adubos são infalíveis para fazer a nossa dor crescer, mas a gente aduba. A gente sabe os tons emocionais que desarmonizam a pintura da tela de cada dia, mas a gente escolhe exatamente esses para pintar, mesmo dispondo de outros tantos na nossa caixa de lápis de cor. A gente sabe a medida do tempero e a desmedida, como sabe o sabor resultante de cada uma. Por histórico, a gente sabe a resposta muito antes de refazer a pergunta, mas a gente refaz.
Vamos combinar que muitas vezes não há nada de tão imprevisível, de tão inimaginável, muito menos entrelinhas, muito menos mau-olhado. A gente sabe, por memória das andanças, para onde a estrada de certos gestos nos leva, mas a gente segue. A gente sabe no que dá mexer em casa de marimbondo, mas a gente mexe. A gente sabe que não vai receber o que espera, mas a gente oferta sempre pela penúltima vez. A gente sabe que algumas praias são traiçoeiras, que não sabemos sequer nadar direito, que o afogamento é a coisa mais provável de todas, mas a gente mergulha. A gente sabe que a realidade, por mais dura que seja, precisa ser encarada com os olhos mais abertos do mundo, mas a gente inventa todo jeito que pode para desviar o olhar.
Vamos combinar que muitas vezes não há segredo algum, inimigo algum, interrogação alguma, nenhuma entidade obsessora além da nossa autosabotagem. A gente sabe que esticar a corda costuma encolher o coração, mas a gente estica. A gente sabe que nos trechos de inverno é necessário se agasalhar, mas a gente se expõe à friagem. A gente sabe que não pode mudar ninguém, que só podemos promover mudanças na nossa própria vida, mas a gente age como se esquecesse completamente dessa percepção tão sincera. A gente lembra os lugares de dor mais aguda onde já esteve e como foi difícil sair deles, mas, diante de circunstâncias de cheiro familiar, a gente teima em não aceitar o óbvio, em não se render ao fluxo, em não respeitar o próprio cansaço.
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