Além do horizonte
Bilhete do dia!
Permita-se ver além do horizonte.
Permita-se a chegada do novo em seu coração.
Permita-se ser uma pessoa melhor para si mesma.
Permita-se ao amor, a felicidade, a tudo que lhe faz bem.
Que você sempre possa encontrar o bom e leve da vida!
Um olhar confiante, belo, reluzente, que graças ao Senhor vai muito além do horizonte, motivado por um amor pela vida que não se mede, ciente de que sonhar é imprescindível, porém, não é o bastante, é preciso viver intensamente, vivendo não o ontem ou o futuro e sim o presente.
Perceção rara e emocionante de um universo lindo que ainda que seja vulnerável, inconstante, apresenta porções de equilíbrio que motivam a não desperdiçar nenhum instante, considerando que o fôlego vívido é temporário, mas que pode ser incrível se for sabiamente aproveitado.
Cativar alguém assim é um grande feito, muito agradável, um bem a si mesmo, principalmente, se houver mutualidade, um vínculo imperfeito que faça acertar o máximo com um zelar verdadeiro que não deve ser cobrado e que carece ser orientado por Deus desde o começo.
A Liberdade nas Asas de um Pássaro
Livre para voar Além do Horizonte
num Céu Belo e Vasto,
Voando para Qualquer Direção,
seja perto, seja distante,
Bastando tomar uma Decisão,
Grato por ser Liberto,
então,Canta de Bom Grado,
Genuína Satisfação.
A leitura é a visão além do horizonte, é a bússola que o guia rumo ao infinito, é a força que transforma e amplia a potencialidade da mente humana.
170323
O que existirá além do horizonte?
O que existirá além daquele limite?
Será limitado ou será infinito?
Algo me faz sentir que lá tudo pode ser...
Até nós dois.
Eu caminho sem rumo, sem destino, sem saber o que me espera além do horizonte, além do ser. Eu busco novos ares, novas terras, novas cores. Eu fujo das prisões, das dores, dos horrores.
Eu sinto o desejo de viajar, de me aventurar, de conhecer o desconhecido, de me deslumbrar, de ver o mistério se revelar, de me surpreender, de sentir a vida pulsar, de me renascer, de sentir a vida que se move, que se renova.
Mas eu sou um cativo, um refém, de um corpo, de uma mente, de um lar, de um alguém, de um presente. De uma realidade que me oprime, que me consome, de uma humanidade que me afasta, que me abandone.
Eu sonho com a natureza, em sua beleza. Eu lembro da época em que eu era parte dela, em que eu era uma centelha. Eu anseio por voltar a ela, por me integrar a ela, por me libertar dela.
Eu quero viajar sem fim, sem limite, em busca de um caminho sem razão, parece que em parte alguma estou em paz, sempre a desejar um novo cais. Uma ânsia sem fim, pelas terras desconhecidas, o mistério, o desconhecido me atrai, enquanto minha alma se perde, se vai.
Aprisionado em tudo o que não sou. Eu sou um estrangeiro, em todo lugar, em todo tempo. Em busca do Éden perdido, vagando sem destino, pois somos todos eternos nômades, em busca do divino. Enquanto me perco nas ruas de concreto, a minha alma anseia pela simplicidade da terra, o aroma das flores, a luz do dia.
