Ainda mais te Amarei na Morte

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“Entre quatro paredes, há guerras travadas com palavras que ferem mais que qualquer soco.”

“Nada dói mais do que amar alguém e trair a si mesmo.”

nostalgia é tipo aqueles filtros do Instagram — deixa tudo mais bonito, mas esconde as espinhas. Então, não se ilude. Melhor sentir falta de quem você tá se tornando hoje do que ficar presa na versão antiga de você mesma.

“Nada aprisiona mais do que amar quem te afasta dos teus próprios sonhos.”

“Nada custa mais caro do que esquecer de si mesmo pra não perder quem não deveria ficar.”

"A vida fica mais leve quando a mente aprende a ser firme."

Para nós, não há quem faça as coisas mais erradas, do que os
outros!

"A solidão digna vale mais que a companhia medíocre."

"A Falta de Entendimento dos Irmãos Mais Velhos e Mais Novos”


Entre irmãos existe um laço que parece inquebrável, feito de sangue, infância e lembranças. Mas, ao mesmo tempo, esse laço é atravessado por diferenças que tornam o convívio um território delicado. O mais velho sente o peso da responsabilidade, como se fosse chamado a ser exemplo, guia, quase uma extensão dos pais. Já o mais novo cresce à sombra desse exemplo, desejando liberdade, querendo ser visto por si mesmo, e não apenas comparado.
Daí nasce a falta de entendimento. O irmão mais velho olha para o caçula e o vê como imaturo, irresponsável, sem a seriedade que a vida exige. O mais novo, por sua vez, enxerga no mais velho alguém duro, exigente, que parece ter esquecido o que é sonhar e brincar. Ambos se cobram, ambos se julgam — e pouco se escutam.
Essa distância não é apenas de idade, mas de percepção do mundo. O filósofo diria que cada um vive em sua própria temporalidade: o mais velho já se preocupa com o futuro, enquanto o mais novo ainda se agarra ao presente. É como se olhassem a mesma estrada por ângulos diferentes.
O problema é que, nessa falta de entendimento, se perde algo precioso: a possibilidade de aprender um com o outro. O mais velho poderia ensinar paciência e prudência; o mais novo, leveza e espontaneidade. Mas muitas vezes ambos preferem se proteger em suas certezas, em vez de abrir espaço para a escuta.
No fundo, irmãos se amam, mas também se estranham. Talvez a verdade seja que esse estranhamento é inevitável — e, paradoxalmente, é nele que mora a chance de crescimento. Porque compreender o outro, quando ele é tão diferente, é também compreender melhor a si mesmo.
Assim, a falta de entendimento entre irmãos é uma escola silenciosa: ensina que o amor não é feito de iguais, mas de diferenças que precisam ser acolhidas.

“Tem silêncio que vale mais que qualquer argumento.”

“Em discussão, silêncio é a resposta que mais dói. No caos, calma é a arma que mais fere.”

"Quem cala numa discussão poupa saliva pra coisas mais inteligentes."

“Tem silêncio que corta mais fundo que mil verdades jogadas na cara.”

A sua beleza é tanta que já não a meço mais pelos sentimentos — deixo a imaginação voar.

"Quando questionar incomoda mais que errar, é sinal de que a mentira virou norma."

Viver o agora, é mais importante que lembrar do ontem. Ontem é passado, hoje é teu presente. Amanhã pertence a Deus.⁠

A companhia de Deus vale mais que a multidão ao teu redor.

"Não somos irmãs de sangue nós mas somos irmãs de alma, isso é que vale mais para Deus "

Cuidado com os prazeres, soldado. O vinho matou e mata mais espartanos do que a espada.

Domador do Cerro Chato.


Pode largar o aporreado
Mais sestrozo da tropilha
Tô loco pra tirar cosca
Me vou de pronto as virilha

Que ronque, castique o cabresto
Palanque aguenta o retosso
Me vou de tento pro lombo
Mango se vai ao pescoço

Despensa o amadrinhador
Me vou solito pro céu
Pra ver o mundo rodando
Por cima do meu chapéu

Saca a venda dos olho
Deixa o diabo enchergar
Enfurquilhado um gaúcho
Que já nasceu pra domar


Assim se foi o maleva
Levando o vento por diante
O lombo inchado é bufando
Deixou pra trás o palanque

Grudei espora em puaço
Fiz o potro se ajoelha
Dei uma volta nas clina
Pros dedo se ageita

Grunindo se foi ao espaço
Lá maula, senti o calor
E foi aquele gritedo
Nos verso do narrador

Vi o chão embaralhado
O céu virado do avesso
Numa troca de pescoço
Se foi lá cria meu lenço


Por fim suou a campana
Soltei a perna ao costado
Sai a passo tranquilo
O potro se foi ao alembrado

Juntei meu lenço e voltei
Só pra escuta o alaredo
E a peonada de pé
Metendo aquele gritedo

Mirei a prenda mimosa
E dei pra ela meu lenço
Tirei o chapéu saudando
Aquele acontecimento

Depois voltei pro meu rancho
E a fama de bom domador
Levei a china comigo
Como regalo de amor...

Renato Jaguarão.