Ainda mais te Amarei na Morte

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A vida é completa, e tudo traz um significado de edificação. Ainda que falte compreensão às pessoas, o alinhamento dos mundos não pede licença nem permissão. Tudo acontece da melhor forma, guiado pela bondade do Criador, para a nossa alegria e felicidade.

A escolha é o pouco que temos para corrigir as curvas de um passado programado, onde ainda é possível mudar.

Acordei calmo, paciente e sereno, com um pensamento: onde está você, mulher desconhecida, que ainda não vejo? Será que já cruzou meu caminho nas ruas sem que nos reconhecêssemos? Eu não desisto, seguirei até te encontrar, deusa dos meus sonhos, vem para mim.

O amor é desconhecido e estranho para muitos que ainda não conhecem o próprio amor. Ele não provoca choro, não causa dor, nem afronta as lágrimas das feridas sofridas. O amor não cria expectativas, não interfere na distância e tampouco tenta agradar o coração abandonado. O amor é liberdade — aquilo que alguém deseja ouvir, mesmo estando longe do amor.

O amor, tantas vezes retalhado, distorcido e incompreendido, foi descartado em silêncio.
Ainda assim, encontrou quem o aborrecia, mas também quem cuidou, pois o amor é apenas amor.
Ele não cria expectativas,
quando não há espaço, encontra seu próprio caminho e segue.
Sem confronto, o amor se revela —
onde você está, está também o amor.

⁠Será que ainda a tempo para conhecer o desconhecido, ou as asas do tempo romperam as engrenagens do desconhecido para ficamos presos em liberdade longe da verdade.

Eu não menti ao não dizer que não te amo. Minha declaração é verdadeira: o amor ainda está em mim, mas o sentimento que um dia tive por você passou e já não faz mais parte de mim.

Ainda que a verdade seja dita, o mundo vai duvidar, mesmo que tenha sido retirada das areias do tempo. Como acreditar na verdade quando ela não revela a origem? Envolta em mistérios, permanece no silêncio onde faltam esclarecimentos.

Seguir por onde ninguém passou ainda é enigma:
quem foi o primeiro a pisar a terra?
Num mundo sem explicação, tantos apenas vivem por viver.

Fato da vida: quando você foi pedra, a marreta te quebrou sem piedade; ainda assim, mesmo em pedaços, você continuou útil, pois a resiliência é a tua marca.

Não sei dizer se sou feliz ou não,
se ainda existe o amor em meu coração;
a saudade traz a velha dor
que eu não quero mais.

O sofrimento que te cerca
pode não ser teu.
Nem toda praga
tem poder de te amaldiçoar.


Ainda que a crise te assombre,
não te deixes assustar:
mantém-te firme,
de bem com a vida,
e a luz dentro de ti
será sempre maior que a escuridão.

Ainda que as correntes estejam presas em você para oprimir, eu continuarei em liberdade.

Pensando em você, pergunto ao silêncio e invento planos com alguém que ainda não conheço, pensando em você a distância não assombra quando posso estar contigo em pensamentos, a tu és feiticeira que me enfeitiçou por eu te olhar.

Perguntas sem resposta, planos sem encontro. E ainda assim desejo estar contigo mesmo sabendo que não vai estar comigo, será loucura ou fascinação amar sem direção aquela mulher desconhecida.

Perdoei quando ardiam as palavras,
não sou cálice de veneno, nem sombra a ser retribuída.
Ainda assim, jamais sentarás à mesa onde repousa minha paz.
Não habita em mim ódio, mas uma justiça que tenho para seguir.

Nem tudo está fora do lugar — ainda que muitos questionem e busquem sem encontrar, há coisas que permanecem exatamente onde deveriam estar.

Está na hora de definir o nosso futuro — se é que ainda temos um.
Vejo-o amordaçado, acorrentado, impossibilitado;
caído, lastimável, lamentando, clamando, implorando...
Mas ninguém o ouve, ninguém responde.
O passado jaz esquecido, morto;
o presente, triste, carrega o peso da indiferença.
Quem aborrece está caído,
quem agrada perdeu o respeito —
é fantoche da própria imoralidade.
E aquele que ainda sente,
que conserva razão e paixão,
afunda no lago dos arrependimentos,
em lágrimas sofridas, silenciosas,
clamando por um grito de misericórdia.

Olha dentro de ti — ainda há tempo de vencer a tempestade.
Abriga-te nas paixões que se foram, nos amores ausentes que já não te pertencem.
Apega-te à solidão, ao silêncio do vazio, até que a tormenta se dissipe.
Há lógica nas respostas conscientes e força no amor que renasce.
Olha novamente para ti —
e percebe a quem entregas o teu coração...

Até quando vamos seguir tropeçando nessa caminhada feita de silêncios e meias palavras?
Ainda gosto de você — e, mais do que isso, tenho medo de esquecer o quanto gosto.
Já passou da hora de sair do estacionamento da indecisão. Você permanece no acostamento, imóvel, mesmo estando tão perto de mim.


O manto que te envolve logo deixará à mostra o quanto já percorremos — ou o quanto deixamos de ir.
Confesso: cansei de ser sempre o primeiro passo.
Afinal, quem se curva demais, uma hora acaba beijando o chão...