Agradecimentos a Jesus
"A cruz de Cristo não é apenas o ponto de partida da nossa fé; ela é o ponto de chegada da história universal."
"O sangue derramado no Calvário continua ecoando através da história, anunciando que a dívida foi paga, a porta foi aberta e a reconciliação foi consumada."
A morte não foi negada; foi vencida no espaço e no tempo. O cristianismo não venera uma sepultura, mas proclama uma ausência: "Ele não está aqui".
A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou a morte. A ressurreição proclamou a vitória. O terceiro dia mudou absolutamente tudo.
A obra da cruz é perfeita e autossuficiente. Ela não precisa de complementos humanos; ela precisa ser proclamada, vivida e adorada.
A Cruz possui um eixo vertical (reconciliação com Deus) e um horizontal (reconciliação com os homens). É teologicamente impossível amar a Cruz e nutrir ódio pelo irmão por quem Cristo morreu.
A flagelação de Cristo revela simultaneamente quem Deus é (Santo e Amoroso) e quem nós somos (caídos e carentes de redenção).
A cruz revela a gravidade do pecado: se o preço foi a morte do Filho de Deus, o problema não era superficial.
A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.
A pedra já estava removida
não para que Jesus pudesse sair, mas para que as testemunhas pudessem entrar.
