Agradecimento á Escola
A teoria leva-nos ao servilismo, e o servilismo leva-nos à corrupção do caráter e ao enfraquecimento psicológico e espiritual do nosso ser. Se não nos desprendermos dela, seremos eternos escravos, porque ficaremos dependentes, por milhares de anos, daqueles que dominam apenas a teoria. Por isso, eis a razão de exigirmos a prática em vez da teoria: porque a prática levar-nos-á à auto-libertação, à auto-realização, à progressão e ensinar-nos-á a sermos independentes. O melhor de tudo é que, quando dominamos a prática, ajudamos o próximo a crescer e a desenvolver-se. E quem sai a ganhar não somos apenas nós, mas sim o nosso país, porque nos tornamos mais produtivos.
Por isso: seja mais prático e menos teórico.
A PEJORAÇÃO DO NOME INDÍGENA
Desde a antiguidade, o homem procurou formas de ter o controle de tudo e até do seu próximo. Por essa razão, havia sempre guerra entre os povos vizinhos, tanto de curta quanto de longa distância. Não existe povo indígena. Por quê? Porque o termo indígena é uma pejoração, usado pelo Ocidente com a finalidade de desprestigiar, excluir e, acima de tudo, separar aqueles que eram nativos e originários das terras onde eles haviam emigrado em busca de riqueza. Por amor ao poder, eles exploravam, saqueavam, roubavam e pilhavam. O termo indígena era usado como código para desqualificação, humilhação ou rejeição contra aqueles que estavam sob os jugos do Ocidente. Se formos fazer uma investigação sólida e emancipadora, descobriremos e encontraremos vestígios que provarão essa narrativa, e teremos a conclusão de que aqueles que são chamados de indígenas verdadeiramente são os filhos ou verdadeiros nativos. Este termo nunca deveria ser aceito por aqueles que são nativos e originários de uma determinada terra ou país que lhes foi deixado como herança pelos seus ancestrais. O Ocidente taxou de indígenas somente os nativos da África, da América e da Ásia. A história tem muitas verdades que foram ocultadas por aqueles que continuam a tirar vantagem das mentiras velhas e caducas que, de tanto serem repetidas, tornaram-se verdades. E, por atingirem uma idade avançada, tornaram-se lendas na mente dos nativos oprimidos e acéfalos. O preconceito histórico, científico e acadêmico do Ocidente só é aceito por todos pelo fato de ser escolarizado e institucionalizado, tanto na Europa quanto em países onde não reina o resgate dos valores morais, culturais e, acima de tudo, históricos. Você não é indígena, você é nativo, melhor dizer: é um cidadão genuíno. Para aqueles que se conformaram e se alegram de serem chamados de indígenas, lembrem-se: o objetivo deles é fazer você se sentir inferior perante eles, e não igual a eles, muito menos orgulhoso da sua origem, da sua cor e do seu povo. Sei que serei taxado de louco e analfabeto funcional, mas uma verdade eu sei: em toda parte da Europa nenhum povo nativo é denominado indígena.
A vida é como a dança de um chama em ardor, radiante e colorida pelos elementos que se queimam. Prefiro assim, algumas coisas ardem, mas no final me afagam e me aquecem com os ensinamentos.
A importância do umbigo não é para se olhar; ele está lá para nos lembrar que existe um laço entre nós e nossa mãe e, por fim, entre todos os seres humanos.
A delicadeza não exclui a força, assim como as luzes não apagam as sombras; juntas, elas definem nossa resiliência e caráter.
A fotografia é, sem dúvida, uma celebração da vida, da natureza e da capacidade humana de encontrar poesia nas pequenas coisas.
A natureza não é uma senhora sentada esperando o tempo passar; ela dita as regras, rege nossos dias e nos dá o sustento diário.
A Bíblia não é um livro de crenças, mas um livro de verdades que testificam a obra de Deus na humanidade.
A doutrina do pecado ensina que o pecado não é apenas um erro, mas uma condição humana que nos separa de Deus e corrompe toda a nossa natureza.
A Escritura diz que, quando Adão e Eva caíram em pecado, não apenas quebraram sua aliança com Deus, mas, ao fazê-lo, transmitiram sua condição caída a toda a humanidade, que nasce distante da santidade divina.
A misericórdia de Deus é o reflexo de Sua bondade infinita, oferecendo graça a um mundo que não a merece, mas que Ele escolheu amar.
A imutabilidade de Deus revela a estabilidade perfeita de Sua natureza; enquanto tudo ao redor muda, Ele permanece constante e fiel.
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