Agora
Antes conhecida com cubo de gelo,
Agora chora ao ver um filme triste,
Ao ouvir músicas que contem sua história...
Não desaba.
Derruba apenas algumas lágrimas.
Buscando resposta sem saber as perguntas...
Ela está triste.
Sua vida está desmoronando.
Mas ela nunca esteve tão bem consigo mesma...
Antes disso, minha vida era uma página em branco. O velho eu que chorava, agora ficaria feliz em me ver.
Ele te iludiu
Então agora
Chores rios
Coma chocolate
Assista filmes românticos
Leia um livro apaixonante
E depois se levante
Abra um sorriso
Vá se arruma
Fique linda
Hidrate o cabelo
Passe um batom vermelho
Tem mais de 7 bilhões de pessoas no mundo para conhecer
Quando você menos esperar
O seu príncipe irá aparecer
Mas por agora
Ame só vc
Vá as compras
Vá a festas
Dance, cante se divirta
Você ainda tem muito pra ver nessa vida
E sabe essa dor?
Parece q nunca tem fim
Que nunca vai acabar
Mas acredite
Uma hora ela vai passar
A felicidade não está em outro lugar, mas bem aqui, não é coisa para outra hora, mas agora...
A estrada segue sempre em frente
Deixando a porta onde começa
Agora distante a estrada continua
E eu devo segui-la, se eu puder
Conquistando-a com meus pés ávidos
Até que ela se junte a um grande caminho
Onde muitas trilhas e tarefas se encontram
E para onde depois? Não sei dizer.
Antes eu conseguia juntar os pedaços
e voltar a ser eu.
Impossivel agora.
Como conseguir reconstruir-me
se me falta você??
– Vai ser o próximo Homem de Ferro agora?
– Não tenho tempo. Tô ocupado fazendo o trabalho de vocês.
(Diálogo entre Homem-Aranha e alguns policiais)
Você só está vivo até agora porque é meu rato. Mas é a última vez que brinco com você antes de devorá-lo.
Agora posso ver que gastei a maior parte do meu tempo e da minha energia tentando adquirir o que eu achava que era bom (...). E gastei uma quantidade gigantesca de energia e preocupação temendo o que determinei que era mau.
Agora está tudo bem claro para mim, que nem tudo que se vê, nem sempre é o que parece.
Agora vai ter que ser
Para toda a vida...
Somos o que há de melhor!
Somos o que dá pra fazer,
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher.
Se eu tivesse a força
Que você pensa
Que eu tenho,
Eu gravaria no metal
Da minha pele
O teu desenho..."
Você endoideceu meu coração
Você endoideceu meu coração,Endoideceu
E agora o que é que eu faço sem o teu amor
Agora o que é que eu faço sem o beijo teu
Eu nem pensei já tava te amando
Meu corpo derretia de paixão
Queria tá contigo a todo instante
Te abraçando, te beijando
Te afagando de emoção
Ficar na tua vida eu quero muito
Grudar pra nunca mais eu te perder
Você é como água de cacimba
Limpa, doce e saborosa
Todo mundo quer beber
Fique mais...Que eu gostei de ter você...Não vou mais querer ninguém...Agora que sei quem me faz bem!
Aquilo que deseja ou pensa que pode, comece agora pois a audácia tem em si gênio, poder e magia.
Nota: O pensamento é atribuído ao escritor alemão Johann Goethe, mas é, na verdade, do poeta irlandês John Anster, a partir de uma interpretação da obra de Goethe.
...MaisAgora dê uma olhada nesse pessoal aí na frente. Estão preocupados, contando os quilômetros, pensando onde irão dormir esta noite, quanto dinheiro vão gastar em gasolina, se o tempo estará bom, de que maneira chegarão aonde pretendem. . . e, quando terminarem de pensar, já terão chegado aonde queriam, percebe? Mas eles têm que se preocupar e trair seus horários, cada minuto e cada segundo, entregando-se a tarefas aparentemente urgentes, todas falsas, ou então, a desejos caprichosos angustiados e angustiantes; suas mentes jamais descansam, não encontram paz, a não ser que se agarrem a uma preocupação explícita e comprovada, e, depois de encontrar uma, assumem expressões faciais adequadas, graves e circunspectas, e seguem em frente, e tudo isso não passa, você sabe, de pura infelicidade, e durante todo esse tempo a vida passa voando por eles, e eles sabem disso, e isso também os preocupa, num círculo vicioso que não tem fim.
Mas agora era diferente. Era saudade ao lado, falta ao vivo, era o medo da perda. Era a perda ao lado, ao vivo.
