Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc

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O amor nasce simples como estrada de chão, cresce entre olhares contidos e promessas impossíveis, e sofre calado porque nem todo sentimento pode atravessar a cerca que separa o coração do destino.

Quando ela chegou, o amor que eu sentia ficou pequeno, um rascunho diante do que nasceu.

O amor entra em silêncio, como uma soprano antes do primeiro agudo, e de repente tudo em nós aprende a doer bonito, como se o sofrimento fosse
apenas outra forma de cantar.

Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)

Quando se chega ao ápice do ódio! É o amor que vem despontando...
(Patife)

"Das águas fez-se o amor. No ventre solene o fluxo que dá a vida e deságua ao solo. No princípio era, dela, o tempo. Depois na terra, flores e frutos, pegadas e marcas, ossos e memória."

O último Amor é o primeiro Amor!

O Amor é desejado por muitos mas, poucos terão a oportunidade de sentir a verdade absoluta deste excelso sentimento.

Amor é encontro de pertenças de almas, que se perderam nas vidas e nas mortes. Sem domínio, sem lugar, existindo apenas na liberdade de compartir o sentimento.

O Amor é a língua menos falada no Mundo; contudo, é a linguagem que mais ensina ao mundo!

⁠Poesia é um infinito papel em branco repleto de Amor.

⁠As verdadeiras histórias de Amor mesmo que acabem, nunca terminam.

⁠A espécie humana aprendeu a temer o Amor. Decidimos ser só espécie.

O amor é uma
energia indecifrável
que move todos
os mundos invisíveis
dentro de nós.

O cérebro vaticina caminhos,
o coração inventa asas.
E é a voar sem mapa
que se chega até ao Amor.

Nada é mais perigoso
que o silêncio que
existe entre
duas respirações
que se desejam.
O amor é o infinito
instante em que a
pele reconhece a alma.

O amor não é clausura — é voo que se faz a cada amanhecer.

A vida evoca que devo continuar,
a existência permanece onde a dor grita. E o Amor ensina-me, todos os dias, que a ferida se transforma em superação, não em aprisionamento.

A humanidade explica-se pela história, mas compreende-se pelo amor.

O amor tem algo
de primavera:
regressa sem explicar
como venceu o
inverno da alma.