Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Sentir o calor
Que vem do teu olhar
É inquietante
Para o meu ser
Sentir tua mão
Me deixa aguçada
Pelo toque na minha pele
Seus beijos
São os melhores
Que eu já senti
Enfim
Você chegou
Pra me deixar
Louca de paixão
Meu ser é duvidoso
Diz que não te quer
Mas o profundo da
Alma insiste
Em dizer
Te quero
Do meu lado
Não sei se meu corpo
Tem alegria ou tristeza
Se a alma
Precisa se despir
Da roupa condicionada
Que os sentimentos me fazem sentir
Não sei, não sei
Mas queria desvendar
Os mistérios
Que sofre o ser
Com a angústia
De não saber
O que se sente
Meu corpo te chama
Os meus lábios
Ainda sentem
Teu gosto
A minha quentura
Mostra quão intenso
É te desejar
Estou louco
Pra te ter
De novo
Em meus braços
E me deleitar
Nos teus carinhos
VOCÊ !!
Minha inspiração.
Meu exemplo.
Meu orgulho
Sol de toda minha manhã
Estrela de minhas noites.
Meu tudo
Que o carro venha de encontro com o meu corpo em qualquer rua da vida e que eu vá de encontro com a morte em qualquer parte do fim!
Dentro de mim tem um coração que já não é mais meu, não que eu tenha dado, mas, porque foi levado por alguém que consenti...
Eu e meu Irmão demos as mãos e somos Um. Meus olhos, meu ouvidos passam informações segura para ele e ele mesmo sendo cego e mudo, tem nos guiado a contento.
Se sinta feliz....
Uma vez meu Pai me contou que andava de tamanco por não ter um sapato e mais adiante foi invadido por uma alegria de poder usar tamancos, quando encontrou um homem que não tinha os pés.
Talvez meu negócio dê errado e é exatamente por isso que busco calcular e conhecer possíveis riscos. Desta forma, me sinto preparado e ainda mais motivado!
Onde você anda, meu bem?
Nesta distante realidade,
Me pergunto como você está,
Talvez perdido em memórias passadas,
Deixando-me com toda a minha intensidade.
De vagar, de vagarinho...
Meu coracao se entrega.
De vagar, de vagarinho,
Seu cheiro em meu corpo se esfrega,
Se declara rendido por este sentimento,
E nao aguenta, cega-me estranhamente.
E nem minha mente, potente como a do elefante,
Se rende ao amor que se sente...
E ela, que está por fora do seu ninho,
Continua a navegar...
De vagar, de vagarinho...
Meus olhos vêm quando andas,
Meus ouvidos quando te zangas.
Ao alto, pendurado, está o meu coração
Frágil, sensível, deixando-se enganar,
Apoiando-se destes sensores para se guiar.
Sobre as asas do triunfo, alço meu voo,
Na senda do saber, trilho meu enlevo.
Às oportunidades, adapto-me com ardor,
Num poema atemporal, forjo meu labor.
