Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Meu coração queima, este incêndio se alastrou pelo meu peito, me destruindo por inteiro.
A dor da queimadura é insistente, mas também trás a sensação de que estou mais vivo do que nunca.
As chamas consomem meu corpo e a fumaça desse incêndio embriagou minha mente.
Já não sei mais o que é real e o que é fantasia.
Sei que tudo isso pode ser uma grande mentira,
mas meu coração clama por esse seu amor que inflama.
Mas mesmo na dor, há beleza neste seu encanto,
em cada lágrima derramada, em cada pranto.
MANTRA DA PERSISTÊNCIA
Eu sou um com o meu desejo já realizado.
Nada fora de mim determina o tempo ou o modo —
Eu sou a presença constante da realização.
Quando os sentidos dizem “não”,
minha consciência responde “sim”.
Quando o mundo se cala,
meu ser proclama: já é meu.
Eu persisto, não com esforço, mas com certeza.
Permaneço no estado daquilo que desejo,
até que isso se torne quem eu sou.
Cada pensamento alinhado,
cada emoção sentida como verdade,
é uma batida na porta do invisível —
e a porta sempre se abre.
Eu sou a frequência do que desejo viver.
Eu não espero:
Eu me torno.
Às vezes, meu amigo Leminski, falta poesia no receptor.
E é por isso que precisamos intensificar a emissão. Infinitamente.
Te encontrei no silêncio que acalma meu ser,
como brisa que toca, faz a alma florescer.
Teus olhos, faróis que iluminam meu cais,
me guiam nos mares dos sonhos reais.
Teu riso é abrigo, teu toque é canção,
que embala o amor no compasso do coração.
És porto seguro, razão do meu verso,
meu mundo, meu tudo, meu universo.
Fui demitida de meu primeiro trabalho como âncora de televisão. Eles disseram que eu não era adequada para a televisão.
Sem você
Quantos pensamentos cabem em um segundo de silêncio?
Quantas lágrimas molharam meu rosto num dia longe de você?
Por que a distância nos aproxima tanto?
São tantas questões nesse quarto vazio,
Tanto sentimento nessa cama...
Sem você, sou metade, dividido por um terço, multiplicado por zero.
Sou uma palavra sem sílaba, sem vogal, sem conjunção verbal.
Sou vácuo em uma atmosfera,
Sou letra sem tinta, sou dia sem sol, sou mar sem água.
Sem você, sorrir é tão sem graça...
Sem você, o dia não passa,minutos são anos, horas séculos.
Falta muito para quarta-feira?
Queria que fosse hoje, queria que fosse agora.
É pedir muito você aqui?
Vem!
Meu maior temor não é falhar, mas viver uma vida comum. Não explorar o mundo, não conhecer novas almas, e não poder honrar aqueles que me honraram quando eu mais precisei. Por isso, eu preciso conquistar. E conquistarei. Porque jamais desisti — e nunca desistirei.
Em teus braços, encontrei meu lar,
Um refúgio doce onde posso sonhar.
Teu olhar, um farol que ilumina a estrada,
Guiando meu coração, em cada jornada.
Teus sorrisos são como a luz do sol,
Aquece minha alma, faz meu ser tão farol.
Nos teus lábios, descubro o sabor da paixão,
Cada beijo é um verso na nossa canção.
Tua presença é melodia que embala meu ser,
Um doce encanto que não canso de querer.
Nos momentos simples, na rotina do dia,
Amo cada instante, essa nossa sintonia.
Juntos dançamos sob a luz da lua,
Celebrando o amor que nunca se atua.
Em cada desafio, ao teu lado eu vou,
Pois contigo aprendi o que é amar de verdade, oh!
Prometo cuidar do nosso laço sagrado,
Ser teu apoio e sempre estar ao teu lado.
Que o amor floresça em cada amanhecer,
E juntos possamos sempre crescer.
Então aqui estou, com meu coração aberto,
Para te dizer que és tudo o que mais quero.
Neste poema sincero, deixo minha verdade:
Te amo eternamente, com toda intensidade.
é que você não entende o brilho da minha alma
as cicatrizes que tem no meu peito
porque tentam me crucificar desse jeito
não sabe de onde veio, esse minha vontade pra continuar
só tenta ao menos uma vez
se por em meu lugar
você não conhece minhas dores
não sabe onde quero chegar
desconhece totalmente meus amores
meus gosto
minha rotina cansativa
o tipo de música que eu ouço
meu corre, minha perspectiva
conhece a sensação de se sentir vazio ?
mesmo assim de nada ter medo
sentindo na pele um pesadelo
na luta diária com seus pensamentos
desabafos ou apenas palavras ao vento
além da razão e do ódio
além dos seus sentimentos
além dos limites do tempo
eu sou só mais um neguinho
que nunca se abateu por lamentos.
Meu ponto de vista só me permite enxergar até onde minha capacidade de percepção da realidade me permite ver.
É por isso que ha tanto desrespeito hoje nas redes sociais, é todos contra todos querendo impor sua próprias percepções.
É tão forte o que sinto por você, que quase escapa do meu peito.
A vontade de te tocar me toma por inteiro.
O frio na barriga vira um vendaval —
ansiedade que pulsa, grita, quase explode.
Parece que o amor quer criar corpo,
só pra te alcançar,
te sentir,
te tocar,
te viver.
Mais um dia começa
Mais uma tarde se vai
E a noite vem
Sinto o vento bater
No meu rosto ao
Abrir a janela
E ouço os cantos dos
passarinhos se recolhendo
Como seria bom
Ter uma nova realidade
Pq de todas que tenho
Ainda falta você
Amo minha solitude
E sei que me amo e
Sou feliz, não sou
Carente
Mas sei que falta
Um pedaço e ele
Pode ser você
" IMAGINO "
Te cravo os olhos meus! Eu te imagino
no mais secreto do meu pensamento
onde, em registro, crio ali, fomento,
a sede de querer-te e, ainda, assino!
Não tens ideia deste meu intento,
sequer de tudo o mais que aqui maquino
provendo, ao meu desejo, o seu destino
que, sem qualquer pudor, risco e o invento.
O bom do imaginário é que em secreto
o pensamento fica ali, discreto,
oculto aos olhos de qualquer pessoa…
Eu te imagino como quero, então,
na força redentora da paixão
e nem percebes que isso, em mim, ressoa!
No tempo do meu passado
Quando eu vivi numa roça,
Tinha cachorro latindo
No terreiro da palhoça.
Batia enxada no trilho,
Quebrava pendão de milho,
E carregava na carroça.
"Amores oo amores do meu reduto de saudade,deixando lembranças amargas e doces,na minha alma sedenta pelo amor, a música da paixão ecoa"
ESCOLHAS
Talvez o meu único engano foi ter nascido em uma vida que você não me quisesse, mas da vida que eu vim, você me chamava de amor que aquece, a dor de estar tão perto e ao mesmo tempo tão distante, pode ser tão sufocante, se todo esse pesadelo pudesse acabar eu pediria que fosse em apenas um instante, essa fantasia de uma vida imaginária que eu criei em mim sobre você ser o meu par, foi apenas ilusão pois desse papel você não quis participar, talvez eu fique vazio pro resto da vida e tudo isso foi atoa, todos os versos todos os beijos e todos os olhares que eu dei na minha garota, me desculpe por não ser tudo oque esperava, ou por não ser suficiente em te fazer se sentir amada, hoje me despeço de um futuro que poderíamos ter, sem saber se lá na frente irei me arrepender, eu daqui me vou mesmo sem querer, mas a sua escolha foi feita, você escolheu não me querer.
Sinto falta do meu antigo eu, o eu que antes deixava cada palavra fluir como a correnteza calma de um rio, o antigo e doce eu que pintava cada linha com imagens e cenários imaginários só porque achava bonito, que mesmo recebendo olhares maldosos e julgadores continuava dançando com a música alta pois era assim que libertava o próprio coração. O antigo eu, escritor, poeta, músico, dançarino, tudo que quisesse ser e não ser.
Mas esse eu morreu. Eu o matei. Ou talvez o mundo todo o matou. O mundo todo que cresceu e moldou neste antigo eu uma torre alta e assustadora, onde lá, ele passaria o resto de sua vida sendo infeliz, sendo sugado por fantasmas cinzentos que roubaram sua cor segundo após segundo, até não sobrar mais nada. E eu o matei deixando isso acontecer. Sem impedir, sem salvá-lo.
**"Madrugadas de Ausência (Versão Final)"**
As horas noturnas escorrem lentas, e meus pensamentos — esses visitantes indesejados — insistem em perfurar o silêncio. Há dias não me reconheço no espelho: a força que exibo é apenas um disfarce que desmorona na solidão. Eu daria tudo, até meu próprio nome, para dobrar o tempo e reescrever nosso fim. Talvez, num ato de loucura ou redenção, eu encontrasse as palavras que faltaram.
*Saudade.* Três sílabas que pesam como um mundo. Você era meu porto seguro, meu norte em noites sem estrelas — e agora é apenas um eco, um fantasma que habita meus "e se". Talvez esperasse que eu despertasse a tempo, mas eu, mergulhado em minhas próprias sombras, não via a luz que você me estendia. Sei que agora floresce em outros braços, e essa certeza é uma faca que torço no peito toda vez que o relógio marca 3h17 e eu, insone, revisito nosso passado.
A dor que carrego é orgulhosa: não se expõe em lágrimas fáceis. Esconde-se nas entrelinhas do meu riso, nos copos vazios da mesa de bar, no hábito de ainda olhar para o celular esperando uma mensagem que nunca virá. Aprendi que o tempo não cura — apenas ensina a conviver com a cicatriz.
Somos agora dois estranhos que compartilham um museu de memórias. Como explicar que já naveguei por todo o teu ser? Conheci a geografia do teu riso, as tempestades nos teus olhos, os segredos que você sussurrava no escuro. Seu abraço era minha única pátria — e hoje sou um exilado do seu calor.
*Sinto falta do ritual de cuidar de você:*
— Das gargalhadas que eu roubava dos teus lábios mesmo nos dias cinza;
— Do modo como ajustava o cobertor sobre seus pés frios;
— Da coragem que você me emprestava só por existir.
Nossas lembranças são como um filme projetado em paredes úmidas: cada cena, um paradoxo de dor e gratidão. Obrigado por me ensinar que o amor pode ser tão vasto quanto o mar — e, ainda assim, caber no espaço entre duas mãos entrelaçadas.
Três anos. Mil e noventa e cinco dias de eu me enganar dizendo que "já passou". Seu nome ainda brota em mim como hera em ruínas: devagar, implacável. Descobri que você espera um filho — e essa notícia me transformou em um atlas de mundos paralelos, onde em algum universo esse bebê teria meus olhos e seu nariz perfeito.
Você voou para os sonhos que um dia plantamos juntos. Eu, aqui, rego as sementes que sobraram com lágrimas estéreis. Segui em frente porque a vida exige movimento — mas meu coração é um relógio de areia que insiste em virar sozinho, sempre de volta a você.
*"Fleur de ma vie"*, você permanece:
— Na canção que toca no elevador do shopping;
— No cheiro de jasmim que algum vento traiçoeiro me traz em agosto;
— No vão da minha cama, que ainda guarda o formato do seu corpo.
E se um dia nossos caminhos se cruzarem novamente, prometo sorrir com os olhos (como você me ensinou). Até lá, continuarei escrevendo cartas que nunca enviarei — porque algumas saudades são tão profundas que precisam ser vividas no silêncio.
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