Abrace o seu Inimigo
Sinto saudades do seu primeiro toque puro daquela noite fria, e ao mesmo tempo quente de sensações e indecisões. Já tinha lhe visto, confesso, e na primeira vez que lhe vi senti algo, um reboliço no estômago e sabia que você era a certa, independente do perigo, independente do navio em que estávamos ser grande ou pequeno, era ali o nosso habitat do amor, aonde eu queria lhe conhecer e jamais te esquecer.
E quando tive a oportunidade de lhe salvar, FIZ, e não me arrependi, salvei da morte a mulher mais tocante da minha vida, embora ela tenha sido curta, mas terminada ao seu lado, juntos, os dois, sentimos frio juntos, lutamos contra o gelo, contra a vontade de estar confortáveis, mas não dava, apenas podiamos preservar algo e isso era o nosso amor.
Hoje escrevo perto do local, vago todas as noites naquele mesmo horário, e lembro-me de quando ficamos ''voando'' na proa do Titanic, e jamais imaginávamos que faríamos parte um do outro para o resto de nossas vidas, mas não pudemos evitar nossos sentimentos e aquilo foi crescendo a cada dia, a cada noite, a cada minuto, a cada segundo. Fugíamos das cobras para celebrar a nossa felicidade e nossa aventura e fomos felizes, independente de tudo, me sinto vangloriado em estar morto agora, pois agora posso viver no local aonde fui o mais feliz que um homem pode ser.
Fico feliz pois não sinto mais frio, não sinto mais calor, não sinto mais nada, só sinto liberdade, e também não preciso mais ganhar dinheiro, trabalhar e nada mais, agora tenho todo o tempo para ficar observando toda a nossa história de amor e entrar pelos navios de humanos que passam por aqui para ver se acho um casal como nós, mas até hoje nunca nem cheguei perto de presenciar algo tão súblime quanto nós.
Agora, vou me despedindo querida Rose, irei voar, irei sentir a brisa do mar em minha alma, e um dia nos encontraremos e iremos nos apaixonar ainda mais, e ficarmos juntos, sem nenhum rico, sem nenhum pobre, nos separar, pois nosso amor vence até a morte, o que mais não poderia vencer?
Com amor,
Jack Dawson,
28 de abril de 1912.
Todos os prazeres tem sempre seu percentual de dor e nem por isso deixam de nos proporcionar satisfação.
Vou seguir o meu caminho você siga o seu vai dar certo
você é bem mais forte que eu boa sorte pra você embora não precise ! ! !
Lembro de mim e você na escada da escola conversando , tava tão bem e derrepente cada um foi pro seu lado "ACABOU" .
Eu não ligo...pro que falam de minha pessoa...mas seu começar a me incomodar...daquilo que...falam de mim...é porque... eu estou deixando de ser mesma...mas isso não acontecerá...pois...tenho a minha base forte no caráter.
Aprendi que Tempo é uma coisa valiosíssima, então veja bem com o que ou quem você anda perdendo seu tempo. Tempo perdido não volta. (NS)
De tanto bem querer
Quando o coração está cheio de algo que não está ao seu alcance
O corpo fica fraco, de tanto bem querer , e tanto nunca ter
A mente se preenche de lembranças que vai tentando matar uma fome incontrolável
Mas não é suficiente para saciar
Porque o que eu preciso mesmo é da pele, é do quente,
É do corpo, é da boca e do beijo, é do cheiro e da respiração
É sentir o inquestionável tremor
E saber que não necessita de barco para atravessar
Porque sei exatamente o caminho das águas
Água que me leva ao paraíso mais tropical
Água que me embebeda
E me faz perder a noção do meu destino
De tanto bem querer e o coração cheio!
Compraria suas coxas
Roubaria seus seios
Tomaria sua boca
Arrancaria seu olhar
Lamberia sua nuca
Pegaria suas ancas
E me levaria embora.
Cada ser humano tem sua história, o seu mundo, um universo fruto de suas experiências e do meio que habita, sendo assim, as suas experiências não são e não servem como parâmetro incontestável para outros.
Bom dia gente linda! ♥
Que seu dia seja leve, feliz, que seus desafios sejam todos transpostos e superados com serenidade e segurança, frutos do teu amor pela vida, vigor e fé.
Que hoje seja o melhor de todos os teus dias, e que seja do jeitinho que você imaginar.
E que isso seja pra ti, para todos os que você ama e para toda a humanidade!
Que a Paz e a Luz estejam conosco!
Namastê!_/\_
Ter que contemplar o seu olhar é tão difícil, que seu eu olhar diretamente para seus olhos ficarei cego de amor.
A Poça do Cemitério .
Bernard Fleet tinha 12 anos, adorava tocar seu violino, porém, ele realmente queria tocar o terror; vivia com sua irmã e gato; na realidade, o que queria era viver com monstros, aranhas e ratos, vagando pela noite em um desespero só com o escuro e a solidão que pertencia-ele. Com a então chegada de sua prima, ele fingia gostar dela, mas ele queria mesmo era fazer ela queimar em lava quente. Contudo nem sempre Bernard pensava assim; também de música ele é cercado; quando todos liam “Guerra e Paz”, Bernard lia obras de “Edgar Allan Poe”. Enquanto ele estava tocando seu violino escutou um grito de socorro agonizante das pessoas que não vivem mais, quando percebe-se era a voz da sua noiva que foi assassinada brutalmente no dia 25 de agosto de 1958 .
Bernard pensa em desenterrar o cadáver para transformá-la em um zumbi e então ressuscitá-la, mas sua tia mandou ele ir de castigo para o porão, porém Bernard sabia que tinha sido mandado para um lar de solidão, porque estava cavando o canteiro de flores no quintal da sua casa .
Todas as noites dentro do porão ele escutava gritos de horror dos seres mortos, ele estava enlouquecendo, pois vem uma sombra e o garra por traz e ele vivência uma luta implacável, enquanto Bernard está em seu cemitério de loucura, sua tia abre a porta e começa ver aquela tortura no porão e encontra Bernard brigando com o cobertor, ela vai embora, mas quando fecha a porta um outro mundo começa a se abrir dentro da cabeça de Bernard e rapidamente é engolido. Ele não conseguia falar nada, pega-lhe a pena e começar rabiscar no papel “Estou dentro de um mundo de solidão” ,depois o porão começa a se mexer e sua normal paranóia começa aparecer; Bernard escuta a voz da noiva que no túmulo padece, ele começa a ver mãos tentando puxa-lo para um outro mundo. Todas as imaginações que ele havia criado começam a devorá-lo com um grito de horror, com seu corpo machucado de tanta dor cita um trecho de “O Corvo, de Edgar Allan Poe”: “Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.”
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