A Vida é de quem se Atreve

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Quase tudo na vida
Tem limite
Menos o amor
Esse não tem limite

Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.

Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Nenhuma vida é tão vida se não for em companhia, portanto, a eternidade, a riqueza, a saúde ou a falta de quaisquer preocupações jamais seriam bem vindas se acompanhadas da solidão, essa sim, a fagulha de um mal que apavora qualquer bem.

Não ganha a vida, não ganha na vida quem é muito feliz tendo apenas conforto, mas sim quem consegue alcançar e ter a felicidade como sua companheira, ainda que nada mais tenha.

⁠Nele está a fonte da vida, Dele jorra o perdão, a benevolência, a paz, a sabedoria e a alegria. É onde depositada a fé, sonhos se realizam. Sem Ele, só restará o fim, portanto, Ele é o único caminho para a eternidade.

⁠No campo regado pelas lágrimas da saudade, inevitavelmente a reflexão sobre a vida se aprofunda.

⁠⁠Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

⁠Não há arrependimento de mãos ensanguentadas que devolva a vida de um inocente.


Essa é uma das verdades mais duras que a existência humana pode encarar.


Há erros que podem ser corrigidos, palavras que podem ser retiradas, pontes que podem ser reconstruídas e feridas que o tempo até consegue cicatrizar.


Mas existem escolhas cujas consequências atravessam o limite do reparável.


Quando uma vida inocente é interrompida, não há remorso capaz de inverter o curso dos acontecimentos, nem lágrimas doloridas e suficientes para preencher o vazio deixado por uma ausência definitiva.


O arrependimento possui um valor inegável.


Ele revela a consciência desperta para o peso dos próprios atos.


É a alma reconhecendo aquilo que antes ignorou, desprezou ou justificou.


Contudo, o arrependimento não é uma máquina do tempo.


Sua função não é apagar o passado, mas impedir que a mesma escuridão continue produzindo destruições futuras.


Talvez por isso a responsabilidade seja uma virtude tão necessária.


Antes de cada decisão, existe um instante muito silencioso em que ainda somos livres para escolher.


Depois que a ação se concretiza, passamos a ser prisioneiros de suas consequências.


A verdadeira liberdade habita o momento da escolha; a responsabilidade habita tudo o que vem depois.


Vivemos em uma época em que frequentemente se busca justificativas para tudo.


Circunstâncias, emoções, traumas e pressões são apresentados como explicações para atitudes que jamais deveriam ter acontecido.


Embora compreender as causas de uma tragédia seja muito importante, nenhuma explicação transforma o errado em certo, nem devolve à vítima aquilo que lhe foi tirado.


A compreensão pode esclarecer; a justificativa, porém, não absolve.


Existe também uma lição bastante dolorosa sobre o valor da vida humana.


Muitas vezes, ela só é percebida em sua plenitude quando já não pode ser recuperada.


A presença que parecia comum torna-se insubstituível.


A voz que era rotina transforma-se em profundo silêncio.


E aquilo que foi tratado como descartável revela-se um universo inteiro que jamais voltará a existir.


Por isso, mais do que refletir sobre o arrependimento, é necessário refletir sobre a consciência.


Sobre o cuidado com as próprias ações.


Sobre a capacidade de enxergar a humanidade do outro antes que seja tarde demais.


Porque a verdadeira sabedoria não está em lamentar o mal causado, mas em impedir que ele aconteça.


No fim, o arrependimento pode transformar quem errou, mas não ressuscita quem partiu.


E talvez essa seja a razão pela qual algumas escolhas carregam um peso tão imenso: elas nos lembram que há danos que o tempo não desfaz, palavras que silêncio algum corrige e vidas que, uma vez perdidas, permanecem para sempre além do alcance de qualquer pedido de perdão.

Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.


Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.


Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.


A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.


Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.


Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.


Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.


E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.


O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.


Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.


Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.


Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.


A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.


Seu valor é anterior a qualquer mérito.


A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.


Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.


Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.


Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.


E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.


Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.⁠

A vida é uma colcha de retalhos: alegre, colorida, macia e cheia de quadradinhos para escrever novas histórias.
Debbie Villela

O tempo de celebrar é quando temos a vida bailando alegria interior.
Debbie Villela

Reconhecer um defeito pessoal é ter certeza de que a vida é feita de nós, cada um com uma ponta a ser solta.
Debbie Villela

Vive, sobrevive e compreende melhor a vida aqueles que já sentiram o sopro da morte, conseguindo fazer o vento lutar contra o tempo.

No mar da vida virei peixe, quase sereia, borbulhando na esperança.
Debbie Villela

Realidade. Único roteiro que a vida segue.
Debbie Villela

Tem veias sonoras no batimento da vida, em corpos dilatados de amor. Na majestosa arte natural dos movimentos, dançam livremente.
Debbie Villela⁠

A melhor parte é soluçar de tanto rir. Pedaços de vida escritos em caligrafia tremida.
Debbie Villela