A Vida é de quem se Atreve
Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.
Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.
Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.
A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.
Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.
Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.
Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.
E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.
O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.
Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.
Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.
Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.
A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.
Seu valor é anterior a qualquer mérito.
A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.
Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.
Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.
Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.
E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.
Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.
E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?
Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.
Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.
A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.
É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.
É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.
Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.
A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.
Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.
Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.
É a consciência de que ele não volta.
E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.
A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.
Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.
Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.
Adiamo-nos.
Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.
E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.
Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.
Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.
Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.
Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.
E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.
Cada dia que passa não fica à nossa espera.
Vai embora.
Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.
Há uma urgência muito discreta em estar vivo.
Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.
Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.
O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.
A morte não é apenas o fim da vida.
Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.
A vida pode não ser infinita.
Mas pode ser inteira.
E talvez isso seja o suficiente.
O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.
Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.
O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.
Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.
Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.
Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.
É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.
É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.
Porque paixão pode incendiar.
Desejo pode estremecer.
Encantamento pode nos tirar o chão.
Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.
No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.
É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.
E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.
O Dinheiro
não pode comprar Vida, mas pode comprar Qualidade para a Vida que restar.
É uma frase bastante incômoda, talvez porque toque justamente onde preferimos não olhar: o Tempo é o único patrimônio que, depois de gasto, não pode ser recuperado.
Dinheiro não compra mais uma manhã, não devolve um abraço que ficou para depois, não impede que os anos passem.
Não compra juventude, nem garante que estaremos aqui amanhã.
Mas pode, sim, diminuir sofrimentos, proporcionar conforto, permitir escolhas e transformar determinados momentos da existência.
Há quem passe a vida inteira acumulando recursos e se esqueça de viver.
Há também quem romantize a falta de dinheiro, como se a precariedade fosse uma virtude.
Nenhum dos extremos parece fazer sentido.
O dinheiro é uma ferramenta.
O problema começa quando ele deixa de servir à vida e passa a ser o motivo pelo qual a vida é adiada.
Porque, no fim, talvez a verdadeira riqueza não esteja simplesmente em ter muito, mas em poder usar aquilo que temos para tornar melhor o tempo que nos foi concedido.
Uma moradia mais confortável.
Um tratamento médico digno.
Uma viagem há muito sonhada.
Tempo para estar com quem amamos.
A possibilidade de dizer “não” ao que nos destrói e “sim” ao que nos faz bem.
Pequenas liberdades que, quando a vida aperta, descobrimos que também têm preço.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto dinheiro conseguimos juntar, mas quanto da nossa vida conseguimos preservar enquanto o juntávamos.
Afinal, chegar ao fim da estrada com os bolsos cheios e o coração vazio também pode ser uma forma de pobreza.
O dinheiro não compra a vida…
Mas pode ajudar a cuidar dela — enquanto ela ainda é nossa.
Quando a vida colocar você entre o prazer imediato e a paz duradoura, respire fundo e pense nas consequências. Sua paz interior é seu bem mais precioso. Escolha caminhos que preservem sua essência e permitam que você termine cada dia com a consciência tranquila.
' O milagre da vida é sabermos que estamos ai... respirando,
andando, falando, ouvindo, cantando, amando, chorando.
E sem ter explicação de como foi feito tanta beleza com tamanha perfeição... E ainda tem gente que quer se preocupar em enriquecer materialmente; se nossa maior riqueza já está no simples fato de existirmos.'
—By Coelhinha
Ser feliz é fazer da vida uma comédia, deixando de lado o drama.
Rir muito te dá mais longevidade...
e sofrer muito encurta a escalada de sucesso rumo à felicidade.
“Feliz Domingo abençoado pra você. Que Deus encha sua vida de alegria, e esvazie os momentos de tristezas.”
—By Coelhinha
"Não fique ai parado esperando...se Deus pode ou não pode fazer um MILAGRE na sua vida.
Ele pode qualquer coisa. Quem tem que demonstrar se PODE Deus confiar na sua fidelidade em acreditar e depositar sua fé somente nEle é você. Este Deus soberano PODE tudo."
─By Coelhinha
Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
(João 14:6)
"Se você colocar Deus primeiramente em tudo na sua vida. Não tem como percorrer caminho errado."
─By Coelhinha
"Nunca confie em uma mulher que diz tudo sobre a vida dela completamente em detalhes, pois se ela faz isso com a própria vida dela...IMAGINE... Ela é capaz de dizer muito mais qualquer coisa que puder sobre a sua."
—By Coelhinha
"Às vezes é preciso o IMPOSSÍVEL estar na tua vida, para que o Deus de MILAGRE seja notado em meio aos INCRÉDULOS."
—By Coelhinha
"Um exemplo de vida e de luta é não deistir do impossível que Deus tem preparado pra ti.... QUE SIM.... Pra Deus tudo é possivel,
até mesmo quando para os homens já não sejam. "
—By Coelhinha
"Se algo não funciona direito na minha vida, MUDO. Não tem esta história que: -Jamais mudarei... porque as circuntâncias da vida te levam a isso.
No meu caso como sou testaruda (cabeçota) mudei por Cristo. Só Ele eu faria tal coisa. E continuo mudando por Ele e claro que pra melhor, porque se for pra pior tenho a forma de pensar; que não se mexe naquilo que está bom. E se não é pra melhorar deixa como está ( não sou caranguejo) ou descanso onde estou em Cristo, ou sigo; e como sempre pra frente."
—By Coelhinha
"Entenda: Deus antes de cumprir as promessas na sua vida Ele cria relacionamento. Assim foi quando Moisés criou intimidade com Deus no Deserto, José do Egito na prisão, Jacó na peleja com o anjo, Abraão no sacrificio com seu filho Isaac, Jó na solidão, Daniel na Cova dos Leões… assim será Deus com você nesta tua peleja(luta)."
⏩INTIMIDADE é você conhecer tão bem alguém que antes dela agir você já sabe o que ela faria.
—By Coelhinha
"Aprendi que na vida algumas pessoas são insubstituíveis, outras que já são totalmente desnecessárias! Que Deus me PROTEJA de MIM MESMA; da MALDADE de GENTE BOA
e da BONDADE de GENTE RUIM."
—By Coelhinha
✿"SINCERAMENTE...???
"Este foi um dos melhores aniversários da minha vida. O que significa que me foi dado o privilégio de viver mais um ano. Por isso, e pela maravilhosa dádiva que é a vida, eu Te agradeço, meu Deus! Por poder desfrutar da vida, da companhia daqueles que eu amo. Por poder celebrar mais um aniversário com saúde e alegria, eu Te agradeço, meu Deus! Meu Deus, humildemente eu Te dedico toda a minha gratidão, pelo maior presente alguma vez recebido - A VIDA.
Louvo a Deus pela vida do Pr. Silas, pra. Débora e todos os ouvintes da Radio, que me dedicaram um día de total HOMENAGEM com chuvas de bençãos totalmente do espirito de cada um. Aos amigos e familiares pelos audios, msn pelo Zap, Facebook, ligações e presença marcada de todos que... Eu até sabía que era amada mais VOCÊS me surpreenderam (é o privilegio sem nenhuma hipocresía de uma experiência sobrenatural). Fazer aniversário já era algo especial para mim, mas vocês conseguiram fazer desse dia o mais memorável e feliz pra mim. Pela graça de Jesus que o Senhor esteja com vocês por toda a eternidade."
#Agradecida
─By Coelhinha
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