A Vida é de quem se Atreve

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Ser frio, calculista, desconfiado, não é o meu gênero, é meu escudo talhado da vida!

Quando você balançar a árvore da vida, não se assuste com o tanto de pessoas interesseiras e falsas que vão cair dela. Melhor uma árvore vazia e com espaço para novos frutos ao estar cheia de frutos podres.

Porque eu também sinto medo, e haverá a morte um dia. A vida é apenas uma ponte entre dois nadas e tenho pressa.

Vida, meu amor, 1 mês de namoro hoje!
Sério, eu ainda não acredito que depois de tantas coisas estamos juntos e mais felizes do que nunca, e me desculpe por nunca ter postado nada pra você aqui... me desculpe por não conseguir demonstrar em palavras todo esse sentimento. Mas eu acredito que a força do meu sentimento não é demonstrado através de palavras e sim de atitudes, e o nosso amor é demonstrado através de atitudes, com beijos, carinhos, sorrisos... dias perfeitos ao seu lado, VIDA. Eu te chamava de amor, mas aí eu me dei conta que amor era só uma parte de mim, e você não é uma parte de mim. Você sou eu por completo, e foi aí que eu comecei a te chamar de VIDA. Eu te amo do meu jeito atrapalhado, mas amo.

A vida é simples, é tomar decisões e não se arrepender.

Canção do Tamoio

I

Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos!
E o homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.

III

O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!

V

E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra
Retumbe aos ouvidos
D'imigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d'ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.

VII

E a mãe nessas tabas,
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.

IX

E cai como o tronco
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.

X

As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.

Gonçalves Dias

Nota: Poema de "Cantos: Collecção de poesias".

Ora, o que é a vida sem riscos

A vida tem disso
No fim tudo faz sentido
Então até mais
Não adianta olhar pra trás

Rita Lee

Nota: Trecho da música A fulana.

Amo a vida, mas a morte me namora.

Não sei muito bem com qual propósito você entrou em minha vida, eu só sei que você a mudou.

Carta de Amor

Quando vejo como era minha vida sem você, não acredito que vivia.
Respirava, dormia, acordava, me nutria.
Hoje vejo que era só a parte física que era alimentada.
Eu estava morrendo e não sabia.
Você chegou como uma brisa fresca numa tarde quente de verão!
Entrou como quem não quer nada e tomou conta do meu coração.
Hoje faz parte da minha vida como se sempre lá estivesse.
Como era mesmo que eu vivia?
Só consigo me lembrar do agora. Do antes, não me lembro, não vivia!
E, pior, eu não sabia.
Hoje você existe dentro de mim.
Faz parte de minha pele, do meu cheiro, do meu coração.
E não há o que eu não pense que não venha impregnado de você.
Você existe e me espera.
Eu espero que a vida, um dia, nos dê a carta de alforria
e nos deixe viver esse grande amor!

Podemos costurar a pele, reparar os danos, diminuir a dor. Mas quando a vida sucumbe, quando nós sucumbimos, não há ciência nem regras fortes e rápidas. Apenas temos que superar.

Você só precisa fazer algumas poucas coisas certas na vida - desde que não faça muitas erradas.

Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.

Sylvia Plath
The Bell Jar. New York: Bantam Books, 1972.

Você disse? “Eu te amo… Não quero nunca viver sem você… Você mudou minha vida…”. Você disse? Faça um plano… Trace um objetivo… Batalhe por ele… Mas de agora em diante, sempre, olhe em volta… Beba-o… Porque este é o objetivo… Tudo pode acabar amanhã.

O diabo fica nas esquinas da vida, nos mostrando o que não fizemos, ao passo que Deus pega em nossas mãos e nos mostra o que pode ser feito.

A dor me ensinou que...
Os melhores momentos da vida não são necessariamente os mais agradáveis. São os mais expressivos no coquetel vital dos sonhos e pesadelos; das luzes e sombras; dos risos e lágrimas; das presenças e ausências; das dores e amores vividos... Momentos ímpares que nos despertam do sono letárgico da indiferença e nos impelem à ação criativa, forçando-nos moldar um novo ser – sensível e amoroso - menos apegado às coisas triviais e mais comprometido com os valores essenciais desta preciosa dádiva chamada vida.

Caminhar é preciso, mesmo que seja sobre brasas...

A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos dançar...

"Eu sou um aeroporto. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida!"

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve, mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar...

Tom Jobim e Vinicius de Moraes

Nota: Letra da música "A Felicidade"