A vida é curta

Cerca de 233680 curta A vida é

"Feliz é aquele que sabe
reconhecer que cada dia
de vida é um presente
de Deus."

​"O destino é um rascunho que só ganha vida com a tinta do seu suor."

⁠Ter uma infância sofrida é ter em parte uma vida tolhida

Somente ofereça aos abutres que sobrevoam sua vida o necessário, afinal de contas, carne podre só servirá de isca a quem se alimenta de rejeitos

É preciso esvaziar nossa mochila da vida, alguns pesos que carregamos, não nos pertence!

Se alguém fere seu coração, sua dignidade e sua paz, você tem todo o direito de proteger a sua vida e colocar distância.
Isso não é ingratidão, é amor-próprio e preservação daquilo que Deus confiou a você: a sua vida e o seu coração.

A fé é o pincel que Deus usa para colorir uma vida preto e branco.

Um dia... o amor da sua vida, noutro dia... a pauta da sua terapia.

Viver dói — sempre doeu. Quem tenta escapar da dor termina por esquivar-se da própria vida: contorna riscos, suaviza experiências, recusa o impacto que forma e transforma. Ao poupar-se do que fere, priva-se também do que expande. A existência exige exposição; não há plenitude sem atravessamento. E, no fim, descobre-se que o maior sofrimento não foi a dor sentida, mas a vida que deixou de ser vivida.

Hoje eu sei...
Que nada nessa vida tem que fazer sentido, só tem de valer a pena!"
Haredita Angel
20.04.14

... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!

" O que complica a vida pessoal é julgar a vida alheia, se descuida demais da que se tem. "

"A vida exige firmeza de caráter e delicadeza de espírito. É preciso ter a força das montanhas e a suavidade do vento que as toca."

"Entre a aurora e o crepúsculo, a vida oscila como pêndulo entre a carência e o tédio. "

"A verdade pode ferir por um instante. A falsidade corrói por uma vida inteira."

" Ô dona, aponta pra mim esses olhos que jamais deixarei de enxergar a vida. "

TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.

Ouve esta música? É a expressão da minha vida: uma partitura admirável, estragada por um horrível, por um infame executante.

⁠Mas saibam que a franqueza é a primeira virtude de um defunto.
Na vida, o olhar das opiniões, a diferença de interesses, a luta das cobiças, nos obrigam a esconder, disfarçar, enganar os outros e a si mesmo.

Se todas as estações que mudam parassem um dia, uma certeza se teria, a de que a vida falharia.