A Verdade de cada um Pirandello

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Esses dias resolvi observar a chuva e percebi o quanto a chuva me acalma.
Cada gota de chuva, que cai sobre o solo, soa como uma canção de ninar que me acalma em noites difíceis.

⁠Passei a noite a te admirar
Cada linha, cada cor e cada cheiro...
Que me faz te querer mais e mais.
Apenas 1 cm era o que separava meus lábios dos teus.
Cada inspiração e respiração era sentida intensa como uma cena de filme de terror.
Parecia ser o momento certo, o momento
Exato para acabar com toda essa duvida,
Essa curiosidade de sentir o seu sabor.

Amar você foi como andar com o infinito,
Sem começo exato, nem fim definido.
Cada passo era leve, flutuava no ar,
Como quem ama sem medo de se entregar.
Foi perder o rumo, mas encontrar sentido,
Ver no teu olhar um céu nunca visto.
Foi silêncio que falava mais que som,
Foi tudo e nada, intenso e bom.

E mesmo que o tempo queira apagar,
Esse amor não dá pra calcular.
Porque amar você…
Foi como andar com o infinito.

*– Binilson Quissama*

“Inteligência é aquilo que cada sociedade elege, conforme suas ferramentas e suas urgências.”

Cada dia tem algo para nos oferecer... basta saber agradecer e acolher com simplicidade!

A extinção dos deveres e obrigações se torna cada vez mais plausível! Todos buscam direitos, mas poucos cumprem a lei!

⁠irresistível

O encanto da voz doce que nos torna vulneráveis em cada palavra que beija os nossos ouvidos.

⁠Sentir

A vida é uma poesia que sentimos a alma em cada verso que vivemos.

Cada osso guarda uma memória mais antiga que a própria história. O Primevo não habita apenas a alma; sedimentou-se na carne, nos nervos, no sangue e na arquitetura silenciosa do corpo. Antes que a consciência aprendesse a pensar, o corpo já sabia sobreviver, temer, desejar e recordar. Há memórias que jamais passaram pela linguagem, porque foram inscritas na matéria muito antes de existirem palavras para descrevê-las.

⁠O tempo não cura: apenas descasca. Cada estação remove uma pele, até que reste o osso nu daquilo que sempre fomos.

O mundo se dobra sobre nós como papel velho, e cada escolha é uma dobra que jamais poderá ser desfeita. Entre o que sentimos e o que mostramos, há um abismo silencioso, e todo gesto que acreditamos simples é, na verdade, uma inscrição daquilo que jamais ousamos dizer.

O destino não é estrada nem muro, mas a sombra que projetamos ao caminhar. Cada passo que julgamos firme deixa rastros de incerteza, e cada sorriso que oferecemos é um reflexo do vazio que tentamos ocultar. No fim, tudo retorna àquele lugar silencioso onde já existíamos antes de saber que éramos.

O tempo observa em silêncio, indiferente às nossas urgências. Cada escolha que acreditamos decisiva é apenas um fio lançado sobre o abismo, e cada desejo não realizado ecoa como sombra de nós mesmos, lembrando que nada nos pertence, nem mesmo a própria esperança.

A memória não guarda fatos, mas cicatrizes; cada lembrança é uma ferida reorganizada em narrativa, e quanto mais a repetimos, mais nos afastamos da verdade e mais nos aproximamos do mito íntimo que nos sustenta.

A alma é uma chama que não pertence ao corpo, mas o habita como peregrino; cada dor é apenas o vento que a faz tremular, e cada alegria, o clarão que recorda sua origem no fogo divino que jamais se apaga.⁠

Cada sonho é uma chama que pede céu, mas arde primeiro no peito; e quem o segue descobre que não há triunfo sem ferida, nem voo que não nasça da promessa secreta da queda.

O homem que busca a eternidade esquece que cada instante é já infinito em si; é na intensidade da queda e na doçura da perda que a alma sente seu próprio voo.

O tempo esmaga com delicadeza cruel: cada memória se desfaz, cada esperança se dobra, e no espaço entre o que fomos e o que seremos, o vazio se revela como o único companheiro fiel.

Há uma dignidade silenciosa em não reagir a tudo. O ser que amadurece percebe que responder a cada provocação é ainda estar preso ao jogo do outro. A verdadeira força não se manifesta no confronto constante, mas na capacidade de escolher onde a energia deve permanecer — e onde o silêncio já é resposta suficiente.

Que a cada instante você observe os detalhes da vida e valorize cada momento. Porque o presente realmente é um presente, uma dádiva de Deus concedida a cada um de nós.
Que a obscuridade de certos momentos da vida, não tire de você a sensibilidade de ver o belo da vida em cada detalhe e que a sua essência faça você lembrar quem realmente você é.