A Verdade de cada um Pirandello

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Melhor um latifúndio de falas, que um deserto de ideias

La fora uma garoa fina e insistente, aqui dentro, nossa, um diluvio

Viva o hoje, foda-se o amanha, porque talvez você não tenha um amanhã...

Certeza

Acusar sem ter certeza
é um ato indecente
é ferir a natureza
numa ação incompetente
é preciso ter cuidado
você pode ser julgado
mesmo sendo inocênte.

A palavra é e será sempre um dos ativos mais valiosos do empreendedor.

Coisas do coração ?
Um coração partido dura anos, um coração roubado dura outros tantos ...um coração fechado tem dias, um coração " de pé atrás" também pode durar muito , um coração que não bate por amor ou por paixão pode durar ainda mais...
Corações…Tenho um bocado de medo dessa figura. Desse desenho. Tenho quase sempre medo de ver o meu. Nunca sei ao certo o estado dele. Já o tive despedaçado, perdido, apertado, e até esborrachado...
Não te sei dizer qual a pior sensação. Talvez a ...de não o ter, ou de o sentir espatifado contra uma parede que eu própria não soube derrubar.
Coisas do coração? Queria eu saber cura-las...ou ameniza-las...ou fazer de conta que elas não estão em mim. Mas não. Eu não sei. É tudo em vão. Ele mostra-me sempre onde está...mesmo que...reticente...mesmo que viva na pele de outra pessoa.

Minhas palavras são a metade de um diálogo obscuro
continuando através de séculos impossíveis.

Cecília Meireles
Viagem. São Paulo: Global, 2012.

Nota: Trecho do poema Diálogo.

...Mais

Qualquer caminho é apenas um caminho e não constitui insulto algum – para si mesmo ou para os outros – abandoná-lo quando assim ordena o seu coração. Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessárias... Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui esse caminho um coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma.

É triste chorar sem nem ao menos conseguir definir um motivo

Vivemos em um mundo onde tudo que é real para algumas pessoas são as falsas mentiras na quais elas insistem acreditar.

Um ator precisa de algo mais do que apenas seu talento artístico: Ele deve ser, também, um ser humano ideal.

Deus me livre de um coração ingrato, Deus me livre de um coração soberbo, Deus me livre de um coração rancoroso, Deus me livre de um coração orgulhoso, Deus me livre de um coração hipócrita, Deus me livre de mim mesmo!!!!

Um beijo, é sempre um beijo.



O sabor de você,
se dissolve em meus lábios.
Seu gosto, seu cheiro e seu calor,
pairam na lembrança;
essa, sim; indissolúvel;
Como se agora,
pudesse ser a hora,
Como se perdurasse um beijo
sem trégua pra respiração,
Eu quero.
Eu peço.
Um beijo e um coração.

Certa vez ouvi conselhos de um amigo muito sábio que me disse que as pessoas sempre falarão o que elas querem e pensam e que acham na opinião delas o que é melhor para mim, mas que se conselho fosse bom não se dava, se vendia, dito popular mas que faz todo o sentido.
Damos importância a tantas coisas que falam para nós, maus conselhos ou até bons e ficamos nessa incógnita do que é politicamente correto ou não. Está na hora de botar os pés no chão e ver o que definitivamente é bom para você. Parar de se mover pela opinião de terceiros e ter suas próprias escolhas. Viver intensamente, sem prejudicar as pessoas, mas também não ser tão bonzinho ao ponto de esquecer de si mesmo.
Amar sem medo, acreditar, ter fé, fé em Deus, fé na vida... Tentar outra vez, como na música do seu Raul.
E se fortalecer, encorajar-se. Acreditar em si próprio, confiar no seu taco. Você pode, você consegue. Independente do que falam e pensam, se acham que você é capaz ou não. Isso vem de você e a motivação não é das pessoas de fora, isso se chama incentivo, a motivação é um sentimento que você tem que descobrir, você tem que se auto avaliar, você tem que mudar, crescer e evoluir. A mudança depende de você.

As 3 regras para se tornar um hacker!
Nenhum sistema e seguro.
Mire no impossível.
Não Limite sua diversão no Mundo Virtual.

Religião é como um par de sapatos... Encontre um que se encaixe em você, mas não me faça usar os seus sapatos.

Charles Chaplin disse em um de seus poemas , que a vida é uma peça de teatro na qual não se permite ensaios ,poderia tambem se basear em um circo , pois o que existe dentro de todos é a alegria de viver e um simples aplauso que faz a vida crescer .

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Os meus sapatos de cristal, têm um lacinho de ouro. Mas mesmo assim prefiro...aqueles de couro. O meu sentir é um pássaro engaiolado. Mas quando escrevo voo, para todo e qualquer lado. A minha boca sorri sempre quando preciso, e a minha cabeça, avisa...Juízo!

Podia ser uma princesa, mas prefiro ser uma camponesa. E se me disseres, que de bom senso não tenho nenhum.
Pois eu te direi, que assim ficarei. Porque mais que os dons da realeza, amo a natureza!
E sou assim...comum.

Que nunca, nunca, nunca mais esta bela terra experimente novamente a opressão de um pelo outro e sofra a indignidade de ser a escória do mundo. Que a liberdade reine!

Nelson Mandela

Nota: No discurso inaugural de celebração em 1964, Pretoria