A Verdade de cada um Pirandello
Cada erro me empurrou para um aprendizado, o tropeço mostrou o caminho que o acerto não dá, aprendi com falhas o rumo que preciso seguir, valor há em cada queda que nos ensina.
Entre espinhos, passos lentos, um cajado toca a solidão. Cada ferida acende o caminho, cada lágrima mostra o chão. Quem busca o que ama, sangra, mas o sangue é oração. E o perdido, ao ser achado, vira luz na escuridão.
Cada passo deixado na dor é também um vestígio de amor. O caminho pode ferir, mas quem anda com fé transforma o chão em esperança. Mesmo quando o corpo cansa, o coração ainda floresce, porque sabe que está voltando pra casa.
Cada passo hesitante é apenas um lembrete de quão frágil você é, e de quão corajoso você precisa ser.
A compaixão virou um alvo fácil em um campo de batalha onde cada um luta apenas pela sua sobrevivência.
As perdas ensinam a geometria do meu próprio espaço. Depois de cada saída, sobra um contorno novo do que sou. Desenho com cuidado as margens que restaram do mapa. E percebo que a estrada que me falta é também caminho. Perder é reformar a casa onde ainda cabe silêncio e canto.
O fracasso é apenas um nome elegante para o aprendizado que custou mais caro. Transforme cada erro em maestria.
O coração humano é um campo de batalha onde cada lembrança tenta reivindicar um território. Algumas constroem templos, outras cavam tumbas. E entre fé e desespero, vamos tentando existir nesse terreno instável. Mas é no caos que aprendemos o valor de cada pequeno gesto de paz.
Há um piano em meus ossos que toca notas quebradas, cada acorde é um pedaço de mim que insiste em existir. Quando a cidade dorme, a música remexe entulhos antigos, e eu me descubro inteiro nas frestas de um acorde menor.
Tenho um bolso cheio de noites que não cabem no sono. Cada uma delas traz a voz de um passado que insiste em ensinar. Guardo perguntas que não ouso responder em voz alta. O corpo se cansa mas o pensamento não dorme. Há uma leve certeza de que seremos menos estranhos à vida quando aprendermos a perdoar o silêncio.
As lembranças desfilam como cartas nunca enviadas. Cada envelope carrega um peso que cansa o peito. Algumas palavras queimam quando as leio de novo. Outras, surpreendentemente, consolam como um cobertor velho. E então percebo que cuidar de si é aprender a costurar as próprias roupas rasgadas.
A noite cultiva jardins de pequenos remorsos. Cada um deles é uma flor que não se abre. Eu passo os dedos e sinto pó de saudade. Há um perfume que lembra promessas quebradas. E continuo a regar o que não floresce apenas por costume.
O destino escreve com notas trêmulas, cada escolha é um
acorde, e cada erro uma melodia
que nunca deixa de ecoar.
Graduei-me em simular estabilidade, mas meu corpo é um delator que desmente cada vírgula que minha boca ensaia.
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