A Verdade de cada um Pirandello

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O fim de tudo é a transformação de um novo início de tudo.

Uma vez, um viajante estava na Amazônia, conversando com um garimpeiro bem velho. Esse garimpeiro disse ao viajante: "A humanidade é igual garimpo, é igualzinho um garimpo. Tem um monte de cascata, toco, pedra sem valor, lama... Mas no meio tem as pedras preciosas. Tá lá as pepitas e os ouros. Se você quiser encontrar essas pedras raras, tem que se sujar na lama, se arriscar a se machucar e reeducar o olho, porque as pedras preciosas vêm sujas de lama, é preciso reconhecê-las."

Há um certo preconceito em relação a algumas profissões, como "pedreiro", "costureiro", "agricultor", "faxineiro", "lixeiro", "encanador", entre outras. Isso me soa até meio cômico, pois essas são algumas das profissões mais essenciais para o funcionamento da sociedade. No entanto, muitas vezes são vistas de forma inferiorizada, como se fossem menos importantes.


As pessoas esquecem que a roupa que estão vestindo foi feita por uma costureira, a casa onde moram foi construída por um pedreiro, a comida que estão consumindo foi plantada por um agricultor, os ambientes que frequentam foram limpos por faxineiras, o lixo que é retirado das ruas é responsabilidade dos lixeiros, e a água que bebem, canalizada através do encanamento, foi feita por um encanador.


Infelizmente, muitos não percebem o quanto dependem desses profissionais para viver sua rotina diária. Essas profissões são fundamentais para a nossa existência, e ainda assim, são extremamente desvalorizadas. É injusto que os profissionais dessas áreas recebam tão pouco, enquanto desempenham funções vitais para a sociedade. Esses trabalhadores deveriam ser mais valorizados e remunerados de maneira justa, pois, no fim das contas, sem o trabalho deles, muita coisa simplesmente não funcionaria.

Vivemos em um transe hipnótico induzido pela mentira; é preciso acordar do transe com o estalo do óbvio.

Estar vivo é uma dádiva; viver é um privilégio.

Em um mundo invertido,
O rico tem o afeto como prioridade na vida;
O pobre tem o dinheiro como prioridade na vida.

Ninguém está sozinho em um mundo cheio de vida.

Construir demora anos; destruir não leva nem um minuto, mas se sua construção é forte, nem o tempo destrói.

A solidão é um encontro consigo mesmo; se você está mal consigo mesmo, a solidão é ruim; se você está bem, a solidão é paz.

Tudo de ruim que acontece na sua vida tem um único propósito: te ensinar; ou você aprende, ou tudo se repete.

O povo vive em um relacionamento abusivo com o Estado. O Estado manipula, engana, explora, maltrata e trai constantemente, mantendo o povo sob controle. Ele utiliza a dependência, a necessidade e a carência do povo para se fortalecer, forçando-os a se submeter, a aceitar ordens e a viver em uma situação de escravidão mental e física. Ao doutrinar a população, ele cria a ilusão de que não existe outra opção, que esse relacionamento é o melhor possível, quando, na realidade, ele só piora a cada dia, tornando as pessoas mais frágeis e desiludidas.


A população, muitas vezes, acredita que esse relacionamento pode melhorar, mas o que acontece é o oposto. O povo continua preso nesse ciclo tóxico, sem perceber que há a possibilidade de algo melhor e mais saudável. Somente quando a coragem de romper com esse ciclo chega, é que as pessoas poderão se libertar desse vínculo opressor e começar a reconstruir um caminho mais justo e livre. Até lá, o relacionamento com o Estado continuará adoecendo e prejudicando o povo, até que eles se deem conta de que precisam se libertar dessa prisão, emocional e social.

Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas vive um sono profundo, dorme de olhos fechados, dorme de olhos abertos; e nunca acorda para a realidade, pois a realidade é um despertador silenciado pela mentira.

Aquela tristeza constante é só um aviso de que precisa mudar e aceitar a si mesmo.

Amor é dar, oferecer, doar, ajudar, curar, ceder, deixar com quem ama tudo aquilo que um dia a morte irá levar, pois o que fica é amor.

Tirar o problema daquilo que vê como um problema é a solução para tudo.

A única diferença que eu vejo entre a superioridade de um bilionário e um mendigo é que se o bilionário perder a fortuna, ele se mata; já o mendigo não.

A diferença de um amigo e um inimigo é muito pouca; é que o amigo está contigo até você prejudicar a amizade, e o inimigo está contigo até te prejudicar; mas no fundo, ambos têm o mesmo objetivo: estar contigo sem ser prejudicado.

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

Metaforicamente falando, o ser humano é um equilíbrio constante entre o bem e o mal...
Ele constrói, destrói;


Ama, odeia;
Diz a verdade, diz a mentira;
Ajuda, age com indiferença;
Cria espaço, cria barreira;
Vive de coração, atua apenas pela razão;
Busca a paz, deseja guerra;
Oferece, rouba;
Elogia, xinga;
É alegre, é triste;
É saudável, é doente;
Nasce e morre.

A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.