A Verdade de cada um Pirandello

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A compensação emocional compõe uma província ilusória em nossa geografia íntima, um território cujas fronteiras desenhamos usando a argila pesada do pertencimento. Muitas vezes, erguemos essa topografia movidos pela urgência da aceitação ou por um senso mecânico de crescimento, preenchendo o papel com rotas que são, na verdade, decalques exatos dos sonhos alheios.


Contudo, reconhecer a existência desse continente de expectativas herdadas — e tateá-lo com a lucidez de uma vulnerabilidade consciente — é um ato de profunda integridade íntima. É essa clareza nua que nos devolve a pena e o compasso, concedendo-nos a permissão vital para adentrar o espaço virgem do nosso próprio mapa, onde as coordenadas finalmente obedecem ao silêncio e à nossa verdadeira razão de existir.

Queria viver um sorriso tão lindo quanto aquele que inventei nas memórias da minha mãe.


Um sorriso que talvez nem tenha acontecido exatamente assim, mas que minha alma precisou criar para continuar acreditando na ternura.


Queria sentir algo tão glorioso quanto o abraço que imaginei ganhar do meu pai no dia da minha formatura. Um abraço inteiro, sem pressa, sem dívida, sem ausência. Um daqueles abraços que dizem, sem dizer: “eu vi você chegar até aqui”.


Queria um colo com gosto de lar.


Um lar com aroma de lavanda, janelas abertas para a paz, silêncio criativo repousando no canto da sala e uma playlist que parece não ter fim, como se o tempo tivesse decidido parar só para me deixar respirar.


Talvez eu não queira luxo.


Talvez eu só queira presença.


Um lugar onde a alma não precise se explicar tanto. Onde o coração possa tirar os sapatos, pousar suas guerras no chão e existir sem pedir licença.


Talvez eu só queira, por um instante, viver dentro da beleza que um dia precisei imaginar para sobreviver.

O primeiro som que sucede o silêncio não deve ser um estrondo, mas uma pulsação. A verdadeira paz não exige a imobilidade de quem respira; ela apenas pede que o movimento não seja uma fuga, mas um ancorar contínuo. Ao atravessar as cortinas recém-abertas, o cenário que se revela não nos apressa. Ele exige presença. É na cadência minuciosa dos passos, no atrito suave da sola contra o cascalho da própria jornada, que a identidade deixa de ser uma ideia no espelho e passa a ser o chão que pisamos. O silêncio nos ensinou a olhar para o centro; agora, o ritmo nos ensinará a caminhar a partir dele.

Um dia comum pode parecer vazio externamente, mas carregar uma guerra inteira por dentro.

“Um espaço pode impressionar os olhos.
Mas só uma experiência é capaz de tocar a alma.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

“Um ambiente com identidade não segue apenas tendências.
Ele traduz histórias, sentimentos e personalidade.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

“A verdadeira beleza de um ambiente
não está no que ele mostra, mas no que ele faz sentir.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

" No amanhecer ouço pássaros cantar um friozinho da manhã andando pela rua com um silencio absoluto ouço apenas pássaros cantar sobrevoa no céu o sol já no alto clareando aos poucos o céu vai ficando cor de rosa e azul admiro o belo dia vejo as casas tudo com portas fechadas algumas casas com luzes acesas gente despertando já cedo e a vida continua Assim"

Dentro dele cresce uma sombra que jamais conheceu o sol;
um fruto apodrecido que, mesmo preso ao galho, amadurece apenas para cair.

A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.⁠

Em um mundo de sombras e dor,
Sua luz clareia o meu caminhar.
Seu amor afasta todo o temor,
E o meu coração volta a sonhar.
Não há noite escura que resista,
Ao brilho que vem do Seu olhar.
Quem segue Teus passos conquista,
A paz que o mundo não pode dar.
Tua luz desfaz toda a ilusão,
Guia os pés no caminho do bem.
É farol para o meu coração,
E força que sempre me sustém.


Se a dúvida tenta me cercar,


Lembro-me bem do que prometeu


Quem te segue não vai tropeçar


pois caminha na Tua luz , ó Deus


editelima/2026

Um bom conselho


Um bom conselho pode ser remédio
E alívio para quem necessita,
Afastando a carência e o tédio,
Pois tudo muda para quem acredita.


O bom conselho baseia-se na realidade
Do outro que dele precisa
E é dado com empatia e bondade,
Carinho, respeito e afetividade.


O foco deve estar no outro,
E não nas próprias opiniões;
Vaidades ou experiências de outrem,
Devem ser respeitadas suas decisões.


Sobretudo, bons conselheiros
Não impõem regras a serem seguidas,
Aceitam sugestões bem verdadeiras
E condições que vêm na medida.


Raimundo Nonato Ferreira
Agosto/2026

O Beijo:
O encontro de dois lábios sedentos querendo praticar um esporte radical que traz adrenalina e aventura, dentro de uma enorme sensação de prazer!!!

Ponto de vista de um cidadão comum: pra montar um STF sem amarras políticas nem religiosas, o candidato teria que ter no mínimo 60 anos, seria escolhido e sabatinado por juristas sorteados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ficaria no cargo por 10 anos, sem holofotes e sem outra fonte de renda.


Benê morais
⁠

Doe por amor.




O espírito não precisa de um rim, mas o gesto de doar pode aliviar a dor e prolongar a permanência no plano físico de quem ainda tem uma caminhada a cumprir.


Doe por amor. Faça o bem hoje, sem esperar nada em troca.


Cada ato de solidariedade ilumina o caminho de quem recebe,


e fortalece a luz de quem doa.




Bezerra de Menezes.

⁠⁠“Quem entende e sabe conviver com as pessoas do seu universo certamente tem dentro de si um universo de sabedoria feito de respeito, atenção, zelo, altruísmo, caridade e paciência”
Ney P. Batista
Apr/27/2021

⁠“Cativar alguém e depois abandonar é o mesmo que conquistar um objeto de desejo e depois deixá-lo à parte por perda de interesse”
Ney P. Batista
Jul/12/2021

⁠“Até posso compreender um analfabeto, mesmo o funcional; Mas o analfabeto midiático, desse quero distância”
Ney P. Batista
Apr/09/2022

⁠“Um olhar diz tanto… Precisamos saber ouvir o que ele nos diz e também usá-lo para expressar nossos sentimentos, uma vez que palavras proferidas podem causar tanto desentendimento”
Ney Paula B.

⁠Quando se perde um ente querido.
Nesse momento de imensa dor, se faz necessário lembrar que é preciso compreender e saber adaptar-se à “impermanência da vida” - o que significa ter uma clara compreensão de que tudo na vida é transitório, inconstante e que em algum momento todos a deixaremos. Embora seja muito difícil aceitar essa realidade, temos que estar preparados para um dia enfrentá-la, tendo uma perfeita consciência dessa inevitabilidade.
Outrossim, é fundamental buscar o consolo do SENHOR, pelo Espírito Santo, acreditando que os que morreram em Cristo sempre estarão bem.
Lembrem sempre dessa verdade que alguém, noutro tempo, disse:
“Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar.”
Ney Paula B.