A Verdade de cada um Pirandello

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"A Bíblia não defende a existência de Deus; ela a pressupõe. Ele não é o fim de um argumento humano, mas o início de toda a realidade."

"Deus não se apresenta ao homem como uma conclusão ao final de um silogismo, mas como a premissa viva que sustenta toda a realidade; Ele não é provado, é o fundamento de toda prova."

"A fé bíblica não é um salto no escuro, mas o reconhecimento de que o Criador deixou Suas digitais na poeira da história, culminando no rosto visível de Cristo."

“Admirar um pensador não é ajoelhar diante dele, mas aprender o bastante para também questioná-lo.”

“Analisar as incoerências de um grande pensador não diminui sua grandeza; prova apenas que aprendemos a pensar.”

“Pensar é o maior elogio que se pode fazer a um grande pensador.”

"Deus não pode ser um 'objeto' do nosso conhecimento. Ele é o Sujeito que nos conhece. Tentar 'conter' Deus em definições seria como tentar colocar todo o oceano dentro de um copo de água. A 'face' divina é vasta demais para a nossa retina espiritual."

"Deus não é um objeto a ser desvendado pela mente, mas o Sujeito que nos conhece. Tentar defini-Lo é como querer conter todo o oceano em um copo de água."

"O silêncio reverente é o único recurso digno diante de um Deus que é grande demais para caber em nossas definições."

Todo mundo pode fazer o que quiser, mas não aceitar é um direito seu, tudo que é contra seus princípios rouba a sua essência e sem ela somos cascas vazias...⁠

Uma vida que não é centrada em Cristo é um perfeito desperdício.

Seria a convicção um reflexo do que desejamos acreditar? Ou, quem sabe, aquela voz que o invade todas as noites, ao recostar a cabeça no travesseiro, tenha algo realmente importante a dizer. Alguns acreditam em um sexto sentido; outros, que possuem o dom da adivinhação. Eu espero estar errado sobre tudo.⁠

Quase todos os dias penso no trapezista, caminhando por sua vida, que nada mais é do que um fio fino e delicado. Um movimento em falso, uma promessa na qual possa acreditar, até mesmo um olhar pode lançá-lo ao abismo, onde a existência colide com a realidade.

"Juventude e Silêncio da Alma:

O Despertar Espiritual em um Mundo Barulhento"

Há uma tragédia silenciosa que se alastra nas gerações mais jovens e não está nas telas, nas ruas ou nos ruídos que preenchem a existência moderna, mas sim no íntimo de corações que sentem demais, e por isso, sofrem. Em meio a um mundo que valoriza o imediatismo e a aparência, muitos jovens trazem dentro de si um clamor que não encontram palavras para expressar. São almas generosas, sensíveis, vocacionadas à luz, mas que se sentem deslocadas numa sociedade que parece premiar a superficialidade e o egoísmo.

O Espiritismo, como doutrina consoladora e racional, surge justamente como um abrigo para esses corações inquietos. Mas o encontro entre o jovem e o Espiritismo não é simples é, antes, um diálogo de almas: o jovem busca sentido, e o Espiritismo oferece luz; o jovem busca acolhimento, e o Espiritismo propõe responsabilidade; o jovem quer sentir Deus, e o Espiritismo o convida a compreendê-Lo pela razão.

Sob o ponto de vista filosófico, essa busca é o eco natural da alma imortal que, ao reencarnar num século de transição moral, encontra-se diante do velho dilema socrático o “Conhece-te a ti mesmo”. O jovem espírita de hoje é o novo filósofo da alma, pois precisa questionar o mundo sem perder a ternura, e indagar o sofrimento sem cair no desespero. Vive o conflito entre a sede de liberdade e o chamado da consciência, entre o impulso dos sentidos e a exigência do Espírito.

Do ponto de vista psicológico, o jovem moderno é o retrato de uma alma em reajuste. A ansiedade que o consome, a solidão que o acompanha e o vazio que sente não são apenas sintomas sociais são expressões de um Espírito em processo de amadurecimento moral. O mundo grita, mas o Espírito quer silêncio. O mundo exige máscaras, mas o Espírito clama por autenticidade. É nesse hiato entre o externo e o interno que se trava a grande batalha do ser. E o Espiritismo, ao oferecer-lhe a compreensão da vida espiritual, não o anestesia — educa-lhe a dor, dá-lhe sentido à espera, mostra-lhe que “muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus”.

No aspecto moral, o jovem espírita é convidado a ser semente de renovação e não reflexo do mundo. A Doutrina não pede perfeição, mas coerência. É por isso que aos neófitos, àqueles que ainda tateiam os primeiros conceitos e, por desconhecimento, dizem algo anti-doutrinário, nós compreenderemos; mas aos que se dizem realmente Espíritas, por razão de estarem imersos em seu bojo transformador, nós lamentamos quando perdem o senso moral e o testemunho do Evangelho que professam. Porque o jovem que encontrou o Espiritismo tem o dever de não apenas falar sobre a luz, mas de acendê-la dentro de si.

O que o Espiritismo espera dos jovens? Que sejam sinceros, que estudem, que questionem, que sintam, mas, sobretudo, que vivam. Que transformem a fé em ação, a dúvida em pesquisa, o sofrimento em serviço. E o que os jovens esperam do Espiritismo? Que ele os acolha sem julgamentos, que não lhes imponha dogmas, que dialogue com sua dor e sua linguagem que lhes mostre que ser sensível não é fraqueza, mas uma das formas mais puras de força.

Ambos se completam: o Espiritismo precisa do coração ardente da juventude; e a juventude precisa da sabedoria serena do Espiritismo. Um é o ideal que ilumina, o outro é a chama que impulsiona.

Assim, a tragédia silenciosa da alma que sente demais pode tornar-se o prelúdio de uma nova era moral. O jovem que hoje chora em silêncio poderá ser o consolador de amanhã. Pois o Evangelho, quando verdadeiramente vivido, não pede aplausos pede entrega.

E quem, em meio ao barulho do mundo, consegue escutar a própria consciência, esse já começou a ouvir a voz de Deus.

Nenhuma quantidade de evidências conseguirá convencer um idiota.

⁠Tornando-se assim um instrumento sem vontade própria, o estúpido será capaz de todo o mal e, ao mesmo tempo, incapaz de reconhecer-se mau ou de reconhecer maldade em seus atos. Aqui está o perigo de um abuso diabólico. Como resultado, as pessoas serão destruídas para sempre.

Se um louco estiver dirigindo, furiosamente, um veículo, matando e ferindo gravemente as pessoas ao invés de tratar dos que foram feridos por ele, é melhor, primeiro parar o louco.

⁠Na crise ou não, você nunca verá um leão comendo mato.

Os jogos são máquinas de felicidade, quem não gosta de passar de uma fase ou superar um desafio?

Um homem quebrado é como uma mão quebrada.