A Verdade de cada um Pirandello
Não importa o tamanho da tempestade. Sempre haverá um caminho a seguir. Mantega firme no leme, a tempestade passará e poderá apreciar um novo amanhecer de luz.
Almas que o tempo não apaga
Dois corações, um só destino,
cruzaram-se na curva do divino.
Almas gêmeas, em puro esplendor,
vivendo intensamente o mais belo amor.
Mas veio o tempo com sua dureza,
soprando orgulho, ferindo a leveza.
Palavras caladas, silêncios gritantes,
e o amor, tão vivo, tornou-se distante.
Seguiram caminhos, corpos separados,
mas os sonhos... ainda entrelaçados.
Cada gesto, cada som, cada cheiro,
era a lembrança do tempo verdadeiro.
O sol que aquece, a chuva que cai,
tudo recorda o que o tempo não trai.
Mas o orgulho, teimoso, cresceu demais,
e cavou entre eles abismos mortais.
Mesmo longe, a dor é presença constante,
como um eco do amor, ainda vibrante.
Dormem e acordam com o mesmo vazio,
tão perto no amor, tão longe no frio.
E o coração? Ainda pulsa em tortura,
amando em segredo, sofrendo a amargura.
Pois saber que se ama e não poder tocar
é o castigo mais cruel de se amar.
Maré de Lua — Câncer
És mar sereno e tempestade súbita,
Um coração que pulsa em ondas.
Tens no peito uma casa inteira,
Onde todos cabem — e ninguém quer sair.
Teu cuidado é remédio e abrigo,
Sabes sentir até o silêncio.
A intuição te guia como farol,
E teu amor é mar que nunca seca.
Mas… oh, Câncer, quando o medo morde,
Recolhes-te ao casco, frio e distante.
A mesma água que acalenta, afoga;
A mesma lua que encanta, oscila.
Guardas lembranças como tesouros,
Mas às vezes são âncoras que pesam.
Teu apego é calor e prisão,
E teu drama… ah, esse, enche o oceano.
És sensível, mas também forte;
Choras, mas segues nadando.
Virtude e defeito dançam contigo,
No vai e vem eterno da maré de Câncer.
Eu mudei há muito tempo.
Não por ser um mau-caráter, nem por ser um tolo distraído.
Mudei porque não aceito mais caminhar lado a lado com o caretismo que me acompanhava nas vilas da vida.
Não faço questão alguma de voltar ao que eu era antes.
Acordei a tempo de me proteger da tempestade,
de erguer minha própria fortaleza,
de entender que a mudança não foi fraqueza,
foi coragem.
Hoje sigo firme, sem olhar para trás.
Quem quiser caminhar comigo, que venha com verdade.
Quem não quiser, que fique preso às suas próprias sombras.
Eu sigo livre. Eu sigo desperto sem ninguém pra me atrapalhar.
mas eu sei que eu gosto de quem não gosta de mim. e eu não insisto, mas não por medo de um fim. afinal, não se termina o que nunca começou. e “eu e você, nunca pensou?”. “não.”
"Em um ambiente onde ninguém tem compromisso qualquer um que faça o essencial é reconhecido como eficiente"
Há um Deus tão maravilhoso e grande em bondade, que por mais que tentemos não conseguimos conhecê-lo por completo, por isso nos ofereceu a eternidade, com preço já pago na cruz.
Um pouco de paciência...
Cuidar da própria vida...
& execução de muito trabalho em benefício próprio...
é uma ótima receita.
Seja um garimpeiro na busca da sabedoria, garimpeiros investem pesado em materiais caros para alcançar o filão de ouro, assim como se sacrificam várias horas sem achar nada e por fim alcançam a pepita valiosa com muita paciência, por isso sejamos prudentes e diligentes na procura do mais valioso ensino de Cristo Jesus, a sabedoria suprema de vida, a pepita de Deus.
No Brasil os direitos humanos só servem para defender vagabundo, quando um homem de bem tem seus direitos violados, podendo morrer por isso em uma cela como preso político, os direitos humanos se calam
O pensamento é um visitante que trás encomendas; A saudade é uma visitante que canta canções tristes; O amor, bom, o amor não faz visitas, ele é um morador fixo!
O pensamento é um visitante que costuma trazer encomendas!
A lembrança é a visitante que gosta que falar de antigamente!
A saudade é aquele visitante que trás um violão e nos faz chorar;
Quanto ao amor... Bom, o amor mora, ele não faz visitas!
UMA ÚNICA VEZ
Somente uma vez a alma será tocada pela divina faísca,
Um amor que te fará incandescer, sem deixar vestígios frios.
Ele percorrerá a essência de teus poros,
Em chamas vivas e sem regresso
A enchente deste amor te arrebatará numa única vez,
E serás tão profundamente inundado
Que o próprio oceano de sua essência emanará
De cada uma das tuas minúsculas células.
Uma só vez, e toda a tua cúpula de estabilidade,
Autocontrole e firmeza inabalável se tornará areia fina.
Teus conceitos mais sólidos serão pulverizados e se espalharão pelo ar,
Rendidos ao vendaval desse amor.
Uma vez, te descobrirás na solidão salgada de um mar sem cais,
Onde a profundeza te rouba o chão e a vista não alcança mais.
Serás o fragmento de um barco, entregue aos braços das correntes imortais
Desta paixão que te arrasta, doce naufrágio,
Rumo a portos desconhecidos e desiguais.
Uma só vez, instante único, eterno e fugaz;
O dom de agora, que jamais se refará.
Não há segunda aurora, nem outro abraço igual;
É este o tempo que não cede, não esfria, não tem final.
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