A Verdade de cada um Pirandello
Quando uma mulher tem um rosto lindo,um corpo lindo,ela é apenas linda. Mas quando esta beleza está na alma,no coração e resplandece nos seus olhos através do seu sorriso,nos seus atos dóceis,ela se torna mais do que linda,se torna esplendorosa.
Um dia tudo acaba. Não importa se você está rindo numa festa ou chorando num quarto escuro. Não importa se tem dinheiro sobrando ou se falta até o básico. Não importa se está cercado de gente ou sozinho no silêncio. A vida não pergunta, não avisa, não negocia.
O fim chega. Seja pela doença, pela velhice, pelo acaso ou pelo destino. O campo fica vazio, a igreja se cala, a casa se fecha. O que você acumulou, o que você conquistou, o que você perdeu — nada disso muda o fato de que o último suspiro vem para todos.
A única diferença está no caminho até lá: como você vive, o que você faz, o que você deixa. Porque o fim é igual para todos, mas o peso da história que carregamos é o que nos distingue.
Então não se engane: o tempo é curto, a vida é dura, e o fim é certo.
O que você faz agora é o que vai ecoar quando não houver mais voz.
“Debaixo da Casca”
Bom dia.
Acordei com um desejo que pede voz há anos:
organizar o mundo que carrego dentro.
São ideias demais, caminhos demais, emoções demais —
como se minha mente fosse um cruzamento onde ninguém obedece o sinal.
Ser escritor, ou algo próximo disso, é caminhar com excesso.
Às vezes as palavras correm;
às vezes param todas, como se fizessem greve.
Eu falho, assumo, e recomeço — sempre.
Hoje declaro meu querer mais sincero:
reunir minhas crônicas, dar forma ao que sinto e penso,
e transformar tudo isso num livro dedicado aos meus alunos,
meu verdadeiro conteúdo.
Digo sem medo: não dou conta sozinho.
E aceitar ajuda também é política —
a política da humildade, da construção, da responsabilidade.
Quero romper minha própria casca.
Deixar sair o que é frágil e forte,
íntimo e público,
poético e indignado.
Quero transformar minhas aflições em páginas
e minhas páginas em memória viva.
Bom dia a quem tenta não viver só por fora.
Bom dia a quem insiste em ter miolo num país de cascas polidas.
Bom dia a quem escreve, tropeça, levanta
e segue —
porque a palavra sempre encontra seu destino.
“Às vezes, viver sendo quem você é parece um desafio grande demais para caber no peito.
É como tentar respirar num mundo que nem sempre entende as suas dores, os seus medos, os seus sentimentos.
Muitas vezes você quer fazer o certo, quer seguir um caminho de paz, mas existe um receio silencioso de ser machucado de novo.
Porque a rejeição dói. E a incompreensão pesa.
As pessoas olham, apontam, deduzem…
mas quase nunca enxergam o coração por trás da história.
No meio de tantas opiniões, existe Alguém que vê além da aparência, além das escolhas, além das falhas: Deus.
Ele conhece a batalha que você trava no silêncio.
Ele sabe dos seus conflitos, dos seus pedidos, da sua vontade sincera de acertar.
E mesmo quando o mundo tenta te definir, Ele te chama pelo nome.
Ele não te abandona, não te despreza, não te coloca à margem.
O amor d’Ele não muda.
Por isso, mesmo cansado, você continua.
Porque lá dentro, onde ninguém enxerga, existe a certeza de que o único que pode julgar é Deus —
e Ele escolheu te amar antes de qualquer palavra, rótulo ou opinião humana.” - Carlos Brum Oficial
Somos tão frágeis como um cristal, porém, tão resistentes quanto um aço quando nos entregamos a Deus.
Eu sou um grande admirador de pessoas grotescamente verdadeiras e tenho pavor de pessoas delicadamente mentirosas.
O universo é só um pensamento,
máquina viva sem operador,
reflete em mim seu movimento,
sou engrenagem do seu motor.
William Contraponto
Ciranda da modinha!!
Pra mim !! ...- um termo cultural que se refere a um movimento descartável - Modas que surgem e desaparecem, como uma dança circular, sem deixar marcas duradouras. Um reflexo da sociedade de consumo, onde o novo é valorizado e o antigo é descartado !!. Mas.. nessa ciranda, há também espaço para toda criatividade!! E a expressão cultural!?! Está com toda força e a todos instantes se reinventando!
Com carinho
Teresa Cristina Santana
Aprendeu o que era liberdade quando, pela primeira vez, nomeou as suas prisões.
Não foi um gesto suave: foi uma descoberta dura, como arrancar uma raiz que já se enraizou no peito.
Viu que ignorância não é ausência de saber, mas uma cela que nos impede de ver o mundo inteiro; que hipocrisia é a máscara que nos rouba a face e nos faz viver em duplicidade; que avareza transforma o coração em cofre e a vida em cálculo; que ambição sem limite é uma corrente que puxa para longe do que importa.
Reconheceu também as prisões mais íntimas: o ódio que corrói, a vergonha que paralisa, a vingança que envenena qualquer possibilidade de recomeço.
Liberdade, então, deixou de ser palavra vazia e passou a ser tarefa: desfazer nós, abrir portas, aceitar a dor do corte para que a respiração volte a ser inteira.
Não é fuga. É escolha. É olhar para dentro e recusar o que nos reduz. É aprender a viver sem trancar a própria alma.
A verdadeira liberdade não chega como presente. Nasce do trabalho de reconhecer cada prisão, nomeá‑la, enfrentá‑la e, quando possível, perdoá‑la.
Quem faz isso não se torna imune ao medo, mas deixa de ser prisioneiro dele.
E nessa saída, encontra-se o espaço onde a vida pode, enfim, ser vivida com coragem e verdade.
Aprendeu o que era liberdade quando descobriu quais eram Suas prisões.
Um dia quando eu me for não vá pensar; “Ela tentou e nunca conseguiu chegar em seus objetivos!” mas pense, “Apesar dela não ter conseguido chegar onde queria, ela nunca desistiu de lutar.” esse é o real sentido da vida, nunca desistir, mesmo com a inserteza de conseguir.
"Era um cheiro de causar inveja, às flores, quaisquer.
Perfume de mulher.
O negro dos cabelos, que cobria minha solidão, em uma noite qualquer.
Cabelo de mulher.
Seus gestos, seus beijos, que me transformaram de um pagão, a um homem de fé.
Jeito de mulher.
Suas palavras, falácias, que me faziam feliz, da cabeça aos pés.
Mentiras de mulher.
Quando em meu peito, ouvia o acelerar, daquele que todo homem quer.
Coração de mulher.
Me perdi na escuridão deles, tentando livrar-me das tristezas, mas eram o meu malmequer.
Olhos de mulher.
Por causa dela, hoje em perdição, no mundo, perdi minhas esperanças, minha fé.
Só encontrei mágoas e dor na sua, paixão de mulher..."
"Creio eu que, as lagrimas, são o combustível de um bom coração.
Acredito também que, todo aquele que chora, por vezes, merece o perdão.
Minhas lágrimas foram em vão.
Minhas palavras de perdão.
Nada valeram, desde sempre então.
Eu vivo apaixonado por ti, mas desde então, flerto com a solidão.
Do teu amor, seria indigno, meu coração?
Seria eu, digno de perdão?
Eis a questão.
O frio da madrugada, sempre desperta esse tipo de reflexão.
Com o tempo, sua indiferença, me ensinou uma importante lição.
Não se deve perdoar quem não é capaz de nos dar perdão..."
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