A sua Ausencia Mim Deixa muito Triste

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Passo pra frente, deixa levar
Nesse movimento eu vou me encontrar
Dj gato amarelo
Dançar é deixar a alma voar
Sem limites, sem medo de errar
Dançar é sentir, é se libertar
Quando o grave bate eu vou voar
– musica Alma voa do dj gato amarelo

Tum-tá, tum-tum…
Sol na laje, mente leve, deixa rolar - musica precisando de umas férias
do dj gato amarelo

Estou ocupado agora, deixa eu viver
Estou ocupado agora, deixa eu sofrer… e aprender
Se alguém quiser pagar minhas contas, amém
Mas enquanto isso, eu sigo bem – musica Estou ocupado agora do dj gato amarelo

"A ambição, quando não tratada à luz da verdade,
deixa de ser impulso de crescimento
e se transforma em queda.
Porque quem tenta subir sem transformar o coração
acaba descendo por dentro."

“Quando a vida é conduzida com vocação, o tempo deixa de ser agente de erosão e se transforma em critério de verdade. Aquilo que nasce do mero impulso se esvai, contudo, o que brota da vocação resiste, amadurece e se legitima. O tempo, nesse caso, não corrói, apenas revela.”

Deixa o raio do sol refletir
No vosso rosto a confiança
Chega um dia a hora de partir
Ir embora com amor e esperança

O Mestre Divino falou
Suas palavras de Sabedoria
Seu ensinamento nos deixou
Com Santa Paz e harmonia

É preciso se firmar
Para poder compreender
Quem não sabe amar
Não sabe entender

Estar nesse mundo
Aprendendo com toda a Verdade
O Maior Segredo Profundo
Do Nosso Pai da Eternidade

O que você mais alimenta na mente é o que você deixa mais forte.

"Um ouvido acolhedor abre portas no coração e deixa a esperança entrar." Isa Colli

Quem ama de verdade não prende.
Deixa voar, mas segura o suficiente para manter os pés no chão.

Deixa-me olhar para a profundidade dos seus olhos castanhos e perder-me na eternidade de um segundo.

​"O mundo continuará girando no dia em que você partir, indiferente aos seus projetos deixados pela metade. Se a finitude é a única certeza, que a sua vida seja a única prioridade. Não apenas exista entre compromissos; aprenda a respirar, a sentir e a viver agora."
— Ginho Peralta

O mundo pode te tirar tudo, mas não tira nada do que você deixa.

Aforismo duro: um dos piores problemas humanos é a covardia! Ela não deixa de ser uma forma disfarçada de egoísmo!

Entregue teu coração a Deus e deixa que Ele conduza cada passo da tua vida; verás que os desertos florescem sob Sua Graça e que os vales mais sombrios se transformam em caminhos iluminados pela Luz Divina.

A vida a dois deixa de ser um conto de fadas quando a realidade, além dos dois, é acessada.

O fracasso sempre nos deixa ensinamentos que nos ajudam a melhorar. É um recomeçar, dar a volta por cima. O fracasso gera aprendizagem que se, de primeira, desse certo não haveria oportunidade.

QUANDO A ESCASSEZ DRENA VOCÊ


Há um ponto em que a palavra fracasso deixa de ser abstrata e bate na porta com forma concreta. Falta comida. Falta roupa adequada. Falta o básico que permite pensar além da sobrevivência imediata. Nesse nível, o discurso sobre esforço soa quase ofensivo. Porque quando o essencial falta, a vida se reduz a manter o corpo funcionando. E isso consome tudo.
Você, homem ou mulher, sabe que a fome não é apenas física. Ela invade o pensamento, encurta o horizonte, rouba a capacidade de planejar. A falta de vestes não é vaidade ferida. É exclusão prática. É não poder entrar em certos lugares. É ser lido como incapaz antes de qualquer conversa. É carregar no corpo o sinal visível da escassez.
Quando o fracasso chega assim, ele não pergunta se você tentou o suficiente. Ele apenas se impõe. E quem nunca viveu isso costuma subestimar o impacto. Costuma achar que basta aprender algo, desenvolver uma habilidade, empreender alguma coisa. Mas essa lógica só funciona quando há um mínimo de estabilidade para aprender, errar e insistir.
Quando você tem habilidades, ainda existe uma margem. Você pode vender força de trabalho específica. Pode trocar conhecimento por dinheiro. Pode improvisar. Não é fácil, mas existe algum movimento possível. Mesmo assim, esse caminho cobra um preço alto. Exige energia, tempo, foco. Coisas que a escassez drena rapidamente.
Mas quando você não teve acesso a desenvolver habilidades valorizadas, a situação muda de nível. Você passa a depender de um sistema que promete proteção, mas entrega lentidão, humilhação e abandono. Um sistema falido que mantém você vivo, mas não permite que você viva. Que administra a pobreza sem resolvê-la. Que trata a sobrevivência como favor e não como direito.
Esse tipo de sistema mata aos poucos. Não com violência explícita, mas com desgaste contínuo. Filas intermináveis. Burocracias que desumanizam. Auxílios insuficientes. Promessas que não se cumprem. Você se sente preso ou presa em um limbo onde não consegue sair por conta própria e não recebe reforço suficiente para avançar.
O fracasso, nesse contexto, não é pessoal. É estrutural. Mas ele se manifesta dentro de você como vergonha. Como sensação de inutilidade. Como raiva contida. Você começa a se perguntar o que há de errado com você, quando na verdade está reagindo a um ambiente que não oferece saída real.
A ausência de habilidades não é falha moral. É consequência de um percurso onde aprender nunca foi prioridade porque sobreviver sempre foi. Não se estuda com fome. Não se planeja com medo constante. Não se desenvolve com violência ao redor. Essas verdades são ignoradas por quem nunca precisou escolher entre comer hoje ou pensar no amanhã.
Depender de um sistema falido também corrói a dignidade. Você perde autonomia. Precisa provar o tempo todo que merece ajuda. É avaliado e avaliada por critérios frios que não captam sua realidade. Isso cria uma sensação profunda de impotência. E impotência prolongada vira desânimo crônico.
Ainda assim, você continua. Não porque é forte no sentido romantizado, mas porque não tem opção. A resistência aqui não é heroica. É básica. É levantar mais um dia e tentar resolver o imediato. Essa luta invisível raramente é reconhecida como esforço legítimo.
É importante dizer com clareza. A falta do essencial não define seu valor. Ela define a violência do contexto em que você está inserido ou inserida. Quando o sistema falha, ele empurra indivíduos para uma culpa que não lhes pertence.
Usar habilidades a favor é um privilégio relativo. Desenvolver habilidades exige tempo, acesso, orientação. Quem nunca teve isso não está atrasado por preguiça. Está limitado por realidade concreta. Reconhecer isso não paralisa. Pelo contrário. Retira o peso da autodepreciação e permite pensar em estratégias possíveis dentro do que existe.
Enquanto o sistema não muda, você faz o que pode. Às vezes é pouco. Às vezes é quase nada. Mas não é inexistente. Manter-se vivo e viva em um ambiente que falha constantemente já é uma forma de resistência que não aparece em discursos de sucesso.
O fracasso que bate à porta quando falta comida e roupa não é um teste de caráter. É um sinal de que algo maior está quebrado. E você não é o defeito dessa engrenagem.
Entender isso não resolve a escassez imediatamente. Mas muda a forma como você se vê dentro dela. Você deixa de se tratar como erro e passa a se ver como alguém atravessando uma realidade dura, injusta e exaustiva.
E essa mudança interna, embora não encha o prato nem o armário, impede que o sistema falido termine o trabalho mais cruel. Fazer você acreditar que não vale nada.
Você vale. Mesmo quando falta tudo. Mesmo quando depende. Mesmo quando o mundo falha. E sustentar essa verdade, em silêncio se for preciso, é uma das poucas coisas que esse sistema ainda não conseguiu tirar de você.

O céu pode até apresentar-se com cortinas nubladas, mas o sol nunca deixa de estar lá.

Tememos tanto o fundo do poço, mas quando estamos nele, é aconchegante demais para deixá-lo.⁠

Quando o poder troca a ética pela conveniência, a democracia deixa de ser escolha consciente e passa a ser apenas hábito de sobrevivência.
Aldemi E de Matos