A primeira vez que te Vi Amizade
Quando vi clarear o fim do túnel
Acreditei ver um novo dia
O nascer de um novo ano
Acenando pro que se partia.
em um mar cheio de vida, eu vi você
em um mar cheio de vida, eu decidi te amar
em um mar cheio de vida, eu pensei “e se”
em um mar cheio de vida, meus pensamentos sempre nadaram até ti.
dizem que o amor entre duas pessoas é sorte;
mas pra mim esse amor é tudo.
como viver sem o seu amor?
é praticamente uma missão impossível e eu não quero dizer que não a cumpri
sinto que sem você uma parte me falta; sinto que sem você eu não sou eu mesma;
sinto que sem você meu mundo desaba;
não, não, isso não é dependência, isso é o que acontece quando eu sinto sua falta.
ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.
Você não é um bruto
Você é o que tem de mais sensível, que já vi
É como se fosse um algodão doce, que cai na água e logo se desfaz
Você se vestiu nessa armadura quase perfeita
De diamante
Mas até o elemento mais forte da natureza, que se estilhaça
Ao ser duramente lapidado
Ou simplesmente norteado
Ele se quebra
E sua armadura quando trinca
É em meu coração e alma, onde eles vão parar
E sempre que sou atingida, dói, e muito
E com isso vou morrendo aos poucos
Aliás, minha alma já se foi
E aqui no meu corpo
Jas o coração que ainda bate
Em uma casa que já não existe
Quando sua armadura em fim, você tirar
Eu não estarei mais aqui
Como de clichê
Poderá ir visitar meu túmulo
E cada vez que for
Leve uma lasca de diamante
E lapide minha mais linda memória, você.
No teu olhar
Vi um luar sereno
Como um beijo
Dispertou minha paixão
Mexendo com o coração
A flor deste poema será destinada a você
Que da passagem dos dias saberei um pouco mais sobre minha identidade que nasceu em tempos muito vivos, não mortos. Que o engodo das mesmices afugentem-se do claro eterno que permeia meus quereres aflorados e a noite continue sendo segura com suas madrugadas onde a ancestralidade de hoje possa ser ainda mais compreendida e dessa forma eu em forma tão errônea diante multidões siga as estrelas no encalce dos meus próprios passos. Nesse ciclo de vida hoje eu e todo fatalismo mergulhamos terra adentro para saber mais do pó, tocar raízes um pouco mais profundas e nesse manancial beber de mais verdades nessa construção de poder ser e existir como humano que somos, e no encontro dessas profundidades subterrâneas também possa regenerar minhas composições como tais realidades que são. Meu aceitar humano entoa milhares de coisas que vez ou outra podem não ser aceitas, mas nada importa sobre esse fantástico de observação, atento-me ao fato de ser unicamente sobre minha própria identidade num transmudar de história a cada novo dia, cada novo ciclo. E hoje estar grato à vida que diante momentos tão difíceis que já assolaram a humanidade e nosso planeta encontro-me vivo e com muita saúde para seguir o próximo passo.
Um momento no tempo...
Um dia eu vi...
E foi assim...
Brilhou pra mim...
Tão forte assim...
Me libertou...
Me despertou...
Me fez feliz...
E se apagou...
E me deixou, como ninguém, me fez te seguir...
E eu disse amém...
Eu sigo só, sei que pra nós...
Nos resta o fim...
Da me um, momento no tempo...
Faz brilhar este brilho sem fim...
Brilhou para mim, para o mundo eu mostrar...
Que este tempo chegou para mim...
Da me um momento no tempo...
O que sinto está, dentro de mim...
E é neste momento no tempo...
Que eu senti...
Que eu senti...
Eternamente...
Eu descobri, o que te entristece...
E se eu se for, não me esquece...
Vi gente tomar café para esfriar a mente e vinho para esquentar o coração. Estava olhando no espelho.
Eu só queria não ter nenhuma preocupação por um minuto, poder respirar e sentir o prazer que é a vida.
A CARA DA MORTE
Eu vi a cara da morte
Numa certa encruzilhada,
Cangaceira bem armada,
Com faca e foice de corte.
Pude contar com a sorte
Assim que me golpeou,
A bruxa quase acertou
O meu bucho avantajado.
Eu me vi sendo estripado
Quando a dita me ajudou!
Foi encima de um lajedo
Que o pantim aconteceu...
Um calango amigo meu
Tremeu na base do medo,
Mas confiou-me um segredo
Que não conto pra ninguém.
Quando me tornei refém
Da sovina, usei a dica
Do calango, o que explica
Porque me safei tão bem!
Dei-lhe um soco no cachaço,
Que a canguinha escorregou
Do lajedo e mergulhou
Na lama de um riacho,
Não fui conferir, mas acho
Que sumiu dentro do chão
E não volta no Sertão
Enquanto lembrar de mim.
O calango diz que sim
Balançando o cabeção!
O lagarto é um coringa
Colorido da Savana
Nordestina, que esgana
Contorcendo-se com ginga,
Na quentura da Caatinga
É um sábio professor
Pré-histórico, driblador
De instinto muito forte,
Que sabe enganar a morte
Camuflado, sem odor!
Peguei-me calangueando
Quando ainda era menino,
Na pedreira do destino
Fui um brincante, laçando
Lagartixas e levando
Pra brincar no meu quintal,
E depois, sem fazer mal,
Eu as deixava ir embora.
Esse bom tempo de outrora
Para mim não foi banal!
Que cá não monte trincheiras,
A morte. E não me visite
Tão cedo, e nem apite
Nunca mais pelas ribeiras
De Sapé a Cabaceiras,
Do Anel do Brejo ao Sertão,
Fique lá pelo Japão...
Deixe, eu dormir no terreiro
Na sombra do juazeiro
Em minha esteira, no Chão!
Eu não sei como nem por qual motivo eu me vi cantarolando "Always" do Erasure e pensando nele e querendo, desejando estar com ele e beijá-lo até perder o fôlego. Fiquei aflita com isso, confusa, estranha...Porque meu corpo queima de dentro para fora quando penso nele e parece ser quase impossível conter esse incêndio dentro de mim. Então eu já nem quero fugir e quero é sair correndo para os braços dele e me sinto tão idiota por isso!
Mais um dia e uma nova oportunidade que o Senhor nos dá. Pare, ore e agradeça ao Senhor pela sua vida e por tudo que Ele fez e que ainda vai fazer.
Bom Dia!
Vi tanta crueldade ao longo do tempo, e mesmo calejada me comovo ao ver os homens derramando sangue para destruir sonhos.
A mulher a quem esse texto foi dedicado...
Ela é insegurança, é incerteza.
Se coloca-la na sua vida, meu amigo, tenha certeza que seus pés vão sair do chão e você vai fazer o vôo mais perigoso e mais gostoso da sua vida.
Alguém havia me dito que ela sorri com os olhos. E ela sorri mesmo. Eu tive a certeza disso quando a olhei com olhos mais atentos. Os seus olhos falam mais que sua boca. É fascinante o jeito que ela vê o mundo.
O sorriso? Ah, ela é dona do mais lindo! O sorriso dessa garota é contagiante, desarma qualquer um. É impossível ter escudo diante dela, as forças vão embora, o corpo estremece e o coração fica vulnerável. Sonhos? Ela tem vários. É uma menina-mulher sonhadora. Sonha tanto que às vezes se perde no abstrato e esquece do mundo real.
Estar com ela é uma mistura de loucura e sanidade, lágrimas e sorrisos. É viagem por mundos desconhecidos. É a experiência de sensações nunca antes sentidas.
Ela é isso. Um conjunto de imperfeições que a torna uma das mulheres mais perfeitas que já conheci.
É, garota, te olhando superficialmente, parece uma mulher simples, fácil de decifrar, como qualquer outra mulher. Mas mergulhando em você, no seu jeito e na sua personalidade é que vejo a complexidade que é você. É fácil se perder em você.
Te conhecendo de verdade eu pude sentir a intensidade do prazer da sua companhia.
Os meus olhos veem mágica em você.
Você é fascinante, garota!
Negros , Porém Castanhos I
Não me disseram, eu vi
A correnteza negra debruçar-se sobre os imensos celestes negros e os imensos celestes negros varrerem todo e cada esquina de uma alma.
Não me disseram, eu vi.
Uma pequena constelação na qual cada elegante estrela carrega a energia da pureza sincera dos desagues de um coração.
Não me disseram, eu vi
Os mais encantadores frutos proibidos formarem o esplendor da simplória eudaimonia de uma sutil-grandiosa criatura.
Não me disseram, eu vi
A ceda delicada que constitui a proteção mais bruta e formosa que se possa existir ser acusada de ter a beleza roubada da terra.
Não me disseram, eu vi
Um doce som, que compõe a sinfonia angelical dos deuses, sobrepor os ruídos do caos mundano.
Não me disseram, eu vi
Uma tímida galáxia emitindo o ofuscante brilho colossal que o universo viu.
Parei de te amar quando não vi as palavras de sua boca refletirem em seus olhos.
E nesses olhos sempre me perco..
mas nunca me engano !
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