A Medida que o Tempo Passa
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
O tempo consome os programas políticos sem dó, nem piedade; as famílias clamam por estabilidade e melhores condições de vida, mas, o inimigo global, não quer saber de educação, turismo, cultura ou saúde, daí ser preciso o esforço de todos, para que possamos vencer esta batalha circunstancial.
O silêncio nos amadurece para um novo tempo, ainda que a pandemia não dê mostras de que irá terminar em breve, a esperança do mundo vai se agudizando sobre a vontade da humanidade em voltar ao antigo normal.
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Temos o tempo aparentemente a contar contra a nossa existência, a frustração de alguns Governos vai levando alguns países a levantarem as medidas de segurança, colocando o povo expostos ao perigo, esquecendo-se, que não se governa um Estado com gente doente ou gente morta.
A linha do tempo, marca os passos que damos indefinidamente em busca de auto-realização, mesmo que a nossa esperança não alcance um novo começo.
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Lentamente, sublinho o tempo em que te tornaste a mais bela arte aos olhos dos teus filhos, tão linda e majestosa, que animas e convertes o mundo de quem contigo convive em grande certeza de que vale apenas viver, neste mundo tão incerto e conturbado que é a terra.
Rasguei o tempo de pandemia, sobre a calçada do teu coração, em busca de cura para doença que assola o mundo e, numa irrefletida, mas, harmônica simbiose entre o desejo de te amar e estar curado da CONVID-19, descobri que és o antídoto mais perfeito, que suaviza o receio de estarmos parados no tempo em busca de solução para voltarmos a viver amanhã.
O tempo leva o suspiro que te afaga entre a melodia da noite que se acaba e, o desejo da brisa suave, que no toque mágico da Kianda, traz refletida na lua a pureza magistral da tua beleza.
A mulher, não é apenas uma flor que se deve regar ao longo do dia, da vida e do tempo, é a magia que nos embala em noites de tempestade e, a certeza que o amanhã nascerá e será ainda mais saboroso viver.
Não há tempo a perder com lamentações possíveis, sobre e pelo leite derramado, se o País precisa de avançar, rumo ao desenvolvimento, porque não saudarmos a nossa independência com pompas e circunstância e, depois, arregaçarmos as mangas e começarmos a trabalhar, ao invés de nos manifestarmos pelo que não fazemos?!
As mulheres são o tempo sem pressa que nos consomem, são a bebida sem álcool que nos embreagam e, a droga mais intensa que nos viciam.
O tempo consome as nossas certezas, quando a idade nos cobra por amizades sinceras, que nos têm sem competição, mas, que nos querem e têm-nos como parceiros da vida e para a vida.
Um silêncio que nos traz histórias que vivemos sem tempo, mas, que nos recolhe para um tempo que não vivemos e ainda assim, reivindicamos dizendo ter sido bom, quando nem sequer importância demos a nossa infância.
O agora não tem tempo, nem espaço, apenas se vive, mesmo que não tenhamos esperança, nem certeza que o amanhã chegará.
Mais sensato que o tempo, são as nossas convicções, que nascem num tempo e espaço determinado, mas, morrem conosco no dia do nosso último suspiro.
O tempo marca o princípio de muitos finais e, o Natal, com a sua doçura, traz sobre as suas asas mágicas os sonhos que muitas famílias querem realizar à luz de um novo ano que em breve se iniciará.
Escrevo o tempo, no tempo em que o desejo e o prazer se apossam da minha alma, sem tempo para parar, me deixou embalar no espaço trazido pelo suspiro quente e suave da tua boca, que vai contra a lei da gravidade.
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