A Medida que o Tempo Passa

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⁠Assim como o tempo nublado se vai... depois da chuva, as mágoas também se vão... depois das lágrimas.

Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.

Dizer que “nunca se ama duas pessoas ao mesmo tempo” não é negar a complexidade do humano; é reconhecer que o amor romântico, quando é amor e não apenas desejo ou apego, é uma chama que só arde inteira quando encontra um único sopro para respirar.

“Quando esquecemos de sorrir por muito tempo, esquecemos que sorrir não é negar a dor, é escolher não morar nela”

“O vento do tempo pode até baixar a chama, mas basta um pouco de calor para que ela reacenda na mesma altura”

“O Cupido errou minhas flechas para que o tempo me preparasse para amar a pessoa certa, no instante exato.”

“Tem dias que eu me desligo do mundo pra passar mais tempo nos meus dreams, sem sentir, sem estresse 💤💭✨”

A VERDADE E O TEMPO


A resposta a uma mentira é o silêncio.
A verdade não se justifica; aguarda a resposta do tempo.


Seja sempre você, verdadeiro e autêntico.
O futuro revela a verdade, destruindo da mentira o intento.


O silêncio é o maior grito do inocente,
pois destrói o argumento de quem mente.


Seja sempre você, verdadeiro e autêntico.
O futuro revela a verdade, destruindo da mentira o intento.


Tardio para falar, tardio para se irar, já nos diz a Palavra da verdade.
O tempo destrói a mentira, trazendo luz à realidade.


Seja sempre você, verdadeiro e autêntico.
O futuro revela a verdade, destruindo da mentira o intento.


Cícero Marcos

⁠Esperança na espera


Carrega-se um sol que lhe vê.
Sinta_se o tempo que não parou!
Pois é na espera
que a noite ensina a tecer
A fé que se abre na mente
para o dia de amanhã ,
queainda vai renascer..

A fé de Bento! Como um sopro divino, sobe ao alto, reflete a luz do sol, ecoa através do tempo e acalma minha alma.
São Bento, minha inspiração...

O céu e a chama

Havia um céu claro, inteiro,
um azul de infância, sem mágoa,
um tempo certo, verdadeiro,
que a chuva vinha quando era água.

Surgiu uma espessa fumaça,
nascida do metal e da pressa,
que tingiu o azul de desgraça,
e a chuva em ácido desce em praga.

Corrói a folha, a colheita,
ferve os rios, apaga o orvalho,
um verão que nunca aceita
o outono, nem seu trabalho.

E quando a última nuvem se esvai,
nem o azul nem a água voltarão...
Esse céu é o pacto que fizemos.
Aquela fumaça, a nossa ambição.

O tempo certo para as coisas, é as coisas certas no tempo.

A paciência é a coisa mais importante de todas na vida espiritual. Quanto tempo é preciso esperar depois de semear a semente! No início todo o esforço parece perdido, nada parece estar acontecendo, e então um dia a espera termina e a semente se rompe, empurrando a terra em direção à planta. Mas lembre-se que mesmo quando nada parecia estar acontecendo, a semente estava trabalhando sob o solo.

Com o tempo a gente aprende que algumas coisas acontecem na intensidade certa para aquele momento. Depois viram histórias bonitas pra contar.

Hoje não tenho tempo para carregar malas pesadas e sentimentos cinzentos e vazios.
Vou colorir com sorrisos a bagagem e faze-la leve.
Enfeitarei com flores a estrada que andarei.
Que o dia de hoje seja de muitas bênçãos.

Quem não perde tempo com os filhos, perde os filhos em pouco tempo.

Vivemos num tempo onde nos arrependemos pelo que não fizemos no passado, planejamos constantemente o futuro e nos esquecemos de vive e desfrutar o hoje, o nosso presente.

Você não controla o tempo. Mas sua atenção e foco definem seu futuro.

O tempo é o remédio que insiste em fazer efeito apenas quando abandonamos a urgência e acolhemos a paciência como aliada da cura.

Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.