A Medida que o Tempo Passa

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"O orgulho cega: você para de ver seres humanos e passa a ver apenas degraus. O problema é que degraus não sustentam impérios para sempre."

"Passa base, passa batom e desenha o olhar, mas esquece que o caráter é o que faz o mundo te respeitar."

"A ética passa longe de quem julga a carteira vazia do próximo, mas gasta fortunas com vaidade enquanto ignora o amigo ou o vizinho que está tentando empreender."

A hipocrisia mora em quem diz "conte comigo", mas nunca passa o contato necessário.

"Preocupação financeira passa; uma mancha no caráter fica para sempre."

"Não use as dificuldades financeiras como desculpa para perder a sua humanidade. A crise passa, mas a sua conduta fica gravada."

"A mudança de vida começa quando a sua conduta passa a ser guiada pelo respeito, e não pela arrogância."

"O respeito nasce quando o patrimônio deixa de ser um número e passa a ser a garantia de que o futuro será melhor para bilhões de pessoas."

"A vida passa rápido, mas as feridas de uma ofensa podem durar uma existência. Não deixe marcas de dor no caminho de ninguém; deixe saudade, deixe paz e, acima de tudo, deixe a certeza de que Deus habita em você."

“A verdadeira riqueza trilionária começa na visão, passa pela disciplina e se completa no bem que ela produz.”

A dor você não controla no seu próprio corpo, ela vai embora quando passa, mas o sofrimento só para se você ir atrás de tratá-lo.

*Cordas Azuis*


Laranja acinzentado
Se espalha pelo vasto
O frio silenciado
Passa por entre o espaço


Sereno, chuvisco
Orvalho da manhã
Ar, sopro
Celeste amanhã


Refrescante vento
Marrom trêmulo
Olhos fechados,
P'ra aproveitar o tempo


Olhos para cima
Beleza infinita
Olhos pra baixo
Preto asfalto


Vermelho e verde
Cronometrado
Quase perde
Por pouco passado


No céu branco
Cordas azuis
No céu nublado
Círculos avermelhados

A Lua Crescente sob Rodeio,
ao iluminar o objetivo intrínseco
de tudo o que se passa em nós,
da natureza e da realidade,
Com os teus raios ilumina
a memória inabalável de quem
protegeu a profundidade
do julgamento daqueles que
ignoraram a beleza de deixar-se
ser pássaro todo colorido
ao longo da travessia até
chegar no Médio Vale do Itajaí.


A Lua dos poetas infantes
e dos jovens que não desistiram,
depois de tudo o que passaram,
Com estes raios tocaram
os sentidos como se fossem
de uma harpa quebrando
o nosso silêncio citadino,
Os traços do Irredentismo
no jardim secreto continuam
mais vivos do que antes,
porque sabemos quem somos,
e da onde todos nós viemos.


O Romantismo do teu peito
para o meu tem escrito
poesia, músicas e feito ritos,
Sem emboras e sem medir
as consequências porque
o amor têm sibilado versos
de resistências e da possibilidade
de ser de correspondido,
Sem dizer uma palavra, falamos
o mesmo idioma, bem sabes disso.

A explicação que desafia,
e que só ao amor se aplica;
É primavera que não passa,
e não passará despercebida.


O desejo de trazer mais cor
à nossa vida, a aliança divina.


Unida com as auroras outonais
no meio do nada, e iluminada;
A Canela-amarela, a mente
e a alma em plena revoada.


O apego e amor ao chão,
o coração, a nossa paixão.


Sem dizer sequer uma palavra,
do teu coração feito para o meu,
Há estrelas em nosso céu,
e a inefável mútua devoção fiel.


Antes de chegar, quem somos,
nós dois bem sabemos;
Que não há nada capaz de fazer
com que nos distanciemos.


Somente a maravilha dos beijos,
é capaz de fazer com que calemos.

Quando a dor não passa, ela ensina.

O corpo cansa, mas a alma só se exaure quando a fé na mudança se torna mais leve que o peso do passado.

A maior parte da crítica alheia não passa do caco refletor de quem projeta a frustração não resolvida sobre a sua jornada.

A esperança é o último trem que passa, mas ele nunca chega na estação vazia.

Há uma fome que não passa com pão: é a fome de sentido. Comemos afazeres, mastigamos dias, e nada nos alimenta. O sentido chega como um peixe exausto na margem do corpo. É preciso mãos firmes para pegá-lo sem esfarelar. Quando o seguramos, aprendemos a mastigar vida com calma.

O perdão que me salvo não passa pelo outro, passa por mim. Perdoar não limpa a história do outro, limpa a minha cama. Durmo mais leve e tenho sonhos menos invadidos. E quem perdoa por si mesmo descobre que a liberdade é doméstica. É um hábito que se cultiva, silencioso e cotidiano.