A Medida que o Tempo Passa
Talvez não seja exagero dizer que a maior forma de vaidade humana é presumir que sua religião seja o único caminho para a Deidade, e que todos a julgarão tão recom- pensadora quanto você, e aqueles com crenças diferentes estão enganados, iludidos ou são ignorantes.
Não quero viver assim, perdido e fazendo o que me mandam. Mesmo que não preste o vestibular ou não faça Medicina, ainda sou seu filho. Não importa o que eu decida, me apoie, mãe.
Se você segurar o choro, ninguém vai saber que está chorando. Se você não falar, ninguém vai saber que você foi injustiçado. E se continuar se acovardando, eles nunca vão saber o que fizeram de errado. É assim que quer viver?
JURAMENTO DO BRAÇAL DE ROMU:
Juramento de Honra e Dever
Ao ser incorporado à Ronda Ostensiva Municipal, assumo, com firmeza e determinação, o compromisso solene de dignificar este braçal e esta boina, insígnias máximas de honra, decoro e justiça.
Declaro, perante meus superiores, pares e subordinados, o meu juramento irrevogável de proteger e servir aos interesses do povo de Taboão da Serra, conduzindo-me, em todas as circunstâncias, pelos mais elevados e rígidos princípios do Grupamento ROMU da Guarda Civil Municipal desta cidade.
Comprometo-me a enfrentar e superar todos os desafios, mantendo o espírito de perseverança inabalável, com o propósito de, incondicionalmente, honrar a Dignidade, Lealdade e Respeito à minha corporação, aos cidadãos que sirvo e às autoridades constituídas.
H.A.A
Não importa o tempo que você gaste com seus sonhos... o que importa são as batalhas que você enfrentará para realizá-los!!!
Vizinhos de tempo e espaço
Talvez, por estarmos distraídos, não percebemos o quanto a vida é cheia de nuances que beiram a magia. Um desses detalhes que normalmente nos passam despercebidos é a incrível e quase divina coincidência que faz com que as pessoas se tornem vizinhos de tempo e espaço.
Um exemplo é o encontro do casal Oswaldo Stival e dona Edith, ambos descendentes de diferentes famílias italianas que migraram para o Brasil no século XIX. Se a família Stival tivesse vindo “fazer a América”, e a família Spessoto (Peixoto) tivesse permanecido na Itália, o encontro entre o casal que descobriu o amor quase um século depois que seus descendentes chegaram por aqui, não teria acontecido. Se Oswaldo Stival e dona Edith tivessem nascidos em épocas diferentes, o desencontro seria certo, ou seja, essa vizinhança de tempo e espaço (pois ambos nasceram na mesma época e na mesma cidade) permitiu que se conhecessem, convivessem e se apaixonassem.
A incrível e quase divina coincidência que os aproximou é a mesma que dá ao leitor a oportunidade de se emocionar com uma linda história de vida e de amor.
"A morte espreita a vida à todo o tempo, mas isso, acredito eu, não deve diminuir a vida - talvez possa ser justamente o contrário! Se soubesse, poucos dias antes, que morreria ontem, não teria Augusto feito coisas que talvez o medo o tenha impedido por tanto tempo? Será que a consciência da morte não deve ser usada como a maior ferramenta de impulsionamento das ações em vida? Ela não pode ser culpada por uma vida ruim! A morte não tem poder sobre os dias em que a vida se fez presente, já que ela é justamente a ausência da vida. A moeda não cai ao mesmo tempo com os dois lados para cima! Se a vida vale ou não a pena, sinceramente ainda não ouso determinar nem a mim mesmo, mas sinto que não é a certeza da morte que faz com que ela não valha. A morte pode, talvez e só talvez, ser culpada pelo fim da vida, e nada mais! Talvez a sentença mais importante que deva ser de conhecimento de todo ser vivo seja memento mori, e que tal conhecimento os leve ao memento vivere."
"- Por que perde tempo esculpindo a deusa, em vez de praticar esgrima?"
(...)
"- Portanto, quando um espadachim se dedica à escultura, está se empenhando em elevar o espírito, assim como um monge, ao empunhar uma lâmina e esculpir uma imagem santa em estado de autoanulação, está procurando aproximar seu espírito ao do santo que esculpe. O mesmo espírito norteia os que pintam, ou se dedicam à caligrafia. A meta de todos é atingir a lua, mas muitos são os caminhos que conduzem ao cume da montanha. Alguns se perdem em meandros, ou tentam novos caminhos: todos, porém os trilham procurando chegar o mais perto possível da serena perfeição de Buda."
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