A Felicidade esta por Vir

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"Sabe aquele bom dia que você já acorda procurando ele por que sabe que ele está lá e também sabe que você precisa dele para levantar bem e sorridente? Poies, eu tenho e não sei viver sem ele, uma amor incondicional, uma vontade de esta junto o tempo todo isso é amor, isso é paixão, isso é desejo e melhor ainda tudo em um só lugar"


Amor "Nanda"

O mundo só respeita quem se levanta mais rápido. A superação não está em não ter feridas, mas em ter a atitude implacável de continuar a luta.

O verdadeiro aço da resiliência não está em voltar ao que você era, mas em deixar de ser a versão que não suportou a tempestade, para se tornar a versão que a comandará.

Você não está atrasado, está no ritmo exato da sua maturação. Cada queda te ensinou, cada dor te preparou, e é no silêncio que seu futuro está sendo escrito.

Se você está sentindo o peso do mundo, não ore por cargas mais leves. Ore para que seus ombros se tornem os pilares de um império. O crescimento dói, mas a estagnação é uma morte lenta.

O coração ferido só cura quando a mágoa é exilada, a beleza não está em esquecer, mas em ressignificar. O tempo não tem que nos encantar, ele precisa apenas nos oferecer a maturidade de ver o perdão como um ato egoísta de libertação própria.

O conflito não está no clima externo, mas na guerra interna entre o desejo de pertencer e a urgência de se proteger. Não se trata de superar a frieza do mundo, mas de derreter a geleira construída ao redor da própria essência para que o calor possa fluir.

O gigante que você precisa enfrentar está na sua mente, alimentado pelas suas dúvidas. A fé é ter a ousadia de começar, e a estrada se constrói à medida que você avança.

A dor mais profunda não está em perdoar quem nos feriu, mas sim em carregar o peso corrosivo do ódio, que atua como um veneno lento na alma. Por isso, a escolha mais libertadora é sempre a do perdão, que nos permite não esquecer o caminho percorrido, pois a memória protege e ensina, mas que nos livra da prisão que construímos para nós mesmos. Esta é a resiliência que exige leveza para voar alto. Minha alma já foi um campo de batalha, um barulho caótico, mas hoje se transforma em uma melodia calma e afinada, um equilíbrio conquistado onde não me permito ser derrubado. Eu escolho a dor que me liberta e o autovalor que exige reciprocidade, aprendendo a diferenciar quem é apenas uma estação passageira de quem se torna um destino importante. Essa sabedoria nos traz a leveza da alma necessária para entender que a vida nos derruba para nos alinhar, nos desmonta para nos reorganizar, não é destruição, mas a lapidação que nos prepara para o ápice do nosso renascimento.

A maior escuridão que enfrentamos não está fora, mas na nossa recusa em acender a luz da autocrítica. A vida não examinada é apenas um longo e caro sono.

O encanto está naquilo que a gente não consegue decifrar, apenas sentir, a magia reside sempre no mistério e no que é inexplicável.

A força não está em gritar, mas na quietude de quem sabe o poder que carrega, o oceano é mais profundo que a onda.

O silêncio é o porta-voz da verdade que o verbo se recusa a nomear, a resposta não está no grito, mas na topografia fria dos vazios que o barulho
deixou para trás.

Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.

Às vezes o perdão é uma mesa posta para ninguém. A comida está lá, mas faltam mãos para compartilhar. Fico olhando o prato vazio e aprendo sobre abandono. Algumas refeições só alimentam a memória. E ainda assim a mesa insiste em ser hospital de esperanças.

Às vezes penso que sou ilha e ponte ao mesmo tempo. Isolado, construo travessias para quem está perto. Há dias em que não quero ponte alguma. Outros, sou inteiro de tal modo que abraço o mar. E nessas variações, descubro meu próprio ritmo.

Se minhas palavras tocaram sua ferida, saiba que agora nossas cicatrizes conversam. Você não está só.

Meu silêncio não é deserto, é multidão, está lotado de tudo o que ninguém teve coragem de perguntar ou paciência de ouvir.

Não me peça para sorrir para a foto quando minha alma está ocupada demais tentando não desmoronar sob o peso de um céu que hoje resolveu pesar toneladas. A melancolia é o meu estado de repouso, o único lugar onde não preciso fingir que a vida é um comercial de margarina.

Lá fora está frio e chuvoso e as ruas se encharcam de silêncio. As gotas escorrem nas janelas como se fossem lágrimas antigas que o céu já não consegue conter.