A Amizade Surge quando Aprendemos a Admirar

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Na maioria das vezes o choro é a única opção quando não há nada o que fazer.

Inserida por DionesFernandes

O problema não está somente em encontrar uma mulher virtuosa, o problema é quando encontramos uma mulher virtuosa, mas não sabemos como conquistá-la..

Inserida por DionesFernandes

Faço de conta que nada sei quando tudo sei simplesmente finjo que acredito

Inserida por leidemusic

''Em um horizonte qualquer, quem sabe eu sinta novamente um amor como este, e consiga sorrir quando uma tempestade me fazer recuar da vida.''

Inserida por Lucas36

As melhores inspirações surgem dos momentos mais intensos de solidão,quando temos coragem de se abrir para nós mesmos.

Inserida por AllisonPorfirio

Conheço "jararaca" que quando a gente tá longe, solta veneno, e quando a gente tá perto manda beijo!
Eita cobra traiçoeira!

Inserida por MellGlitter

Livro

"Uma represa de letras que quando aberto jorra palavras que produz energia".

Inserida por AntonioRamosdaSilva

"Extraí esse nada que teimava em me habitar.
Quando te vi já era amor antes de ser".

Inserida por AntonioRamosdaSilva

"Quando buscamos a oração, antes de pedir, devemos pedir antes a Deus se tem virtude a nossa petição".

Inserida por AntonioRamosdaSilva

O arder

Quando a Paixão
Quando a rosas
Quando a olhares
quando a Mel

A amor entre um arde e um frio na barriga
e aquela vontade de falar que lhe amo
mais o que sai e te adoro pelo medo
Me arde aquela vontade

Inserida por johnatasDsm

“Esvazie a mente, aumente a percepção. A vida flui quando estamos em estado natural”.

Inserida por AntonioRamosdaSilva

"A parte melhor do ser humano é quando ele opta por ser gente".

Inserida por AntonioRamosdaSilva

“Quando meus olhos se perdem no infinito, encontro-me finalmente sereno em mim. Torno-me fielmente eu na minha própria verdade”.

Inserida por AntonioRamosdaSilva

“Quando a poesia morre em mim, morto estou; pois não creio haver vida sem poesia”.

A família é a rima perfeita de todos os meus poemas..

Inserida por AntonioRamosdaSilva

A imortalidade é quando o poeta se torna a própria poesia.

Inserida por Agentedocaos

Ai, Ioiô

Ai, Ioiô!
Eu nasci pra sofrê
Fui oiá pra você,
Meus oinho fechou!
E quando os óio eu abri,
Quis gritá, quis fugi,
Mas você,
Eu não sei por quê,
Você me chamô!

Ai, Ioiô,
Tenha pena de mim
Meu Sinhô do Bonfim
Pode inté se zangá
Se ele um dia soubé
Que você é que é,
O Ioiô de Iaiá!

Chorei toda noite
E pensei
Nos beijos de amô
Que te dei,
Ioiô, meu benzinho,
Do meu coração
Me leva pra casa
Me deixa mais não.

Luiz Peixoto

Nota: Composição de Luiz Peixoto, Henrique Vogeler e Marques Pôrto

Inserida por pensador

Quando a atrativa beleza do mistério é desfeita, um enorme tédio nos impulsiona para as sombras do desconhecido.

Inserida por Agentedocaos

A beleza é o êxtase da arte, quando esta consegue captar a essência dos sentimentos.

Inserida por Agentedocaos

Caminhando sorrateiramente na calçada, quando algo cai sobre minha cabeça, aflito, descobri que era uma modesta semente.

Inserida por sasgag

QUANDO ME TORNEI INVSÍVEL

Já não sei em que data estamos.
Lá em casa não há calendários e na minha memória
as datas estão todas misturadas.
Me recordo daquelas folhinhas grandes, uns primores,
ilustradas com imagens dos santos
que colocávamos no lado da penteadeira.
Já não há nada disso.
Todas as coisas antigas foram desaparecendo.
E sem que ninguém desse conta,eu me fui apagando também...


Primeiro me trocaram de quarto,pois a família cresceu.
Depois me passaram para outro menor ainda
com a companhia de minhas bisnetas.
Agora ocupo um desvão,que está no pátio de trás.
Prometeram trocaro vidro quebrado da janela,
porém se esqueceram,e todas as noites
por ali circula um ar gelado
que aumenta minhas dores reumáticas.
Mas tudo bem...


Desde há muito tempo tinha intenção de escrever,
porém passava semanas procurando um lápis.
E quando o encontrava,eu mesma voltava a esquecer
onde o tinha posto.
Na minha idade as coisas se perdem facilmente:
claro, não é uma enfermidade delas,
das coisas, porque estou segura de tê-las,
porém sempre desaparecem.

Noutra tarde dei-me conta que minha voz
também tinha desaparecido.
Quando eu falo com meus netos
ou com meus filhos não me respondem.
Todos falam sem me olhar,
como se eu não estivesse com eles,
escutando atenta o que dizem.
As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer
não ocorrera a nenhum deles,e de que lhes vai ser de grande utilidade.

Porém não me ouvem,não me olham,não me respondem.
Então cheia de tristezame retiro para meu quarto
e vou beber minha xícara de café.
E faço assim, de propósito,
para que compreendam que estou aborrecida,
para que se dêem conta que me entristecem e venham buscar-me
e me peçam perdão …Porém ninguém vem....

Quando meu genro ficou doente,
pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil, lhe levei
um chá especial que eu mesma preparei.
Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse,
só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento
me indicou que se dera conta da minha presença.
O chá pouco a pouco foi esfriando…e junto com ele, meu coração...


Então noutro dia lhes disse que quando eu morresse
todos iriam se arrepender.
Meu neto menor disse:“Ainda estás viva vovó? “.
Eles acharam tanta graça,que não pararam de rir.
Três díasestive chorando no meu quarto,
até que numa manhã entrou um dos rapazes
para retirar umas rodas velhas e nem o bom dia me deu.



Foi então quando me convencí de que sou invisível...
Parei no meio da sala para ver,
se me tornando um estorvo me olhavam.
Porém minha filha seguiu varrendo sem me tocar,
os meninos correram em minha volta,
de um lado para o outro,sem tropeçar em mim.


Um dia se agitaram os meninos,e me vieram dizer
que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo.
Fiquei muito contente. Fazia tanto tempo que não saía
e mais ainda ia ao campo!


No sábado fui a primeira a levantar-me.
Quis arrumar as coisas com calma.
Nós os velhos tardamos muito em fazer qualquer coisa,
assim que adiantei meu tempo para não atrazá-los.
Rápido entravam e saíam da casa correndo
e levavam as bolsas e brinquedos para o carro.


Eu já estava pronta e muito alegre,
permaneci no saguão a esperá-los.
Quando me dei conta eles já tinham partido e o auto desapareceu
envolto em algazarra,compreendí que eu não estava convidada,
talvez porque não coubesse no carro...


...Ou porque meus passos tão lentos impediriam que todos os demais
caminhassem a seu gosto pelo bosque.
Senti claro como meu coração se encolheue a minha face ficou tremendo
como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar.


Eu os entendo,eles vivem o mundo deles.
Ríem, gritam,sonham, choram,se abraçam, se beijam.
E eu,já nem sinto mais o gosto de um beijo.
Antes beijava os pequeninos,era um prazer enorme
tê-los em meus braços,como se fossem meus.


Sentía sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim.
A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade
de cantar canções que nunca acreditara me lembrar.

Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê
disse que não era bom que os anciãos beijassem aos bebês,
por questões de saúde...

Desde então já não me aproximo deles,
não quero lhes passar algo mal por minhas imprudências.
Tenho tanto medo de contagiá-los !
Eu os bendigo a todos e lhes perdôo, porque...

“Que culpa tem os pobres de que eu me tenha tornado
i n v i s í v e l ?”





Texto contido em PPS adaptado e produzido pela Helsan Produções

Texto Original- "El dia que me volvi invisible"
autora-Silvia Castillejon Peral
Cidade do México-2002

Inserida por ERIVALDA