A Amizade Surge quando Aprendemos a Admirar

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É no vão da espera
que aprendemos
as maiores lições,
onde temos a chance
de nos conhecermos,
é quando crescemos
de dentro pra fora.

19/10/2015

A paz não depende do que acontece, mas de quem aprendemos a ser.

Ninguém nasceu já sabendo tudo.
Todos nós aprendemos.
Então não diga que eu não consigo isto ou aquilo, Aprenda

A serenidade não chega com o silêncio do mundo, mas com o silêncio que aprendemos a fazer dentro de nós.

A vida é sempre um sopro. Uma frase que conhecemos bem e que aprendemos cedo com perdas de pessoas queridas e amadas por nós.
Hoje, aqui; mas amanhã? Só Deus sabe.

Depois de algum tempo nós aprendemos,
a não fazer questão que as pessoas tenham obrigação nenhuma com gente;


Se elas não fizerem, por respeito, reciprocidade, amor e espontaneidade!?


A obrigação de sair de perto delas é sua!

A vida nos conduz e nos ensina a dançar, aprendemos alguns passos enquanto a música do tempo toca.


Angela Monteiro

"Porque tudo aquilo que aprendemos, ficará conosco até o nosso último dia.
Mas, se passarmos nosso conhecimento para frente, ficará conosco pela eternidade".

A vida é a realidade que nem sempre sonhamos, mas é nela que aprendemos a ser quem somos.

É na dor
Que aprendemos a dar valor
nos pequenos detalhes que a vida é tão simples e passageira

“O mundo gira, e com ele aprendemos que nada permanece igual: hoje é dor, amanhã é lição; hoje é perda, amanhã é recomeço.”

Não são as circunstâncias, nem os processos, mas, como aprendemos com eles.

“Com o tempo, aprendemos que a vida não exige guerra, mas consciência: é pela resiliência que superamos o que antes combatíamos.” - Leonardo Azevedo.

Há muita coisa que aprendemos na vida mas isso é só depois de passarmos por muitos maus momentos... um deles é Quem realmente te procura pelo que vc é... e não quando vc tem... pelo prazer de sua companhia é não quando não existe outra companhia... quando quer conversar ou quando vc só serve para desabafar... e vc descobre que não precisa de certas pessoas como ja julgou precisar... aprende a chorar sozinho e não mais precisar... aprende que algumas pessoas te ouvem... e outras fingem te escutar... e passa a apreciar a sua própria companhia mesmo que seja fazendo nada ao mal estar de enfeite ao lado de quem quer que seja só porque está pessoa está em um momento a te precisar... desço te que a orai ou barzinho da esquina na voz do violão é para quem chegar
E sentar e lá não tem placa de exigência venha apenas se estiver acompanhado... então vc finalmente descobre que vc pode sentir algo bem grande mas que vc seja grande o suficiente Lara entender que muitas pessoas passarão na sua vida e vc não pode permitir que vc seja visto como um pronto Socorro para as horas de desespero e que se estas pessoas não são capazes de te querer chorando... tb não merecem ter vc apenas quando estiver sorrindo.

A propósito, o que realmente é o amor — esse sentimento que tanto evocamos e do qual aprendemos a viver a essência da vida?
Talvez o amor seja a força que nos sustenta, o elo invisível que une o sentir ao existir.

Cabe-nos o julgo?


Aprendemos o julgo desde pequenos.
As características dos outros, as diferenças começam a ser alvo de piadas e que conforme a plateia aumenta, essas humilhações vão se estruturando, perpetuando, até se tornar um modelo de sociedade, torna-se algo até cultural.
Falar dos outros, condenar, criticar os outros se torna algo muito natural e comum.
Agora, ao pensarmos, o único que foi e é perfeito, não veio a terra para julgar, tinha autoridade para falar de toda a humanidade pois ele conhece até as nossas entranhas, mas preferiu vir, não para condenar-nos ou julgar-nos, mas para trazer a vida eterna.
Conforme diz a bíblia em João 3: 15-18.

Entre o medo e o ir — a hora da despedida

É na dor vivenciada ao longo da vida que aprendemos a nos reconstruir.
Na existência, muitas vezes somos atravessados por fases tão desafiadoras que chegamos a pensar que não resistiremos. Isso acontece porque, por vezes, esquecemos que o verdadeiro intuito do existir é justamente viver, e vivenciar a travessia e seus processos.

Nos últimos dias, experimentei uma das fases mais desafiadoras deste tempo: a despedida da minha matriarca, sobretudo pela incumbência que me foi atribuída, a de instruí-la no caminho de volta para casa, ensinando-a a livrar-se da bagagem do medo de seguir.

Foram dias tão complexos que confesso: até me esqueci de que outrora o fiz com maestria, quando o desígnio era menor e não requeria tanto sentimento envolvido. No entanto, estar vestida da própria pele — sendo eu agora a filha, e ela, a mãe — quase me fez trepidar. Quero dizer: cheguei a desejar sair da roda e transferir tanto o papel quanto a responsabilidade a outrem.

Porém, aquele momento que parecia interminável fundiu-se de mãos dadas ao crepúsculo, hora tão reverenciada por aquela mulher aguerrida durante os cultos realizados diariamente, desde que encontrou seu maior refúgio: a consciência do existir.

Finalizada a travessia dela, sentei-me na pedra posicionada aqui dentro de mim, à esquerda do peito, e chorei. Não pela sensação de dever cumprido, mas pela saudade imensa das lembranças de tudo o que vivemos — impressas em mim desde que este meu mundo é mundo.

Aprendemos e, mesmo assim, não aprendemos nada.

A verdade de cada um, é o reflexo do que aprendemos social e psicologicamente, uma outra parte é herdado de nossa genética.

Amigos são como feijões, de tanto queimar na panela, com o tempo aprendemos escolher apenas os bons. Deixando os podres de lado.
Para assim se fazer a feijoada de qualidade.