31 anos

Cerca de 10017 frases e pensamentos: 31 anos

⁠⁠A reflexão profunda é desoladora.
Mas não se preocupe:
daqui a cem anos isso não importará mais.
Nem para mim,
nem para você.

Inserida por carlos_s_rodrigues

⁠A MESA
Mesa que apoio meus braços
Por laços a tenho há anos
Mogno maciço curado
A pena, lamentos e prantos

Inserida por douglastrindade

⁠Como uma estrela a anos-luz de distância, meu brilho se apagou e você agora vê o que um dia foi real...

Inserida por MarcosSilas

⁠A pena de 98 anos existe no Brasil. Se aplicada nos crimes hediondos, faria o indivíduo pensar duas vezes antes de cometer o crime.

Benê Morais (não é jurista, mas não é besta)

Inserida por BeneditoMorais

⁠Daqui a 100 anos, todos nós estaremos mortos, enterrados e sepultados, por isso, vivamos intensamente, lutamos e vivamos para aquilo que realmente vale a pena viver. Não gastemos o nosso tempo com coisa inútil, com coisas passageiras e temporais, gastemos o nosso tempo com aquilo que realmente vale a pena, com coisas eternas, permanentes, duradouras, que durem para sempre.

Inserida por andre_ricardo_alves

⁠Ainda

Hoje fez 8 anos, que você me tirou da sua vida
8 anos que você decidiu me expulsar da sua casa
Eu nunca fui tratada tão mal, em toda a minha vida
E doeu tanto, que quando me lembro
Sinto que o meu coração adoece e enfraquece a minha alma
Você levou muito de mim
Você jogou o meu amor no lixo, como se eu não fosse nada
Como se o tempo que passamos juntos, não significasse nada
Você acabou com a minha dignidade
Você destruiu a minha auto estima
Você devorou todo o meu amor próprio
Você levou TUDO que eu era
Você arruinou a minha vida
Você acabou comigo, e até o dia de hoje
Estou tentando juntar os cacos
Tentando seguir em frente, eu sinto tanta ódio de você
Sei que preciso me libertar de todo sentimento que ainda sinto por você
Mas, como posso te perdoar
Em momento algum você se arrependeu de todo o mal que me fez
É revoltante, que eu ainda escreva sobre você
Que eu ainda me lembre de você
E você se foi, você continuou sem mim
E o meu ego implora que você volte
Que você nos de uma última chance
Mas, eu sei que você nunca mais vai voltar
Eu não quero mais amar ninguém como eu amei você
Eu sei, o poder que o amor tem de acabar com a minha vida
Eu não quero me doar, dar o meu melhor
E no final, ser deixada para trás
Como se eu não fosse o suficiente
Como se TUDO fosse culpa minha

03 de Junho de 2025

Inserida por sheila_f_carvalho

⁠Quando você está lendo aquele trecho de A República de Platão e lembra que ele viveu 400 anos antes de Jesus você toma um choque de realidade.

Platão diz: “Se um homem moralmente PERFEITO viesse ao nosso mundo, o povo o humilharia e, por fim, depois de todo tipo de SOFRIMENTO, o CRUCIFICARIAM.” Platão, A Republica, livro II, 361e-362ª.

Dito isto, você ainda acha que é preciso ser ateu para ser intelectual ou inteligente?

Inserida por VerbosdoVerbo

Altamiro: bolinho
Se vivo: 87 anos

⁠Pai do ❤️
Amigo de mais
Ser alegre
Motivado
Contagiante
Bom de 💓
Alma leve
Tranquila
Cheia de paz

Sem esquentar a cabeça
Saltitante
Brincalhão
Piadista
Dançar: era a sua paixão
Requebrava
Se divertia muito
E envolvia todos
Com sua alegria
Animação
Pai amoroso
Marido genial
Sogro/pai: sem igual
Avô: espetacular
E assim segue a vida
E nessa caminhada
Vamos todos juntos
Peregrinando
Deixando saudades
Naqueles que habitaram
E verdadeiramente
Viveram em nossos corações
Paz e luz na sua jornada
Iluminação no seu trajeto
Com muita beleza e paz
Onde se encontra: estás
Felicidades sempre
De todos que aqui
Você contagiou
Deixou a sua semente
O seu carinho
A sua gratidão
E o seu lindo, Amor
Paz no ❤️

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠O amor verdadeiro
Não tem dias,meses ou anos
Não tem as estações
É igual a uma árvore esperando a primavera para reflorecer.
É igual ao sol iluminando
Igual a lua com seu brilho constante.
O amor verdadeiro
É para sempre
E morre com a gente.

Dedica a alguém muito especial.

Inserida por tomnogueira

⁠Se uma barata pode sobreviver até uma semana sem a cabeça, por que eu não poderia suportar anos de críticas vindas de uma sociedade falsa, hipócrita e doente?

Inserida por rafael_megera

Faz muitos anos que meu avô morreu, mas se você levantasse a tampa de meu crânio, por Deus, você encontraria, nas circunvoluções de meu cérebro, as marcas profundas de seus polegares. Ele me tocou. Como eu já disse, ele era escultor.

Inserida por juliabento

⁠QUEM SÃO?

Há muitos e muitos anos, um poeta revoltado
Escreveu Navio Negreiro, pois estava indignado
Com o povo que emprestava a bandeira para cobrir
A infâmia e a covardia que se viam por aqui!
E no palco da cidade, ao som do toque do tambor
Ouvia-se o poeta clamando ao Nosso Senhor:

“Senhor Deus dos desgraçados!
dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”

Quem são estes miseráveis sem acesso a habitação?
Nas praças, sob as marquises
Buscam no lixo seu pão
Quem são? E de onde vieram?
Quem são? E por que miseram?
Quem são? E o que fizeram
Para tal condenação?

Quem são estes que, transportados, piores do que gados, vão?
Subempregados, suburbanos, exaustos na condução
Sem ter moradia digna, nem acesso à educação
Sem saneamento básico, com parca alimentação
Quem são estes cidadãos?
Quem são? Quem são? Quem são?

Tantos anos se passaram, mas tão pouca evolução
Ainda se usa a bandeira para encobrir a inação!
E no centro da cidade, ao som do toque do tambor
Ressoa a voz do poeta, clamando ao Nosso Senhor:

“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”

Inserida por maria_beserra

⁠Não entendo direito ter a idade que tenho. Às vezes, penso como uma menina de 15 anos.

Maria Bethânia
Vanini, Eduardo. Bethânia relembra fases da carreira e fala sobre amores: 'Se eu me apaixonar, pouco me importa se é homem ou mulher'. O Globo, 01 out. 2023.
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Inserida por pensador

⁠Se meu rosto reflete os anos que vivi, estou totalmente em paz com isso.

Emilia Clarke
Mackelden, Amy. Emilia Clarke Opens Up About Botox, Fillers, and Her Approach to Aging. ELLE, 7 mar. 2021.
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Inserida por Elizabeth1984

⁠Namore-se consigo mesmo!
Estou sem companhia há quase dois anos e, com isso, aprendi a me convidar a ir ao Espetto no ParkShopping... ah, lá tem música ao vivo, um bom vinho... canto, bebo, divirto-me num grau inimaginável;
pago minhas contas e saio de lá simplesmente de bem comigo
mesmo, amo. Amo esses momentos em que estou comigo, onde minha autoestima e meu auto-respeito levam-me a cuidar do meu corpo, meu cabelo, minhas unhas... e que minha paz está em alta. Nada melhor que estar em paz consigo e com tudo aquilo que fazemos e fizemos com nosso próximo; não engano, não omito e não minto.
Sou tão de bem comigo que não tenho a necessidade de um outro ser para me acompanhar a qualquer lugar que seja, a não ser que esse alguém esteja disposto a me dar as mãos, andar comigo pela rua livremente, abraçar-me quando der vontade, sem a necessidade de se esconder até dele mesmo porque deve respeito a outrem. Alguém
que saiba que a verdade e o respeito deve prevalecer em quaisquer circunstâncias.
Neste semestre voltarei a fazer minha pós, minha mente terá barulhos
de estudos, quer coisa mais gostosa que estar aprendendo? Amo ler
e viajar no tempo, no espaço... envolvo-me nas histórias de tal forma que precisei parar de ler um livro porque esse estava fazendo-me mal com tantas repugnâncias que li.
Então, voltei a amar-me mais, respeitar a necessidade que possuo
de estar em paz. Falando sobre a paz, recordei-me do desejo
que tinha quando criança. E aí você pergunta-me: _Valéria, qual era o seu desejo de infância? Respondo-lhe: _Durante toda minha infância vi meu pai discutindo com minha mãe por ciúmes ou qualquer outro motivo que ele achasse relevante, se não houvesse motivos, ele os criava. Eram discussões homéricas, quando não se voltava para nós, os filhos. Nesses momentos era que eu me recolhia à laje de casa, deitava-me sobre a laje e ficava a admirar o céu onde as nuvens levavam-me a imaginar criaturas e a criar histórias onde a paz reinava. Foi por isso que meu desejo de morar só foi instaurado no meu cerne, porque a paz é paz; é não ter que se deparar com situações que te limitam, te priva de ser quem você é, é poder reconciliar-se ao sono com a cabeça leve, sem receios de que o pesadelo possa vir a te assombrar. Respeito-me a ponto de dizer não a um novo amor caso ele seja comprometido e não vá de encontro com aquilo que acredito.
Continuo amando-me e permitindo-me estar aberta para o novo.
É assim que namoro comigo, de bem com a vida, sem o peso da consciência e livre para o novo despertar.

Inserida por Valeriateixeira

⁠Já nascemos livres,
mas com o passar dos anos,
o capricho,
a vaidade,
nos aprisiona.

Inserida por ShandyCrispim

⁠Eu comecei a pensar em liberdade quando tinha oito anos de idade. Me fixei nos 18 anos quando eu poderia sair de casa legalmente. Saí aos vinte através de um casamento. Depois fiz tudo para me livrar desse casamento para ser livre. A liberdade chegou trazendo um gosto amargo. Não há como ser livre sem perdas, sem renúncias.

Inserida por emiliaboto

⁠Marca silenciosa

Rodas cintilantes flutuam vigilantes nas marés da vida,

por anos na caverna sem ver além das sombras esculpe o abismo e o moldei como uma estátua de vidro, aprendi a enxergar baseado naquilo que vive no caos,

mergulhado na dor entendi a respeito de várias revelações, saio transformado hoje da caverna para espalhar uma luz jamais vista antes na superfície.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Os Próximos Capítulos

Léo tinha apenas oito anos quando se mudou para um bairro no interior da cidade. Lá, conheceu uma garota que, sem saber, se tornaria sua grande paixão. A mãe dela era afiliada da mãe dele, o que fazia com que estivessem sempre próximos. Cresceram juntos, compartilhando brincadeiras, risadas e histórias, mas para ela, Léo sempre foi apenas um amigo. Já para ele, cada momento ao seu lado era especial.

Os anos passaram, e ela começou a namorar um amigo próximo de Léo. Ele nunca interferiu, apenas observou de longe, guardando seus sentimentos em silêncio. Seu amor não era correspondido, e ele aprendeu a aceitar isso. A vida seguiu seu curso, e cada um tomou seu próprio caminho.

Na idade adulta, os dois acabaram se afastando. Léo seguiu sua trajetória, enquanto ela se casou e formou uma família. Por muito tempo, ele apenas a acompanhou de longe, sabendo que ela estava feliz. Até que, um dia, o destino os colocou frente a frente novamente.

O reencontro foi casual. Uma conversa despretensiosa, sorrisos tímidos e lembranças de um tempo que parecia distante. Mas Léo percebeu algo diferente nela. O brilho em seus olhos já não era o mesmo. Não que ela estivesse infeliz, mas havia uma sombra de incerteza em suas palavras.

Com o passar dos dias, trocaram mais mensagens, conversaram mais vezes. Ela confidenciou que seu casamento passava por um momento difícil, cheio de dúvidas e desgastes. Léo ouviu atentamente, como sempre fazia. Não havia segundas intenções, apenas a vontade genuína de estar presente para ela, como sempre esteve.

Em uma noite qualquer, ele a convidou para sair. Não como um encontro, mas como uma oportunidade de relembrar os velhos tempos, de resgatar um pouco da leveza que a vida adulta havia tirado. Para sua surpresa, ela aceitou.

Foram a um lugar tranquilo, conversaram sobre tudo e sobre nada, riram como há muito tempo não riam. Léo não nutria esperanças. Ele sabia que seu amor sempre fora unilateral, mas aquilo não importava. Estar ao lado dela, mesmo que apenas como um amigo, era suficiente.

Enquanto a noite avançava, ele se pegava pensando no que o futuro reservava. Nunca criou expectativas de que ela o olhasse de outra forma, nem que os sentimentos dela mudassem de repente. Sempre aceitou seu lugar, aquele espaço silencioso de quem ama calado. Mas, pela primeira vez em anos, percebeu que a vida, teimosa, os colocava novamente no mesmo caminho. E, no fundo, algo dentro dele dizia que talvez… talvez os próximos capítulos dessa história ainda estivessem por vir.

E então... o improvável aconteceu.

O que por tantos anos ele só ousou viver dentro dos próprios pensamentos, das imaginações mais secretas, de repente se tornou real.

Ela lhe disse SIM. Havia um "quem sabe" no olhar, uma entrega sutil, quase silenciosa... mas que ele entendeu na mesma hora. E quando percebeu, estava ali, tão perto, sentindo o cheiro dos cabelos dela, ouvindo sua respiração misturada à sua. O toque da mão dela na sua pele fez seu corpo inteiro estremecer. Cada célula, cada fibra, cada pedaço de si entendia que aquele momento era real — tão real que parecia impossível.

Se beijaram. E aquele beijo tinha gosto de infância, de saudade, de desejo guardado há anos. Beijo que carregava memórias, cicatrizes, sonhos... e principalmente, amor. O corpo dela encaixado no seu era a materialização de cada pensamento que ele teve ao longo de uma vida inteira.

Fizeram amor.

Mas, para Léo, não foi só isso. Foi como atravessar a linha que separa o sonho da realidade. Enquanto seus lábios percorriam a pele dela, enquanto seus braços a apertavam contra o peito, ele sentia que estava vivendo o momento mais verdadeiro da sua existência. O coração disparado, a respiração descompassada, os olhos marejados… era como se o universo inteiro tivesse parado, como se tudo que ele viveu até ali tivesse sido apenas um prelúdio para aquele instante.

Por dentro, gritava para si mesmo: “Aconteceu! Está acontecendo! Eu estou vivendo isso!”

Era mais do que desejo, era amor transbordando em cada toque, em cada suspiro, em cada olhar trocado. E, durante aquela tarde, ele não sabia se aquilo seria uma vírgula, um ponto final ou um novo capítulo... só sabia que, naquele instante, ela era sua. Sem cobranças, sem promessas, sem amarras. Só eles. Só aquele momento.

Por tanto tempo, ele carregou consigo a lembrança de um amor que só existia dentro dele. Mas agora... agora ele tinha algo que ninguém jamais poderia tirar: a lembrança viva, real, pulsante... de um amor que, por um instante, deixou de ser apenas sonho — e se fez vida.

E, enquanto olhava pra ela, repousando em seus braços, só conseguia pensar que… talvez, só talvez… os próximos capítulos ainda estejam sendo escritos.

Inserida por LeBernardo

Demitir um profissional aos 58 anos é condená-lo a um destino cruel: velho demais para o mercado, novo demais para a aposentadoria, e invisível para a sociedade.

Inserida por estermorgan16