25 anos
02/02/2025
Cremado,Enterrado ,
exumação,
deu um tiro e agora foi 2.5 troquei por uma G.25. Nesta vida só há um e é eterno ,de nada mas ...não acredito... casual casual
porque quando eu éramos jovem era mais fácil,
era mais e pra morrer era mais difícil
e agora o que me resta....solidão
de degrau em degrau,
um passo de cada vez
não somos perfeitos em tudo mas
sim agora sim caráter de dizer
não é não,
acabou sim acabou
e somente hoje
quem sabe o amanhã?!;(!
A passagem bíblica de Mateus 25:40, "Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes", é o pilar fundamental que sustenta o grupo. Para a CISFA sempre se importando cada ato de bondade, por menor que seja, é um ato de adoração e serviço a Deus. Essa fé se manifesta no lema da organização: "Sempre se importando, unidos pelo cuidado, movidos pelo amor sobre a orientação do Senhor Jesus Cristo no seu mandamento, amar o próximo como a si mesmo.
Dia 25 - Como minha vida se fortalece em comunidade?
- A vida floresce no encontro entre pessoas.
- A cooperação multiplica forças.
- A comunidade cria apoio e aprendizado.
- A partilha constrói vínculos duradouros.
- Crescer junto amplia horizontes.
- Cuidar do outro fortalece o próprio caminho.
- A solidariedade constrói futuro.
25/12/25
Caminhos de luz
É Natal
É o nascimento do Menino Jesus
É para a vida, um novo olhar
É seguir caminhos de luz
08/11/2014 - 19:25 hs.
Algum tempo atrás eu li um livro com o título " AJUDA-TE PELA PSIQUIATRIA",
e de lá pra cá vendo lendo sobre psicologia, então cheguei a conclusão que: Só quem pode me fazer feliz sou eu mesmo.
Poema do além
24/11/25
Acordado, talvez?
Me sinto perdido, mas livre
As folhas balançam e eu as escuto
Seria algo me dizendo algo?
Não sei, mais se sei, nunca descobrirei
É algo invisível?, ou do além?
Existe algo fascinante, ou estou fascinado?
Isso dizia mais sobre quem sou
Mas nunca daonde vim
Viemos de muito longe, só passamos tempo aqui
Vamos voltar e voltar
Até que um dia
Seremos nós o além....
“Quem busca apenas prosperidade e não busca a Cristo está vendendo a alma por conforto.” Lucas 9:25. – miriam leal
A Bíblia diz, ensina que Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens
(1 Timóteo 2:5). Nenhum ser humano recebeu autoridade para decidir quem merece o perdão de Deus. Essa decisão pertence ao Senhor.
miriamleal
25 de junho de 2026 14:13
Hoje finalizei uma etapa importante que vinha adiando há algum tempo: cuidar dos meus dentes. Ontem comecei o tratamento e hoje concluí tudo. Parece algo simples quando contado em poucas palavras, mas quem já passou horas em uma cadeira de dentista sabe que existe muito mais nessa experiência do que apenas abrir a boca e esperar terminar.
Faço tratamento com a mesma dentista há muitos anos. Ela é uma profissional incrível, daquelas pessoas que transmitem confiança apenas pelo jeito de falar. E talvez seja justamente essa confiança que me faz voltar sempre, porque, sinceramente, ir ao dentista é um verdadeiro teste de resistência.
Existe um momento em que a boca simplesmente começa a cansar. No início você acha que consegue ficar ali tranquilamente, mas depois de vários minutos com a boca aberta, os músculos parecem pedir socorro. Você tenta relaxar, mudar um pouco a posição, respirar fundo, mas logo percebe que ainda falta bastante tempo.
Para quem tem dentes sensíveis, como eu, a experiência ganha um nível extra de desafio. Aquele jato de ar que para muitas pessoas parece inofensivo, para mim é quase um choque elétrico atravessando o dente. É uma sensação tão rápida quanto intensa. O corpo inteiro se contrai em uma fração de segundo.
E então vem aquele instrumento que raspa os dentes. O som. Meu Deus, o som. É impressionante como um simples ruído consegue provocar tanto desconforto. Não é apenas ouvir. Parece que o barulho atravessa a cabeça inteira. A cada raspagem, eu já ficava esperando a próxima, como quem sabe que um pequeno incômodo está prestes a chegar novamente.
Enquanto estava ali, pensei em como algumas coisas importantes da vida são exatamente assim. Nem sempre são agradáveis durante o processo. Às vezes cansam. Às vezes incomodam. Às vezes fazem a gente querer que tudo termine logo. Mas o resultado compensa.
Quando me levantei da cadeira e vi tudo concluído, senti aquela satisfação silenciosa de quem enfrentou algo desconfortável e saiu melhor do outro lado. Não foi apenas sobre dentes limpos ou tratamento finalizado. Foi sobre lembrar que cuidar de nós mesmos nem sempre é prazeroso, mas quase sempre é necessário.
A vida tem muitas cadeiras de dentista. Situações que exigem paciência, resistência e confiança no processo. E talvez a verdadeira maturidade esteja justamente em entender que nem tudo que nos faz bem será confortável enquanto acontece.
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
25 de agosto Dia do Soldado.
Veste a farda com respeito,
não empunha por rancor.
Seu combate é sempre feito
pela paz e pelo amor.
Onde o medo quer reinar,
ele ergue a proteção.
Faz da paz seu caminhar,
e da fé, sua missão.
Benê Morais
25 de agosto Dia do Soldado.
Enfrenta o fogo e o aço,
sem recuar, sem temer.
Faz da paz o seu espaço,
mesmo ao lado do sofrer.
Não se dobra à violência,
nem se rende à opressão.
Com coragem e presença,
vence a guerra da razão.
Benê Morais
Na COP30, a coxinha custa R$ 45,00, água R$ 25,00 e ainda querem salvar o planeta, matando os turistas climáticos de fome.
Benê Morais
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