Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa

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⁠Passei minha vida evitando complicações, especialmente do tipo romântico. Tendo conhecido você, entendo agora que eu não estava vivendo. É difícil ouvir “amo você”, mas preciso dizer as palavras. Elas estão na minha cabeça durante o dia todo, e se não posso dizê-las, vou escrevê-las repetidamente.

Quem nunca chorou, ás escondida ou na frente de todo o mundo, lágrimas amargas porque uma história maravilhosa chegou ao fim e é preciso dizer adeus ás personagens na companhia das quais se viveram tantas aventuras, que foram amadas e admiradas, pelas quais se temeu ou ansiou, e sem cuja companhia a vida parece vazia e sem sentido? (…)

⁠O coração quer desistir quando o corpo cansa. Vai ter dia em que você vai querer desistir da sua vida. Neste dia, não fique deitada. Lute pela sua vida. Pegue um cobertor e pise nele. Vire a terra do seu campo. Saia e ganhe o seu salário. Diga: “Eu não vou morrer, eu vou sobreviver a isso”. E levante o seu corpo do chão.

A fraternidade deve ser a pedra angular da nova ordem social; mas não há fraternidade real, sólida e efetiva, se ela não se apoia sobre uma base inabalável; esta base é a fé; não a fé em tais ou quais dogmas particulares, que mudam com os tempos e os povos,e se atiram pedra, porque se anatematizando, eles mantem o antagonismo; mas a fé em princípios fundamentais que tudo pode aceitar; Deus, a Alma, o futuro,o progresso individual indefinido, a perpetuidade das relações entre os seres. Quando todos o homens estiverem convencidos de que Deus é o mesmo para todos; que esse Deus soberanamente justo e bom, nada pode querer de injusto; que o mal vem dos homens e não dele, eles se olharão como os filhos de um meso pai e estender-se-ão as mãos.

Eu tinha que voltar, mas, antes que percebesse, era verão. Estar com vocês dois… era tão divertido. Foi a primeira vez que vi um rio na superfície. A primeira vez que andei de bicicleta. A primeira vez que descobri quão vasto é o céu. E, acima de tudo, a primeira vez que vi tanta gente num só lugar.

Havia uma pintura que eu queria ver. Não importa quão longe… Nem onde estivesse… Não importa quão perigoso fosse… Eu queria vê-la. Na minha época, ela já tinha sido destruída num incêndio. Sua localização antes dessa época era desconhecida. Só foi confirmada sua existência nessa época, nesse local, nessa estação. Eu só precisava vê-la. Eu ia me lembrar dela pelo resto da vida.

⁠O passado pode ser intoxicante. Pode nos atrair, criar a ilusão de que tudo era melhor, que éramos mais felizes, ou as experiências eram mais ricas na época. Também pode nos debilitar, nos deixando presos em nossas lembranças de dor, mágoa e decepção, nos impedindo até de tentar outra chance de felicidade.

Havia um gato listrado.
O gato morreu um milhão de vezes e renasceu um milhão de vezes..
e teve vários donos com os quais não se importava.
O gato não tinha medo de morrer..
Um dia, o gato era um gato livre, um vira lata..
Ele encontrou uma gata branca, E os dois gatos,
passaram seus dias juntos alegremente.
Anos se passaram e a gata branca morreu de velhice.
O gato listrado chorou um milhão de vezes e morreu.
Ele nunca mais voltou à vida.

Não sei entender alguns detalhes, ou na verdade até sei mas depois não entendo.
Um toque, um sorriso e as palavras se perdem.
Um suspiro no beijo interrompido, coração bate forte e traduz aquele olhar morteiro.
Meus sentidos se perdem e me perco em você.
Sinto uma vontade louca de não te deixar fugir de meus braços,
De não deixar você sair de perto dos meus cuidados.
Ah, que bom seria se fosse assim.
Dormir com teu corpo colado ao meu e quando acordar dar-lhe bom dia com um beijo.
Seu cabelo bagunçado, sua cara de sono, sua manha para sair da cama...
E nossos desencontros não sei explicar, nem ao menos entender.
Ao mesmo tempo em que sinto você comigo, também não tenho essa certeza.
Insegurança ou medo, não sei, mas sei que posso te fazer feliz e segura se você deixar.
Quero ser teu porto seguro, te ajudar a superar seus medos, te dar segurança.
Basta ter o teu sorriso que o meu dia se transforma, me anima.
Deixe-me te fazer feliz e uma linda história vamos perpetuar...

Inserida por RodolfoRSantos

esse texto é sobre saudade. ou sobre você. talvez seja sobre seu jeito de andar ou sobre a forma como me olha, como se não existisse mais nada no mundo que merecesse a sua atenção além de mim. ou sobre como abraça cada parte minha e reconstitui meus destroços. e sobre como beija meu corpo como se eu fosse a sua própria comunhão. e talvez eu seja. esse texto é sobre a sua pele, suas pintas, seus diversos sorrisos e as variadas formas com que desarma os meus. é sobre seu cheiro ser paz mesmo quando o mundo está arruinado, e sobre o carinho com que lida com o caos, mesmo que ele não seja teu. é sobre o brilho nos seus olhos enquanto me olha e sobre não querer parar de olhar e sempre me procurar mesmo quando existem outros olhares e pessoas no ambiente. é sobre o amor que você deposita no que é e no que se apresenta à mim. é sobre você ser você, e assim ser completa. esse texto é sobre saudade, e sobre você. porque mesmo quando está perto eu sinto saudade pelas horas que não está. e sei, do fundo do coração, que se pudesse você sempre estaria. eu sei.

""O Ciclo do amor moderno". Algo pra falar sobre esse texto? Apenas que resumiu e enquadrou todos os casos de amor nos dias atuais. Todos? Sim, todos. Todos porque não passa de um clichê toda essa história. As pessoas não têm mais criatividade e nem vontade de amar de verdade. Quem tem, tem medo! Medo de arriscar porque alguma vez na vida já passou por esse "ciclo do amor moderno" e se machucou. São poucos os que amam e não fazem disso apenas um status. Porque o desfecho de toda essa farra terá sempre um maior número de pessoas que foram magoadas do que um número de pessoas que foram felizes. Com exceção de você que faz isso e acha que está feliz... Acha! Até você descobrir que o único iludido de toda essa "felicidade fácil" é você!" ( Carol Torres )

Inserida por Anscarolline

Esse não vai ser o último texto sobre você. Pelo menos, não nessas primeiras linhas. Eu poderia ter te decifrado, e ter te encontrado. Poderia ter arriscado sem medo de errar. Eu poderia ter tido você comigo, a mais tempo do que nesses últimos meses. Eu poderia ter sentido o seu perfume no ar, com mais abilidade, eu prestaria mais atenção qual a fragância dele. Eu poderia ter feito milhares de coisas, poderia ter dito milhares de frases, ou até mesmo três palavras, apenas. 'Eu amo você' Talvez dizendo isso com mais freqüencia, eu não teria passado por tudo o que eu passei. Mas eu nunca fui de demonstrar tudo o que eu sentia, eu simplesmente não agia. Isso pode parecer ridiculo agora, mas eu estou escutando a nossa música, e talvez seja a última vez. Eu sempre olhei para o céu, e tentei imaginar como você estava, o que você estava fazendo, por que caminhos você estava andando. Eu nunca entendi esse seu jeito de querer abraçar o mundo, e de querer que todo mundo goste de você.. Sem ver os seus defeitos, só as suas qualidades. Hoje, depois de muito tempo, eu encontrei um sentido, uma resposta, para todas as minhas perguntas.. todas as minhas incógnitas. Eu descobri, o que existia dentro de ti. Eu descobri o tamanho do seu amor, descobri como você age quando sente saudade, como é quando faz a maldade. Eu desvendei seus segredos, sem ao menos você saber que eu entendia todos eles. Eu só queria poder te abraçar pela última vez, e sentir tudo aquilo que eu sempre quis e nunca tive coragem. Seu perfume, seu corpo macio, seu calor que me aquece quando chega o frio. Eu só queria poder, te conhecer, te entender, te ajudar.. e fazer você caminhar. Eu nunca quis ser um medo para você, nunca quis ser algo que fosse indescritivel. Mas você tornou a nossa história um segredo, e com todos os seus medos. Se você pudesse me ver agora, se você pudesse me entender, você compreenderia o quanto eu mudei. Mas você não está aqui, eu te dexei escapar por entre os meus dedos, te soltei de dentro do meu coração, eu praticamente te rejeitei, sem ao menos querer. São 18:18 e eu estou pensando em ti, e 18:18.. quer dizer: Eu sinto falta de você. E sobre as primeiras linhas desse texto.. eu não tenho nada a dizer, porque eu continuo a escutar, a nossa música, aquela que me lembra você. "Ele: Para sempre é muito tempo, e com certeza não vai ser por esse tempo que você vai me amar." Sinceramente? Vai ser dificil eu acreditar...

Inserida por amand-petrovic

Eu só não quero que esse texto termine com uma explicação sobre o meu amor, nem que termine te julgando ou até mesmo te amando. Eu só não quero que você vá agora, não hoje. Eu só não quero ficar sem você aqui de novo, você faz parte de um lugar onde ninguém mais pode tocar; você faz parte de mim. E eu espero que você fique aqui, e que não tenha vontade de ir, não agora. Eu só espero que seu sorriso seja por minha culpa. Eu só espero que você me ame, assim como eu te amo e te quero cada segundo mais.

Inserida por amand-petrovic

Sou bem mais do que qualquer frase, letra ou texto que fale sobre mim. Sou bem mais que uma foto que mostra o que fiz ou deixei de fazer. Sou bem mais do que o "meu eu" que você pensa conhecer. Sou minhas atitudes, minhas idéias sou meus sentimentos! Na verdade, não sou nada do que você leu aqui... Esqueça essa história de querer entender as pessoas se nem mesmo algumas conseguem se entender. Em vez disso, viva, em vez disso, divirta-se! Não procure saber, apenas viva!

Inserida por Iagotxt

⁠O texto se chama Discurso sobre a origem da desigualdade entre os homens. E, nesse discurso, Rousseau fala sobre a especificidade do humano em relação ao resto da natureza. (...) Um gato, o exemplo é de Rousseau e não é meu, um gato nasce com instinto de gato. E o instinto de gato é a natureza do gato, é a essência do gato. Esse instinto basta para o gato viver como gato (...), então, o gato é 100% determinado pela sua natureza. A vida do gato é a natureza do gato e corresponde a natureza instintiva do gato. E é por isso que gato vive como gato, desde que existe gato. Gato não se aperfeiçoa, gato não vai à lua, não desfila em escola de samba, gato vive do mesmo jeito há milênios, porque o gato obedece uma natureza que não tem mudado muito. Desta forma, disse Rousseau: "Um gato morrerá de fome ao lado de um prato de alpiste." Ele não vai arriscar, não está programado para arriscar. Um pombo, por sua vez, também nasce com instinto de pombo, natureza de pombo, jeito de pombo, e este instinto pombalino vale e basta para o pombo viver como pombo até o fim da vida. O mesmo não inventa, não cria, não improvisa, o pombo respeita a sua natureza de tal maneira que o pombo morrerá de fome do lado de um prato de filé. E o homem? O homem também tem instinto, também tem natureza, e tanto é assim que, quando nasce, vai procurar seio materno, não foi porque aprendeu com alguém, porém, o instinto do homem não dá nem para a primeira semana. Se fosse por instinto, não haveria palestras. O instinto do homem não esgota a vida do mesmo, muito pelo contrário, a vida do homem transcende e muito a sua base instintiva e poderíamos dizer que exista um delta entre a existência e a natureza. Disse Rousseau: "Quando a natureza se cala, ainda há muita vida por viver". Claro, o homem não é como o gato, o homem tem um instinto, mas o instinto não basta. E é por isso que homem inventa, improvisa, cria e esta construção intelectiva sobre a própria vida, quando o homem esculpe a estátua da própria existência, recebe o nome de moral. E é por isso que o homem come o alpiste.

Clóvis de Barros Filho

Nota: Trechos da palestra Rousseau e o instinto da vida, do professor, jornalista e escritor Clóvis de Barros Filho.

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Inserida por samuelfortes

Um Canto na Aurora

⁠Um relâmpago no céu noturno
Ilumina o caminho inseguro,
Sob o tempo mais soturno
O pensamento teme o futuro.

A espera é pela manhã chegar
Para que tal apresente algum alívio,
A esperança está na tempestade cessar
E seguir sem nenhum sonívio.

O deleterio recôndito dispensado
Já não pode aludir e contagiar,
O pássaro da aurora despertado
Fez seu canto para o céu clarificar.

Todo pretérito acuou-se na soleira
Em resultado do interlúdio ambientado,
No tempo corrente não é coleira
Apesar de arquivo a ser consultado.

No lume abastecido de percepção
Uma presença é reconhecida,
É o pássaro auroral na recepção
Que canta dando boas vindas.

William Contraponto

Existe um olhar diferente,
A tudo e á todos
Não imagino uma pessoa ínfera á outra,
Somos pedaços,
E nada nos leva a pensar
Que não exista...

Pessoas distintas a cada olhar,
Pessoas distintas a cada pensar,
Pessoas distintas a cada andar,
Pessoas distintas a cada falar,
[...]

Sem dúvidas,
realmente somos diferentes,
Por formas e pelas variáveis feições,
E ao mesmo tempo somos iguais,
Por dentro,
E essa igualdade não nos
fazem pensar que não exista...

Momentos distintos a cada pessoa,
Atitudes distintas a cada pessoa,
Personalidades distintas a cada pessoa,
Cada pessoa distinta a cada pessoa,
[...]

Nem somos forçados a existir,
Muito menos a resistir a essa oposição,
Se não consideramos o Deus
Nossa grande salvação,
Não seremos diferentes,
Não seremos distinção
[...]

Inserida por SegundoEle

⁠Acredito que um dos grandes méritos da Constituição cidadã de 1988
é seu conjunto de ordenamento para o funcionamento pleno da
democracia e o resgate do estado de direito após um longo período
autoritário. Com o passar do tempo, algumas disposições de nossa
Carta Magna foram ou estão sendo ajustadas para atender novas
indigências da sociedade nos campos político e social, como ainda
reforçar os processos decisórios democráticos.

É assim que se constrói uma democracia sólida.

Inserida por nelsonwilians

DOCE AUSÊNCIA.

Estar é estranho quando se aprendeu a não ser. Há um desconforto tênue em ocupar o agora, como se a presença pesasse mais que a ausência. E então, ao espiar por brechas o que floresce sem ti, nasce o desejo de sumir — ser sombra, ser brisa, ser nada. Porque às vezes, a distância dói menos que a consciência de estar fora, mesmo estando perto.

Inserida por Mirlane_A_Nascimento

A VIAGEM

Queria poder fotografar o céu dessa noite. Um cobertor de constelações aqueceu meus pensamentos. Mesmo com todo o frio desejei estar deitada na boleia de um caminhão, só pra o meu olhar não ter pausa, só pra o meu corpo ter descanso, só pra ter a sensação de que essa viagem ao universo não iria acabar. A cada curva, embaralhavam-se com minha imaginação e eu só esperando a chuva, pra que ela levasse todo o excesso e deixasse só a leveza...

Inserida por Manaia