Um Poema para as Maes Drummond

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⁠Defenda-se com um sorriso, ataque com o silêncio e vença com indiferença.
Ser perseguido, difamado e conspirado permanentemente pode e é um sinal de grandeza....

Seja forte, fique firme. Ressurja igual ao nascer do Sol, que todos os dias se renova em um lindo amanhecer. Assim será a sua vida!

Meu coração é um enigma estético, não possui uma forma comum, as artérias formam maravilhosos labirintos, e o sangue bombeia sentimentos confusos. Quem sabe um dia você encontre a saída.

Acho que "dar um tempo" é a melhor forma de se buscar uma reta, quando o caminho começa a nos obrigar a usar os desvios para não nos perdermos nas curvas inesperadas.

⁠A cada amanhecer surge um novo dia e com isso, uma nova oportunidade, mas o amanhã virá? A esperança é que sim, no entanto não sabemos. Portanto, há uma grande importância no hoje, no agora. Pois hoje é o dia, agora é a melhor oportunidade, para amar e dizer, eu te amo!

O ciúme é um mal protetor: às vezes saio com a roupa cheirando a cachorro molhado. A minha máquina de lavar é possessiva...

Ontem, hoje e o amanhã. Dias distantes, um passado próximo, um presente real e um futuro incerto. Palavras, caminhos e escolhas a serem traçadas, um mundo feito para decisões a serem tomadas. Dúvidas são só para aqueles que apenas querem existir. Já para os que realmente vivem, uma aventura é vivida a cada dia, um frio na barriga a cada movimento. Para aqueles que nada sentem, paciência. Viver é só para quem tem vontade.

O que não sei eu sinto, o que sinto não sei descrever, mas no silêncio de um olhar a gente sente e sabe sem querer.

⁠O Mundo é Um Moinho, Quem Não Souber Fazer Pão, Que Procure Carregar Os Sacos De farinha

⁠Como um raio de sol, você brilhou, me encantei, me apaixonei. Com seu olhar me conquistou, em mim nasceu o amor. Não há palavras para descrever esse amor que sinto por ti. Você nasceu para viver para sempre do meu lado.

⁠Deus quando nos criou, nos fez perfeitamente um para o outro. Para viver sempre juntos, eternos namorados!

Coisinhas simples que cabem no meu coração...um beijo,um abraço,um carinho,um afago,um aperto de mão,uma linda amizade,um convite para sair,caridade,perdão,palavras de encorajamento e fé...
Coisinhas simples que valem tudo na vida,coisinhas simples para ser feliz,coisinhas simples de se ter e oferecer.

Sou negra e não tenho um dia... tenho uma vida uma história uma cultura um valor um sonho. Consciência? mas o que é isso mesmo? Prefiro a inconsciência dos desejos, dos ébrios, dos loucos e dos apaixonados. Meu dia são todos os dias. De consciente mesmo só a minha negritude claramente estampada na retina do branco-branco.
(Poema composto para a peça teatral VAGABUNDOS, Teatro do Sesc, Fortaleza- CE, a pedido do meu genial e predileto ator Getúlio Cavalcante, em 27/03/2014, 14:58)

⁠Ao seguir ⁠na direção exata do seu universo, encontro um olhar intenso e muito charmoso que pertence à uma arte graciosa, repleta de sentimentos, onde a veemência aflora e cuja naturalidade é instigante com detalhes harmoniosos numa delicadeza impactante, que neste momento é valorizada pelo sol e assim, promove ainda mais um avivamento profusamente satisfatório tal como um poema aprazível de poucos versos, desenvolvidos com amor e afinco, motivando um rico encantamento, a comprovação de que estão vivos e de que são verdadeiros, a exemplo destes que são um reflexo do seu íntimo ou talvez um achismo certeiro.

Era um beijo gostoso
Demorado, de tirar o fôlego
Porém era fogo morno
Que com um só sopro
Virou fumaça
Apagou-se

Um dia se eu te reeencontrar
Terei muito pra falar
Conquistas e histórias
Lembrarei nossas memórias

E se um dia eu te rever
Vou saber que é você
Pois me ensinou o amor
Que pra sempre eu hei de ter

Ainda que não te veja mais
Ainda que não conheça a tua feição
Eu irei guardar você
Bem no fundo do coração

E se tudo foi um sonho
Sem dúvida foi feliz
Pois por pelo menos um segundo
Sua presença eu senti

Pobre Rapaz!

A Droga do amor
Não te deixa em paz
No seu peito, há fervor
Um pobre rapaz

Sentado a beira do mar
Há pensar na vida
E por ela clamar
Sem nenhuma saída

Pra ela se entregou
E no mar se afogou
Deus o acolheu

Lhe deu o seu amor
Mostrou o seu valor
Seu espírito acalmou

Vaso Chinês

Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.

Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura;

Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.

Flor de caverna

Fica às vezes em nós um verso a que a ventura
Não é dada jamais de ver a luz do dia;
Fragmento de expressão de ideia fugidia,
Do pélago interior boia na vaga escura.

Sós o ouvimos conosco; à meia voz murmura,
Vindo-nos da consciência a flux, lá da sombria
Profundeza da mente, onde erra e se enfastia,
Cantando, a distrair os ócios da clausura.

Da alma, qual por janela aberta par e par,
Outros livre se vão, voejando cento e cento
Ao sol, à vida, à glória e aplausos. Este não.

Este aí jaz entaipado, este aí jaz a esperar
Morra, volvendo ao nada, – embrião de pensamento
Abafado em si mesmo e em sua escuridão.

O Ídolo

Sobre um trono de mármore sombrio,
Em templo escuro, há muito abandonado,
Em seu grande silêncio, austero e frio
Um ídolo de gesso está sentado.

E como à estranha mão, a paz silente
Quebrando em torno às funerárias urnas,
Ressoa um órgão compassadamente
Pelas amplas abóbadas soturnas.

Cai fora a noite - mar que se retrata
Em outro mar - dois pélagos azuis;
Num as ondas - alcíones de prata,
No outro os astros - alcíones de luz.

E de seu negro mármore no trono
O ídolo de gesso está sentado.
Assim um coração repousa em sono...
Assim meu coração vive fechado.