Um dia Vamos nos Conhecer

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⁠⁠“Quem entende e sabe conviver com as pessoas do seu universo certamente tem dentro de si um universo de sabedoria feito de respeito, atenção, zelo, altruísmo, caridade e paciência”
Ney P. Batista
Apr/27/2021

⁠“Cativar alguém e depois abandonar é o mesmo que conquistar um objeto de desejo e depois deixá-lo à parte por perda de interesse”
Ney P. Batista
Jul/12/2021

⁠“Até posso compreender um analfabeto, mesmo o funcional; Mas o analfabeto midiático, desse quero distância”
Ney P. Batista
Apr/09/2022

⁠“Um olhar diz tanto… Precisamos saber ouvir o que ele nos diz e também usá-lo para expressar nossos sentimentos, uma vez que palavras proferidas podem causar tanto desentendimento”
Ney Paula B.

⁠Quando se perde um ente querido.
Nesse momento de imensa dor, se faz necessário lembrar que é preciso compreender e saber adaptar-se à “impermanência da vida” - o que significa ter uma clara compreensão de que tudo na vida é transitório, inconstante e que em algum momento todos a deixaremos. Embora seja muito difícil aceitar essa realidade, temos que estar preparados para um dia enfrentá-la, tendo uma perfeita consciência dessa inevitabilidade.
Outrossim, é fundamental buscar o consolo do SENHOR, pelo Espírito Santo, acreditando que os que morreram em Cristo sempre estarão bem.
Lembrem sempre dessa verdade que alguém, noutro tempo, disse:
“Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar.”
Ney Paula B.

⁠“Na vida é preciso ter cuidado com o “sim” que damos… para que não seja fruto de um descuido do “não”. É que podemos, sem ponderar, aquiescermos a sugestões ou convites que podem nos levar por caminhos não compatíveis com aqueles aprovados pelo SENHOR, o que certamente irá desagradá-Lo.”
Ney Paula B.

⁠Viver não é lutar para ter… É esforçar-se para ser, ser um virtuose em coragem, justiça, autocontrole, relacionamentos e sabedoria.
-Coragem para enfrentar e saber lidar com os constantes reveses da vida e a inevitabilidade da morte.
-Justiça para não permitir-se aquiescer ao que não é moral, ético. Não ser indulgente com erros recorrentes e ser imparcial em seus julgamentos.
-Autocontrole para ser capaz de dominar as próprias emoções ou os impulsos decorrentes dessas emoções e também ter domínio dos desejos, apetites e paixões.
-Relacionamentos para saber cativar e deixar-se cativar, usar de empatia, generosidade e paciência.
-Sabedoria para fazer boas escolhas e saber distinguir o certo ao errado e o que é fundamental ao que é importante.
-Luz para que onde chegues a paz de Cristo Jesus seja sentida.
Ney Paula B.

⁠Eu não busco encontrar a felicidade, eu busco um caminho longo até a felicidade.

Da mesma forma que a trilha é melhor do que o topo, a busca é melhor do que a conquista.

⁠Toda boa ação é consequência de um ato impensado.

⁠A interpretação da subjetividade é um labirinto escuro, e o intérprete, uma criança fértil.

Você que pensa ser grande, és tão pequeno, insignificante, que se queimar seu corpo, não dá um copo de 200 mililitros de cinza.

Palavras inundam meu pensar, quais as ondas de um agitado mar, sigo às serenas águas, preciso descansar.

Cada um tem sua agenda da vida, nem sempre as coisas acontecem do jeito que queríamos. Mas o importante é cumprir as etapas, as quais nos propusemos em realizar.

Todo ser humano é hipócrita, a diferença está no grau de hipocrisia que cada um detém em sí.

A vida na terra é um estágio probatório para uma eternidade de vida, ou morte.

Quando as escutas falham por surdez, é porque repousam, silenciosamente, em um ponto fora do eixo.

Pensamentos na Roda de Chimarrão

A roda de chimarrão se forma sem aviso. Um chega, outro puxa a cadeira, alguém esquenta a água. Quando se percebe, o tempo já diminuiu o passo e ninguém sente falta da pressa.

Na roda de chimarrão sempre tem quem fale menos. Não é silêncio vazio, é escuta. A cuia vai e volta, e junto dela um pensamento que ainda não terminou.

O silêncio na roda de chimarrão nunca constrange. Ele se senta junto, toma um mate e fica. Às vezes diz mais que a conversa inteira.

Tem roda de chimarrão que começa leve e, sem combinar, vai ficando funda. Quando vê, alguém falou de infância, outro de ausência, e ninguém tentou consertar nada.

A roda de chimarrão mostra o ritmo de cada um. Tem quem devolva a cuia rápido, tem quem demore. Ninguém apressa. O mate não gosta disso.

Na roda de chimarrão se encontram pessoas que talvez não se encontrassem em outro lugar. Ali, todo mundo bebe do mesmo amargo e isso iguala.

Algumas conversas só existem na roda de chimarrão. Fora dali não teriam espaço, nem clima. São feitas do vapor da água e da confiança que se cria sem anúncio.

Quando alguém chega atrasado na roda de chimarrão, a roda abre. Não precisa pedir licença. A cuia já sabe o caminho.

Tem roda de chimarrão em que ninguém resolve nada. E mesmo assim todo mundo sai melhor do que entrou. Resolver nunca foi o objetivo.

Na roda de chimarrão, a ansiedade vai ficando menor a cada gole. Não some, mas aprende a sentar e esperar.

Sempre tem uma risada que nasce do nada na roda de chimarrão. Não é piada ensaiada, é convivência se reconhecendo.

A roda de chimarrão não cobra explicação. Quem fala pouco fica. Quem fala demais também. O mate não mede ninguém.

Tem histórias que se repetem na roda de chimarrão. E ninguém reclama. Porque não é a história que importa, é quem está contando de novo.

Quando a água esfria na roda de chimarrão, alguém levanta e esquenta de novo sem dizer nada. Cuidar ali é gesto pequeno.

Às vezes a roda de chimarrão fica só no som da bomba. Ninguém se incomoda. Aquilo também é conversa.

A roda de chimarrão ensina que dá pra discordar e continuar sentado. A cuia passa mesmo assim.

Tem roda de chimarrão curta. Alguém precisa ir, outro chega só pra um mate. Mesmo assim valeu.

A cuia passa por mãos diferentes na roda de chimarrão e nunca muda. O que muda é o jeito de segurar.

Quando a roda de chimarrão termina, ninguém anuncia. Ela se desfaz como coisa viva, deixando um resto de calma no ar.

No fim, a roda de chimarrão não é sobre o mate. É sobre estar. O resto acontece sem esforço.

Não faltou amor. Faltou empatia. Em um curtíssimo período de tempo, você fez o maior estrago emocional da minha vida. Toda vez que algo doía, você escolhia se sentir viva longe de mim, em lugares onde eu nunca coube. Isso não foi confusão, foi traição emocional consciente. Algo que eu acreditava ser intenso e verdadeiro virou dúvida, desconfiança e medo de amar. A cada fuga, você levou um pedaço de mim. Hoje não restou o suficiente pra continuar, só a certeza de que eu fui deixado pra trás no momento que mais precisei de ti.

Não foi um beijo, não foi uma cama… foi escolher se sentir viva longe de mim toda vez que a gente se machuca. Isso também é uma forma de traição, mesmo que o mundo finja que não.

Quando a investigação é falha e a justiça lenta, o crime deixa de ser um risco e passa a ser um investimento calculado por quem comete.