Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
O domingo é sombrio
Passados nas sombras
O meu coração e eu
Decidimos acabar com tudo
Daqui a pouco haverão flores
E orações que dizem saber
Mas não os deixem chorar
Deixem saber
O quão feliz estou por partir
A morte não é um sonho
Pois na morte eu te acaricio
Com o último suspiro da minha alma
Eu te abençoarei
Domingo sombrio
"O Richard era um homem fascinante. Tinha mãos de cardíaco e pés de barro, mas eu amava-o com a certeza de que seria o último homem da minha vida. Porque me fazia rir. Porque me desejava às horas mais absurdas do dia, entre parágrafos. Porque vivia em desespero constante e eu achava que podia salvá-lo. Porque usava camisas cor-de-laranja, roxas e encarnadas e calçava meias de cores diferentes. Porque foi hippy, teve aulas de ballet, foi actor, operário das obras, jornalista, alcoólico, desregrado. Porque me levou aos extremos e me obrigou a sair de dentro de mim mesma."
- A vida sem ti, Tânia Ganho
Como eu pude ser tão burra, para acreditar que aquela loucura toda daria certo?
Como eu pude deixar que minha boca falasse minha fantasia de que um dia, nossos destinos se cruzariam e apartir dali, nos poderíamos escrever uma historia juntos? Eu não sei como eu pude ser tão imbecil, de acreditar que dessa vez seria diferente, que dessa vez eu havia confiado meu coração a pessoa certa e olha o que deu?Novamente, meu coração que mal havia cicatrizado de feridas antigas que você causou se feriu. Mas, pra você tanto faz né? É muito mais cômodo partir o coração das pessoas, é mais fácil jogar toda confiança em que se tinha mais eu juro que essa vez foi a ultima daqui por diante vou tomar mais cuidado com o meu coração, afinal, eu só tenho esse como irei oferecê-lo a quem realmente valha à pena e se ele estiver em frangalhos? Eu sei que é difícil lutar contra uma paixão, pois eu perseverarei e continuarei lutando para que esse coração de gelo, Não torne a se derreter por ninguém até que seja à hora certa.
Eu lutei contra eu mesmo e as minhas vontades, eu pedi, eu relutei.
Eu posso cair em contradição dizendo que eu fui egoísta, sim, eu posso ter sido, mas uma coisa eu posso dizer. Eu tentei, e muito, mas sozinho não se vai a lugar algum.
Então eu resolvi parar, soltar e voltar a caminhar só, eu posso me arrepender, mas posso também ter feito o melhor pra mim.
Quem eu sou? Bem, eu sou...
O seu pensamento, o seu sorriso triste e carente.
Sou a sua frustração, a sua inocência perdida que insiste em se revelar na sua imaginação.
Eu sou a lágrima que vagarosamente cai dos seus olhos na hora da oração.
Eu sou o amor oculto e proibido que mora em seu coração.
Enfim, sou apenas seu amigo, lamentavelmente seu amigo, nada mais do que amigo.
A sombra do teu olhar me acompanha como guarda-costas. A voz do teu silêncio me persegue como se eu fosse bandida, o teu caminhar anda comigo lado a lado, teu cheiro está em mim como vinho que embriaga.
Teu sorriso é eco no meu pensamento, tua boca canta em verso a minha saudade.
Lembranças de você viajam em mim como estrada.
Teu rosto é retrato guardado nas minhas memórias, teu falar é música aos meus ouvidos, teu corpo é tatuagem na minha pele.
Tuas mãos é marca no meu corpo.
Você é pra mim como o luar em noites escuras, como sol em tardes frias como vento em meio a tempestade, como chuva em noites quentes.
Vive em mim, acampa em mim, mora em mim.
Você, o real da minha fantasia...o desejo do meu sonho !
Me perguntaram o que me deixava contente. O que eu fazia para sorrir sempre com tanto entusiasmo. O por quê de eu ser tão elegante na forma de sorrir e brincar. E se eu perdia a compostura por algo que me incomodasse.
Eu olhei nos seus olhos e sorri. Ela sorriu de volta e sentiu. Se satisfez e num largo riso de canto a canto do rosto respondeu: "Eu já entendi!"
Eu queria jogar teu telefone fora, trocar de número, de roupa ou de mundo.
Eu queria trocar de rosto, de mão, de endereço. Mas não posso arrancar as partículas tuas-minhas, não posso apagar o toque das mãos suas nas minhas, não posso limpar da mente a imagem do seu semblante em descanso.
Eu queria trocar de pele, de corpo, de voz, de boca. Mas não posso arrancar a marca do beijo teu. Não consigo arrancar os vestígios da tua pele na minha.
Eu queria trocar os olhos, o sorriso, a emoção, o coração.
Porque não me sai a vontade de ver, de ter, de beijar, de amar?
...
Quero te apagar de todo lugar, mas sei que da alma é único lugar do qual não te posso tirar.
Prometa-me que vai calar-me com um beijo
toda vez que eu falar tamanha bobagem,
toda vez que eu disser que vou embora.
Prometa-me esconder as chaves do carro
toda vez que um desatino tomar-me por hora,
toda vez que meus olhos trovejarem desesperanças.
E me abrace sereno e forte, constante
e me lembre do quanto gosto de lhe ter por perto
do quanto me sinto segura em teus braços.
E afague meus cabelos, meus anseios, minha alma.
Sem igual ternura, e me lembre do quanto sou tua.
Sem igual medida, e descubra o quanto és minha vida!
Destino
O destino foi sempre traiçoeiro?
Em todas as minhas vidas,
Eu nunca o encontrei novamente
Mas a lembrança do nosso primeiro encontro
Sempre vai estar lá
Em um canto obscuro do nosso possível coração
No meu corpo atual
Me transformei em tudo que eu odiava
Tudo o que eu não era
Diferente do que já fui
Talvez seja por isso que eu não lhe encontrei
Por que minha pureza se foi
Desde o dia em que eu cometi o meu pecado
Meu maior pecado de todos
Do qual eu tinha medo
Mas ele fez que nos dois caíssemos
Foi torturante lhe ver cair
Enquanto eu era mantida presa
Na gaiola
Esperando o castigo Dele
Então foi decidido
Eu seria condenada a nascer, “viver” e morrer
Até a Eternidade
Enquanto você seria invisível para mim
Eu correria no breu a sua procura
Com o risco de cair
Cair sem o ver,
Sem saber que minhas lembranças são reais
Sem saber que esse sentimento que brota
Em mim é real.
E esses é mais uns do meus castigos.
Ficar na duvida
Sem saber se nós não somos
Mais uma marionete
Onde somos ligados
Por um fio fino que a qualquer momento pode romper.
“O concreto muro das ilusões”
Um muro alto,
É tudo o que vejo,
Eu corro, eu grito, eu salto,
Mas só ouço um relampejo.
Que me desperta da tentativa,
Dessa minha vida relativa,
De sufocado desejo,
E sufocante partida.
Desse tempo nauseante,
Querendo resgatar o antes,
Não podendo ir adiante,
Nem vendo qualquer saída.
Muro de três tempos,
Muro de sentimentos.
O esforço que esgota,
É o mesmo que me suporta.
O silêncio gritante,
Que me abate e me motiva,
É um sábio pedante,
Um adulto infante,
E uma dor gradativa.
Para onde quer que eu ande,
O muro se expande,
Junto com essa dor tão grande,
Que não deixa alternativa.
Muro sem fim,
O vazio em mim.
Ninguém ocupa este espaço,
Tão ávido e casto.
Me vejo solitária,
Nessa desgraça tão hilária,
De sofrimento não presumido,
E de amor pressentido.
Amor forte o suficiente,
Para me afastar de muita gente,
Mas que se torna inseguro,
Quando se trata de pular esse muro.
Muro de concreto,
Onde ninguém chega perto.
É todo meu o esforço,
E para quem me despreza eu torço.
Promessas jamais feitas,
Mas tão certas e aceitas,
Deixam minha alma emudecida,
Por que foram esquecidas.
O céu não clareia,
Meus olhos estão cheios de areia.
Por eles descem as lágrimas,
Com meu rancor e minhas lástimas.
Do mais profundo martírio,
Sou despertada por um cheiro de lírio,
Que vem do outro lado,
Daquele muro amaldiçoado.
Minha mente atordoada,
Ouve uma voz entrecortada,
Chamando pelo nome,
Que parece ser de um homem,
Em uma busca emocionada.
Querendo ir ao seu encontro,
Desesperada eu respondo,
Com incessantes batidas,
Que não sei se estão sendo ouvidas.
Meu semblante denuncia o medo,
De ser mais uma vez abandonada,
Não posso desistir nem tão cedo,
De finalmente ser resgatada.
Sem futuro no presente,
Mas com uma vida pela frente,
Tento seguir o caminho,
Onde não tenha que pular sozinha.
Só me resta este corpo,
Que de vida tem um sopro,
Mas preciso derrubar o concreto,
Para que eu possa vê-lo de perto.
Um olhar que não me é estranho,
A beleza ímpar daqueles olhos castanhos.
Uma lembrança intempestiva,
Me faz reconhecer aquela mão estendida.
O impacto do passado,
Tão presente e superado,
Me trouxe o amanhã.
Ao som de “Nem um dia”,
Na voz de Djavan.
Música de infinitos acordes,
Que faz com que desse pesadelo eu acorde,
É meu único apoio,
Para que eu possa novamente olhar no teu olho.
Muro da mesma rota,
Muro que te traz de volta.
Estou caminhando em círculos,
Hora no inferno, hora no paraíso.
De uma profunda reflexão,
Sou sorrateiramente despertada,
Não vejo mais sua mão,
Nem ouço sua voz emocionada.
Muro do arrependimento,
Da incapacidade,
Do nó por dentro.
Muro do orgulho ferido,
Da necessidade,
Do puro perigo.
Não importa quem duvida,
Para pular esse muro darei minha vida.
Um impulso,
Uma sequência,
Esse muro,
A resistência.
Pés e mãos corroídos,
Pelo tempo em que foram esquecidos.
O choque entre o que eu quero,
O que pode ser e o que espero,
A consequência em nada muda,
O querer sair dessa dor profunda.
Liberdade e o teu beijo,
Tudo isso em um só desejo,
Meu coração palpitando,
Enquanto vejo o concreto desabando.
Um forte pensamento,
E um chão cheio de cimento,
Dos escombros sou salva,
E reconheço aquela pele alva.
Tamanho sorriso,
Olhos castanhos dos quais preciso,
Teu beijo sela a vitória,
Nessa felicidade tão provisória,
De caráter indeciso.
Muro destruído,
Objetivo conseguido,
Meu corpo se entrega,
Estou fraca, estou cega,
Meu tempo já foi perdido.
Sinto meus pés do chão se desprendendo,
Sinto minha alma livre, estou morrendo.
Tenho que ir embora,
E não posso ouvir quem por mim chora.
Estou morta para a vida,
E viva para a metamorfose,
Não sou mais um barco a deriva,
Cansei dessa overdose.
Dessa droga que me alucina,
Que me inocenta e que me incrimina,
Que criou aquele muro de dependência,
De desconsolo e de “sub-vivência”.
Onde fui reduzida a lixo,
Absorvida pela minha condição,
E por crer num discurso prolixo,
Assinei minha própria condenação.
Reflexo do inconsciente,
Que insufla o ego e degrada a mente,
O livre arbítrio obrigado,
O som com os ouvidos tapados.
Muro que era de aparência,
Muro que crescia com a sua ausência,
Excesso da droga infinita,
Que rege o mundo e o limita.
Droga que criou esse muro,
Droga que o derrubou,
Só não conhece essa droga,
Quem nunca se apaixonou.
Expresso
Eu recito e tu me receitas
Uma xícara de café e meia
Ou uma dose alheia
Do teu mau-olhado.
E eu te olho nu – olho
E eu te decoro no olho
Mas eu te vejo é no cheiro
Eu te sinto é no trago
Mas eu te quero de lado
De perfil
Não hostil
Ou triangulado.
Eu te recito e tu me receitas um gole de café amargo.
Como encontrar o meu eu??? Como me encontrar ao encontrar o amor??Busquei vários meios em busca de mim,encontrei farrapos esparramados,esparadrapos úmidos...curativos na alma!
Precisava de um antídoto,
e este veio ao meu encontro..
Antídoto com composição diferente...
Antídoto com corpo..alma ...coração e nome...
Às vezes me toma e me faz ir na contramão...
Retirou de mim o sigilo e o segredo que haviam.
Extinguiu a rigidez das palavras...tirou- me do chão...
Me deu forças e me fez navegar..
Navegar no mar do amor.
Sem medo...em rumo do nada...
Esboço em meio ao mar humildes versos que em outrora eram impossíveis de serem proferidos por não haver AMOR.
E nesse mar relevo meu universo...
Como um destino incerto....que procurava uma cura e que agora encontra repouso...
Se não fosse essa ousadia e esse meu coração,eu temeria o risco de naufragar sem saber velejar ...
Mas morreria sem saber o q eh viver sem o Amor...o Antídoto de todas as dores
Paz.
Caminhei sem saber onde eu realmente estava.
Encontrei estranhos pelo caminho, andei por estradas que explodiam.
Fiz com que o mundo não me percebe-se, pois estava fugindo dele.
Uma música martelava a minha cabeça, meus pés começaram a dançar sem nenhum motivo, estava sem controle.
Sorria do nada. Avistei o mar a minha frente, o vento batia em meu corpo e levava meus cabelos.
Estava realmente feliz, tinha encontrado tudo aquilo que precisava, tinha me encontrado.
Liberdade.
Eu creio que tudo está certo, o momento, a medida e a intensidade de como ocorrem as coisas.
Se Deus inteligência primária de tudo, Pai bondoso, amoroso e misericordioso, é o grande maestro das diversas sinfonias que é as nossas vidas, e somos todos filhos e um único pai, e que todos passamos por várias experiências muitas vezes com muitas dificuldades e dores, então pergunto: O porquê de tudo isso?
Não seria mais fácil que Deus nos tivesse criados prontos? Fácil pra quem? E qual seria então o nosso mérito? De sermos perfeitos e felizes sem os nossos esforços? Consequentemente seriamos máquinas que obedeceria a uma rotina pré-programada. Então qual seria o sentido da vida?
A vida deve ser sentida e absorvida de todas as coisas ao nosso meio, despertando para o aprendizado, para aprender a entender e compreender tudo, para conservar e até criar condições e esforços a nossa própria evolução.
Acredito que o Pai tem um grande objetivo para todos nós, que é a grande expressão da vida, que transforma qualquer coisa desde que nós nos conscientizemos e assim permitir conhecê-lo, desenvolve-lo e vive-lo que é o “amor”, que à expressão do próprio Criador.
No momento que nós permitimos que esse amor que nós carregamos dentro de si, como essência divina que Deus nos deu, inevitavelmente nós viveremos e tornaremos a expressão verdadeira em nosso dia a dia, tudo em nós se revestirá de um outro sentido, a nossa vida terá um outro sentido.
O amor é o grande objetivo do Criador que quer compartilhar conosco, e quando nós nos unimos a esse amor, estamos dando permissão para que Deus possa interagir e atuar em nós, para que possamos de maneira equilibrada ir a sua direção, encontrando a verdadeira vida amparada em Deus.
E quando não permitimos a expressão desse amor ficamos doentes.
Quando essa energia não encontra fluidez, um braço de rio que seja para desaguar, a dor invade nossa alma e adoecemos. Somos almas que registramos tudo o que sentimos e às vezes esse sentir nos traz a dor, então construímos as nossas defesas através de barreiras para não mais sentir, e ficamos parados e estáticos desistindo no meio do caminho diante da vida, nos destruindo no que é mais belo e bonito na busca do verdadeiro amor em nossas vidas.
O amor é uma energia poderosa e a nossa cura está inteiramente relacionada ao contato com essa corrente. Devemos sempre nos conectar com essa energia, que todos possuímos, mas que alguns ainda não conseguiram, mas tenham fé e confiança no Criador, porque ele respeita o tempo e o entendimento de cada um, sempre nos abastecera com novas oportunidades que nunca cessa para que um dia possamos ficar conectados em 100% nessa energia.
Finalizo dizendo que a meu ver a vida é maravilhosa, é uma dádiva de Deus, repletas de escolhas e eu escolho buscar a vida sempre através do amor, indiscutivelmente a melhor das escolhas.
Quando eu abrir a boca
Abrirei as portas com boca.
Mesmo morando no porão,
Mesmo esquecido no meu canto.
Eu cantarei.
Convencendo, mas sem convéns.
Direi o que ninguém conseguiu me dizer.
Dizeres de alguém que já se convenceu.
Eu cantarei.
Quando eu abrir os olhos,
Eu sonharei.
Sem música popular,
Eu vou me poupar dessa fadiga.
Quem me instiga contará metais.
Quem me investiga, esse não saberá.
EU GOSTO DE LIVROS
O homem quis criar a mais terrível arma para o mundo mudar:
Pôs palavras em um papel e a outros pôs a conhecer, então...
Com isso criou, filosofias, idéias e revolução,
E, além disto, várias religiões começaram a brotar...
Era livros esta tão terrível coisa que estavam a criar,
Construindo estava então, uma forma de ser com razão
Sem morte, sem violência, apenas idéias que são
A base de ideais, a quem se formam governos de todo par!
Essa em poucas linhas fala o que a escrita traz a pensar,
Formas de ser, e de pensar estão a divulgar
Em páginas de um livro, objeto simples sem par.
E ainda perguntam sem muita razão:
O que é que o homem faz sem divulgação?
Palavras soltas ao ar que se perdem então
No caminho do destino
Eu queria que tudo que realizamos fosse apenas uma coisa passageira,
Sabendo que poderíamos correr o risco do amor, me deixei levar pelo caminho do destino, destino esse, que realça o sentimento mais profundo entre 2 almas vivas e carentes no espaço da solidão. Hoje me encontro encalhado no seu cheiro, e no seu olhar simples e o mais sincero que conheci.
Em curto tempo, resgatei em mim, algo perdido que encontrei em você, não faz mais sentido estar longe da luz que ilumina meu espirito com o brilho mais intenso de um anjo puro e bruto. Viajar sem o oriente do destino, podem haver decepções. Por isso, me fio no tempo que é a mãe da verdade.
Que mundo é esse?
Eu só posso estar num sonho... ta tudo de cabeça pra baixo e ninguém percebeu?
Cade o amor? Cade a sinceridade no olhar?
Para onde foi a compaixão e a solidariedade ao próximo?
Fico pensando aonde estar os direitos humanos.. vocês enlouqueceram? Estão fazendo o errado e dizendo que é dizendo que é normal...
NÃO, NÃO É NORMAL, o mundo está um CAOS.
Fico querendo fugir de tudo isso, mas para onde vou a falsidade e o desrespeito estão estampados nas pessoas.. fico me perguntando como o ser humano pode ser assim... COMO?
E já diz Charlie Brown Jr.:QUE MUNDO É ESSE QUE NINGUÉM ENTENDE UM SONHO? QUE MUNDO É ESSE QUE NINGUÉM SABE MAIS AMAR? ...
É preciso agir... o mundo precisa conhecer o verdadeiro amor, o mundo precisa amar.
(⁀‵⁀,) ✫✫✫. Seja Bem Vindo✫
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¸.•°*”˜˜”*°•.✫
eu te amei com tanto amor por cima da dor e tanto querer eu te amei passando o vinculo ultrapassando o circulo do amar e querer eu te amei um amor tão forte que somente a morte me fará esquecer
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