Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Em resposta à "Quem não sabe oque quer , perde oque tem ."
Eu sei oque quero! Mas as vezes oque eu quero não dá pra ser na hora que eu quero .
E se eu perder oque tenho , é pq não era pra ser meu !
Se vc tiver paciência tudo oque vc quer será seu no tempo certo , do jeito certo , sem risco de perder !
“ Eu não posso me perder.
Eu não posso me perder
mesmo contra o tempo
em busca do saber
decifrando tal sentimento
Eu não posso me perder
ainda que longe do mar
prestes a me afogar de amar
pesando oque queria dizer
Eu não posso me perder
no teu olhar, o mais belo que ja vi
me lembra o único caminho
que planejei pra nós, hawaii.
Eu não posso me perder
transmutando oque me consome,
e assim será até o alvorecer
em que
te explico o plano
e a gente some.
eu amo minha família serio, meu tio ele tem dois filhos ai um ficou em casa e o outro foi pra festa, ai a gente brincou falando “hmm sera que ele nao levou nenhuma menina pra casa???” ai ele falou “ah nao sei, mas quem tava la era um amigo dele” ai os meus primos zuaram “vish vai que ele beija ele”
ai meu tio falou “ pois beije, o uc nao é meu”
KWKSKWJDJWK DEMAIS
Atração física + afeto ≠ AMOR
Embora o amor possa abranger todos esses elementos, rotular uma mera combinação de sentimentos e desejos, que traduzem um interesse próprio, como amor é um ultraje! O verdadeiro Amor não age indecentemente, conforme ensinado na Bíblia, e não há indecência em relacionamentos saudáveis e alinhados com os princípios de Deus.
Quando dizemos “as pessoas julgam muito”, nem sempre estamos apenas descrevendo a atitude alheia; às vezes, estamos revelando algo sobre nossa própria dificuldade em lidar com críticas, correções ou divergências.
Em muitos casos, essa frase nasce do orgulho ferido, do desejo de manter uma imagem de alguém sempre certo e apoiado por todos. Em vez de acolher a possibilidade de erro ou crescimento, a tendência é transferir o foco para o comportamento dos outros, como uma forma de autoproteção.
Reconhecer isso é um passo importante de maturidade espiritual e emocional, pois mostra que o incômodo com o “julgamento” pode, na verdade, apontar para áreas em que ainda precisamos trabalhar nossa humildade e disposição para aprender.
O mundo chama de fraqueza aquilo que Deus chama de força.
Ser humilde, flexível, saber ceder e até se humilhar quando necessário; desapegar-se dos bens materiais, viver a modéstia, pedir perdão, perdoar e fazer o bem a quem nos feriu não são atitudes de gente fraca. Pelo contrário, são sinais de uma força rara, que exige coragem, domínio de si e profunda sabedoria espiritual.
COMO OS PADRÕES DA SOCIEDADE MUDAM?
Existe uma perspectiva sociológica conhecida como teoria do domínio cultural na qual, segundo ela, os grupos dominantes na sociedade têm o poder de impor suas visões de mundo, valores e normas sobre a maioria. Eles utilizam instituições sociais, como a mídia, a educação e os sistemas de poder, para difundir suas ideias e influenciar a percepção e o comportamento das pessoas.
Essa imposição pode envolver a introdução de comportamentos ou filosofias que inicialmente chocam a sociedade e são considerados fora do convencional ou moralmente questionáveis. No entanto, quando essas ideias são repetidas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação e adotadas por figuras influentes, elas gradualmente se tornam mais aceitáveis e menos ofensivas aos olhos da sociedade. Esse processo pode ser facilitado pela normalização do comportamento por meio de estratégias de exposição constante e repetição, o que contribui para a sua gradual aceitação.
O diabo não é bobinho não....
COMO FUNCIONA O PROCESSO DE LIBERTAÇÃO DO PECADO?
A jornada da libertação é uma combinação sublime entre a intervenção divina e o nosso próprio esforço. Não se trata de depender apenas da nossa própria força, pois toda a capacidade e disposição vêm de Deus, que opera em nós tanto o querer quanto o realizar (Filipenses 2:13).
Tudo começa quando o Espírito Santo toca o nosso coração por meio da Palavra. Se nos agarramos a esse toque e estímulo, recebemos imediatamente uma assistência divina para nos fortalecer e perseverar. À medida que nos empenhamos nessa força concedida, ela se multiplica e cresce
exponencialmente. E assim, aquilo que antes nos dominava perde todo o poder sobre nós, e os desejos e tentações que nos assolavam gradualmente desaparecem.
É um processo de rendição à ação do Espírito Santo em nós, combinado com nosso comprometimento ativo em resistir e buscar a transformação. A libertação não é um caminho fácil, mas com a ajuda de Deus, encontramos a força necessária para superar as amarras que nos prendem. Ao dobrar nossa determinação e fé, experimentamos a libertação completa das cadeias que nos aprisionavam, e somos conduzidos a uma vida plena em harmonia com a vontade de Deus.
LIBERTAÇÃO DO PECADO É APENAS RESISTIR?
A libertação vai além de resistir às tentações e exercer autocontrole. Embora esses aspectos sejam importantes, não são suficientes por si só. Em momentos de vulnerabilidade, a tendência é fraquejar e não ter forças para continuar resistindo.
Cada indivíduo é tentado de acordo com suas próprias inclinações e desejos. Quando Jesus realiza a libertação em nossas vidas, algo extraordinário acontece: a tentação perde seu poder de atração. A pessoa não mais se sente tentada por aquilo que antes a dominava.
A libertação em Cristo alcança uma transformação profunda do coração e da mente, indo além da simples resistência.
PENSAR FORA DA CAIXA PODE SIGNIFICAR ESTAR DENTRO DE OUTRA!
Às vezes, ao buscar novos horizontes e explorar novas ideias, podemos nos deparar com a constatação de que saímos de uma caixa apenas para entrar em outra.
Acreditamos estar rompendo barreiras e quebrando padrões, mas na verdade estamos apenas nos inserindo em um novo sistema de pensamento influenciado por pessoas e grupos que estão também em uma mesma caixa.
Essa transição nos ilude, fazendo-nos acreditar que estamos avançando, quando na verdade estamos apenas navegando por diferentes correntes de pensamento.
Essa é uma das estratégias mais inteligentes de engano de Satanás! Reconheço que é genial (maligno) manipular uma mente para que ela se sinta presa dentro de um sistema de ideias, rotulando-o como uma "caixinha" para que ela anseie sair por imaginar que está limitada.
Ao romper essa estrutura a pessoa tem uma falsa sensação de liberdade e de evolução espiritual, não sabendo que saiu de uma "suposta" caixa e, na verdade, foi colocada em outra, porém, agora o mesmo que lhe despertou sentimentos claustrofóbicos antes através da indução e sugestão já não trabalhará mais nesse sentido, pois já alcançou seu objetivo!
O Evangelho é o único realmente libertador. Muitas pessoas não enxergam isso, porque nunca o experimentaram ou apenas transitou por ele sem, de fato, mergulhar nele e vivenciar seu real poder. Deveriam ser ao menos sinceras em admitir que nunca foram cristãos genuínos como os que a Bíblia cita como exemplo.
DEUS É SIMPLES OU COMPLEXO?
Deus é um ser ao mesmo tempo simples e complexo, e essa dualidade se revela em nossa aproximação com Ele. É simples nos aproximarmos de Deus quando buscamos um encontro sincero, com corações abertos e humildes, pois Ele mesmo se revela àqueles que se aproximam com sinceridade de propósito.
No entanto, muitas vezes as pessoas buscam conhecer a Deus por meio de métodos terrenos e intelectuais, tentando decifrar Sua natureza e compreender Seus pensamentos e ações por meio de livros e estudos. No entanto, essa abordagem complexa e intelectual acaba por limitar nossa compreensão, pois o mundo espiritual transcende os métodos humanos.
Assim, a simplicidade ou complexidade de se conhecer a Deus depende dos métodos que escolhemos. Ao nos aproximarmos com simplicidade, humildade e um coração aberto, podemos experimentar a presença e a revelação divina de forma genuína. Porém, se nos atermos em abordagens intelectuais, nos perdemos em um emaranhado de conceitos e teorias, sem jamais alcançar um verdadeiro conhecimento espiritual.
Portanto, a chave está em reconhecer que o conhecimento de Deus vai além das capacidades intelectuais e requer uma abordagem sincera, humilde e espiritual. Somente assim poderemos experimentar a verdadeira essência de Deus e compreender Sua natureza de forma plena.
COMO A SERPENTE CONVENCEU EVA A COMER DO FRUTO PROIBIDO
Com base na narrativa bíblica, os seguintes sentimentos podem ter sido despertados em Eva diante dos argumentos da serpente:
1.Curiosidade: Eva pode ter sentido curiosidade sobre o conhecimento proibido que a serpente oferecia, levando-a a questionar o que Deus estava escondendo.
2.Dúvida: As palavras da serpente podem ter plantado dúvidas em sua mente sobre a veracidade das instruções divinas, levando-a a questionar se Deus realmente sabia o que estava falando.
3.Ambição: A tentação de se tornar como Deus, conhecendo o bem e o mal, pode ter despertado uma ambição em Eva por alcançar um nível de conhecimento e poder que estava além de suas limitações humanas.
4.Tentação pelo proibido: O fato de a árvore ser proibida pode ter intensificado o desejo de Eva de provar o fruto e experimentar o conhecimento que estava fora de seu alcance.
5.Anseio por igualdade com Deus: A proposta da serpente pode ter estimulado em Eva um desejo de igualar-se a Deus em sabedoria e compreensão, buscando alcançar um nível divino de conhecimento.
6.Desconfiança em relação a Deus: As palavras da serpente podem ter levado Eva a duvidar das intenções de Deus e a desconfiar de Suas ordens, alimentando uma sensação de descontentamento com as restrições impostas.
E a serpente, o espírito enganador, continua, hoje, usando estratégias semelhantes a essas e igualmente astutas e praticamente infalíveis!
PILATOS E O CETICISMO/RELATIVISMO
"Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
Disse-lhe Pilatos: QUE É A VERDADE? E, dizendo isso, voltou até os judeus e disse-lhes: Não acho nele crime algum."
João 18:37-38
Jesus já sabia da filosofia que influenciava Pilatos, por isso afirmou que ele era a verdade, independente se Pilatos acreditasse ou não...
ISSO É A GRAÇA...
Era uma vez um reino encantado governado por um sábio e benevolente Rei. Nesse reino, havia um jovem chamado Lucas, que vivia uma vida de extravagância e imprudência. Ele gastava seu tempo em festas, ignorando suas responsabilidades e prejudicando a si mesmo e aos outros com suas escolhas egoístas.
Certa vez, o Rei convocou Lucas ao seu palácio. O jovem estava temeroso, pois sabia que suas ações não eram dignas da presença real. Surpreendentemente, o Rei ofereceu a Lucas uma chance de redenção, apesar de todas as suas falhas. Ele lhe concedeu uma oportunidade para mudar, reconstruir sua vida e se tornar alguém melhor.
Lucas ficou perplexo com esse favor inesperado. Ele começou a trabalhar duro para mudar seu comportamento e viver de forma mais virtuosa. Ao longo do tempo, o Rei o orientou, fornecendo recursos para sua transformação.
Enquanto Lucas progredia em sua jornada, ele percebia que, por mais que se esforçasse, nunca conseguiria igualar a grandiosidade do presente do Rei. A gratidão e humildade cresceram em seu coração, pois reconhecia que a oportunidade de mudar não era merecida.
Apesar de suas melhorias, Lucas sabia que nunca poderia alcançar a totalidade do favor do Rei. No entanto, ele continuou a se esforçar e a buscar aperfeiçoamento, pois valorizava a oportunidade que lhe foi dada. Ele sabia que precisava corresponder à confiança depositada nele.
No final, Lucas aprendeu que a graça que lhe foi oferecida não era uma licença para continuar errando, mas sim uma chance para redimir-se e trilhar um caminho de transformação. Ele percebeu que, mesmo dando o seu melhor, a salvação não estava em suas mãos, mas sim nas mãos do Rei que generosamente lhe concedeu essa oportunidade.
No meio cristão, é comum o termo "setas do inimigo", referindo-se a estímulos lançados na mente através de pensamentos que levam a pessoa a realizar certas ações ou experimentar sentimentos específicos.
No entanto, é importante notar que nem tudo que as pessoas pensam, sentem ou fazem pode ser atribuído completamente às setas do inimigo. Satanás não desperdiça suas preciosas setas sem sondar o terreno em busca de chances de sucesso. Ele pode correr um risco, mas é um risco calculado. Ele não perde tempo com algo que não produza resultados, pois compreende a importância de ser objetivo. Quando uma mesma "seta" persiste na mente, retornando várias vezes, é um claro indício de que Satanás encontrou ali uma fraqueza e um ambiente propício para acolher suas ideias; do contrário, ele não insistiria. A sabedoria está em usar as estratégias do inimigo a nosso favor, pois quando ele age dessa forma, está indicando em qual área devemos trabalhar com mais ênfase para alcançar a libertação.
Reflexão sobre Prioridades
Lídia resolveu fazer uma lista das coisas importantes em sua vida, numerando-as por ordem de prioridade. Para avaliar melhor a prioridade, ela decidiu simular várias situações e avaliar suas escolhas.
Ela imaginou que, se precisasse fazer uma dieta radical ou passar por um procedimento doloroso para manter a beleza, optaria pelo conforto. Portanto, colocou o conforto acima da beleza em sua lista. Percebeu que não hesitaria em realizar sacrifícios em nome do dever no seu trabalho, portanto, o trabalho ficava acima do conforto. Ela também percebeu que se sua família precisasse dela, o trabalho ficaria em segundo plano, então colocou o trabalho abaixo da família.
Ao final, fez uma constatação que a entristeceu profundamente: o Reino de Deus ficaria por último. Naquele momento, fez uma oração sincera pedindo a Deus que refizesse sua lista e a organizasse da melhor maneira possível, reorganizando as prioridades dentro do seu coração para que o Reino de Deus ficasse em primeiro lugar.
Imagine um artista contemporâneo tentando explicar a técnica de pintura e o significado por trás de uma obra-prima renascentista para o próprio Leonardo da Vinci, o mestre pintor renascentista. O artista contemporâneo, sem compreender totalmente os métodos e a visão de Leonardo, começa a oferecer interpretações modernas e teorias complexas sobre a composição da pintura.
Enquanto isso, Leonardo da Vinci, que criou a obra, observa a explicação com um sorriso discreto, ciente da profundidade e da intenção que ele próprio colocou na obra.
Essa situação reflete a dinâmica que pode ocorrer na teologia, onde teólogos tentam explicar a palavra de Deus sem ter a mesma compreensão que o próprio Espírito de Deus tem sobre as Escrituras visto que foi ele que a inspirou e esteve particularmente envolvido em todo o processo da sua escrita.
Lógica terrena e Lógica espiritual
É impossível usar as mesmas regras de pensamento e raciocínio que empregamos no nosso cotidiano (lógica terrena) para compreender o funcionamento do raciocínio e das regras no contexto espiritual (lógica espiritual). Os princípios que orientam esses dois universos são consideravelmente diferentes.
Em 2 Timóteo 3:16, fica claro que toda escritura inspirada por Deus tem a capacidade de ensinar e instruir as pessoas. É fundamental entender que esse versículo vai além da compreensão limitada que temos dessa afirmação.
O Espírito Santo influenciou diretamente os autores bíblicos, inspirando-os e dirigindo o que eles escreveram para transmitir a mensagem divina. Ele também orientou a seleção dos textos que formam o conjunto da Bíblia, garantindo que o conteúdo fosse adequado aos seus objetivos.
Além disso, o Espírito Santo orientou os tradutores para garantir que as traduções fossem precisas, pois as palavras podem variar em diferentes idiomas. Ele continua a inspirar as pessoas quando leem ou ouvem as Escrituras, revelando a mensagem em seus corações quando elas assim o permitem.
Também é importante destacar que ministros e pregadores da palavra precisam ser guiados pelo Espírito Santo em seus sermões, pois ele assegura que eles transmitam a mensagem de forma fiel de acordo com as necessidades.
Assim, todos os aspectos relacionados à palavra de Deus devem ser inspirados e guiados por Deus para cumprir eficazmente o propósito descrito por Paulo de ensinar, confrontar, corrigir e instruir em justiça.
Acreditar na nossa bondade traz satisfação pessoal, mas muitas vezes evitamos encarar pensamentos, palavras e atitudes sutis que podem ter uma carga negativa, relutando em admitir essa possibilidade. No entanto, ao nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo, conseguimos reconhecer essas falhas e buscamos a libertação de tudo que possa manchar nosso coração.
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