Textos de reflexões
O mundo só faz sentido se houver amor?
Ficar admirando o céu talvez seja um pouco de mim mesmo?
Onde estarei daqui há dois minutos somente Deus te dará a certeza de se tempo ainda não acabou.
Mas se tudo o que possa eu pensar ainda mudar assim como o vento, estarei aqui embora hoje tudo que vivi,amanhã poderá ter algum sentido.
Acreditar que o espaço,é o vazio de um coração sem amor,sem alegria, e felicidade? É quase entender que o vazio é um espaço deixado por alguém que um dia você pensou em construir uma história ou sonho.
Entender que sempre existirá um vazio em sua mente,e um espaço deixado no seu coração! direcione sua vida a cada amanhecer! Na certeza que não há,e nem haverá um momento que se sentirás perdido no vazio do seu pensamento, perdendo-se a cada anoitecer sua capacidade de ser feliz, e que entender que espaço é a vontade de se fazer sozinho buscando conhecer o seu melhor.
poucos saberão compreender a grandeza de minhas palavras escritas. serei o escritor para sua motivação, sou o coração e a mente, dos loucos. compreendes o que dito e falo? ainda não! nem todos conseguem compreender os mistérios do universo, e ainda sim ficam admirando as estrelas no céu. Permita-me voar mais alto, e dizer-lhe; o tempo joga sempre ao nosso favor. somos nós mesmo que poucos sabemos caminhar.
o amor definitivamente está em tudo, somente hoje poderemos nos ver, pois o amanhã não existirá, até que o tempo permita.
a música define o cantor.
as frases define o poeta.
o conhecimento define o intelectua. o amor define quem eu sou,não compreendidas serão minhas palavras, nem mesmo considero ser tudo de um pouco, mas sim? sou capaz de decifrar seu mundo, apenas deixa-me entrar no seu universo.
e te levarei ao infinito do que é o amor verdadeiro.
A Geração da Fé Está Morrendo.
E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e a outra geração após ela se levantou, que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel. Então fizeram (...) o que era mau aos olhos do Senhor; e serviram aos baalins. E deixaram ao Senhor Deus de seus pais Juízes 2.10-12.
A geração de fé está morrendo, e está chegando uma geração inconstante e deslumbrada com o sucesso.
Está morrendo uma geração que não tinha título de apóstolo, não tinha doutorado em divindade e que se moveu sem os holofotes das mídias sociais; mas que edificou igrejas Brasil afora.
Uma geração que, apesar dos poucos recursos financeiros e teológicos nunca desanimou com a obra missionária.
Uma geração que ensinava a palavra, a reverência e a santidade diante de Deus.
Uma geração de homens e mulheres que pregavam um evangelho sem filuras, sem extravagância e sem verborreia de termos teológicos e filosóficos difíceis.
São homens e mulheres crentes que estão morrendo, que viviam o evangelho sem pensar em enriquecer com ele.
Homens e mulheres que levantavam cedo para oração, que jejuavam, visitavam o rebanho e que tinham muito compromisso com Deus.
Esses homens e mulheres que passaram por muitas dificuldades, que lutaram e choraram pelas madrugadas da vida estão morrendo.
Muitos desses homens e mulheres não construíram nada para eles, não negociaram o evangelho e muitos estão velhos e doentes de uma vida dedicada à obra do Senhor. Mas estes homens e mulheres estão deixando um memorial de fidelidade ao Senhor, vão se encontrar com Deus de cabeça erguida, sabendo que foram mordomos fiéis.
Essa geração que nos deu exemplo de viver em fidelidade com Deus está sendo recolhida; Essa geração que está morrendo preparou a estrutura que estamos usando hoje.
Depois leiam 1ª Samuel 12.1-5 e 2ª Timóteo 4.6-21.
Ótima semana e pense nisso!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Solidão paradoxal!
A solidão é um sentimento complexo e profundo, que pode nos acompanha mesmo quando estamos cercados por pessoas que nos amam e cuidam de nós.
É uma sensação de desconexão, como se não pertencêssemos mais a este mundo, especialmente quando as perdas e experiências acumuladas ao longo dos anos começam a pesar na alma.
Na medida que envelhecemos, essas emoções podem se intensificar. As cobranças, os erros, os defeitos, os acertos, os amores e dissabores, as mágoas e as alegrias parecem se perder no tempo.
Cada momento vivido deixa uma marca, e muitas vezes, essas marcas se transformam em cicatrizes que carregamos conosco.
Perdoar e ser perdoado é um ato de crescimento emocional que exige coragem e maturidade. Não é fácil aceitar os acontecimentos do passado e seguir em frente, especialmente quando questionamos o porquê das coisas.
No entanto, o ciclo da vida nos força a continuar, a encontrar novos significados e a buscar a paz interior.
A solidão, paradoxalmente, pode ser um convite à introspecção e ao autoconhecimento.
É nesses momentos de solitude dentro do vazio interior que podemos ouvir nossas vozes mais verdadeiras e refletir sobre quem somos e o que queremos para o futuro.
Embora dolorosa, a solidão também pode ser uma oportunidade para nos reconectar com nós mesmos e encontrar um novo propósito.
Lembre-se de que, mesmo nos momentos mais solitários, não estamos verdadeiramente sozinhos.
Há sempre a possibilidade de encontrar beleza e significado na vida, de perdoar e ser perdoado, e de seguir em frente com esperança e resiliência.
A solidão pode ser uma companheira difícil, mas também pode nos ensinar lições valiosas sobre a vida e sobre nós mesmos.
Fazer a vida valer a pena de viver.
Vivemos em um mundo onde a corrida contra o tempo e o materialismo dominam nossas vidas. Desde o momento em que nascemos até o dia em que morremos, somos constantemente pressionados a acumular bens e alcançar metas que, muitas vezes, perdem o significado com o passar dos anos.
Essa busca incessante por mais nos faz esquecer que viemos a este mundo sem nada e que, ao partir, também não levaremos nada.
Entre o nascimento e a morte, perdemos dias valiosos com preocupações que, na velhice, se tornam insignificantes. Se todos parassem por um momento para fazer uma análise profunda de suas vidas, perceberiam que essa loucura diária não leva a lugar algum.
Daqui a 80 ou 100 anos, ninguém que hoje está aqui estará vivo. Outros estarão usando nossos bens, morando em nossas casas, e nem se lembrarão de nós.
É nesse contexto que devemos entender a importância de aproveitar cada momento com quem amamos: nossos familiares, pais, mães, filhos, cônjuges e amigos.
O verdadeiro legado que deixamos não está nos bens materiais, mas nas memórias e na história de cada indivíduo que tocamos enquanto estivemos aqui.
As relações pessoais e os momentos compartilhados são o que realmente permanecem e dão sentido à nossa existência.
Portanto, é essencial valorizar o presente e as pessoas ao nosso redor, pois são elas que fazem a vida valer a pena.
Certa vez havia um jovem aprendiz que buscava avidamente a sabedoria. Ele seguia seu mestre, um homem de cabelos grisalhos e olhos profundos, que carregava consigo a serenidade de quem havia vivido muitas estações. Um dia, enquanto caminhavam por um jardim repleto de flores murchas e outras em pleno desabrochar, o jovem, curioso e inquieto, fez uma pergunta que ecoou como um sino no silêncio da tarde:
— Mestre, se você tivesse que pedir perdão a alguém antes de morrer, quem escolheria?
O mestre, surpreso pela pergunta, fechou os olhos. Por um momento, parecia ter se perdido em um labirinto de memórias e reflexões. Respirou fundo, como quem mergulha nas águas profundas de um lago, e ao abrir os olhos, estavam marejados. Com um olhar pensativo, respondeu:
— Eu pediria perdão à única pessoa que nunca me abandonou, mesmo eu, por inúmeras vezes, ter errado com ela. Busquei a perfeição e a aceitação de tudo e de todos, mas fui falho com ela.
O jovem, confuso, inclinou a cabeça e perguntou:
— Mestre, quem é essa pessoa com quem você, em toda a sua sabedoria, foi falho?
O mestre fitou o discípulo com um olhar que parecia atravessar o tempo e respondeu:
— Essa pessoa sou eu mesmo. Fui o único que nunca me abandonou, mas, por ego e vaidade, errei comigo inúmeras vezes. Busquei algo que, no fim, não faria falta.
O jovem, ainda perplexo, sentou-se sob uma árvore frondosa, enquanto o mestre continuou:
— A vida, meu jovem, é como este jardim. Algumas flores desabrocham, outras murcham. O tempo é o jardineiro que cuida de tudo, mas nós, em nossa soberba, muitas vezes tentamos controlar o que não nos pertence. O ego nos cega, a vaidade nos engana, e a soberba nos afasta de nós mesmos. Buscamos a perfeição nos olhos dos outros, mas esquecemos de olhar para dentro.
O mestre ergueu uma flor murcha e mostrou-a ao discípulo:
— Veja esta flor. Ela já foi bela, mas seu tempo passou. No entanto, ela não se lamenta por não ser mais como antes. Ela simplesmente existiu, cumpriu seu propósito e agora descansa. Nós, porém, carregamos o peso de nossas falhas, de nossos erros, como se fôssemos eternos. Mas a verdadeira sabedoria está em entender que o tempo é nosso mestre, e a humildade, nossa maior aliada.
O jovem, agora com os olhos brilhando de compreensão, perguntou:
— E como posso evitar cair nas armadilhas do ego e da vaidade, mestre?
O sábio sorriu e respondeu:
— Olhe para dentro de si todos os dias. Reconheça suas falhas, mas não se puna por elas. Aprenda com o tempo, mas não tente dominá-lo. E, acima de tudo, lembre-se de que a verdadeira sabedoria não está em ser perfeito, mas em ser verdadeiro consigo mesmo. Pois, no fim, é a nós mesmos que devemos prestar contas.
E assim, o jovem aprendeu que a vida é uma jornada de erros e acertos, de flores que desabrocham e murcham, e que a verdadeira sabedoria está em aceitar a si mesmo, com todas as imperfeições, e em viver em harmonia com o tempo, sem deixar que o ego e a vaidade obscureçam o caminho.
O Sopro da Vida
A vida é esse mistério que chega sem manual, sem pré-aviso, num sopro de luz e choro. Começamos pequenos, frágeis, envoltos em braços que nos protegem de um mundo ainda incompreensível. E, antes que percebamos, o tempo já está nos puxando pela mão.
Na juventude, acreditamos que somos eternos. Corremos como se o mundo fosse um campo aberto, como se o amanhã estivesse garantido e a velhice fosse apenas uma lenda contada pelos mais velhos. Os dias são longos, os sonhos altos, e a esperança mora no peito como uma chama que nunca se apaga.
Mas a vida... ah, a vida gosta de ensinar. E ensina com ternura e dureza, com encontros e perdas, com silêncios e risos. A vida adulta chega sem cerimônia, com boletos, compromissos, decisões e uma saudade estranha de algo que nem sempre sabemos nomear. Talvez da liberdade de não saber. Talvez do tempo em que tudo parecia possível.
E o tempo, esse velho artista, vai pintando rugas no rosto e memórias na alma. A velhice não chega de repente ela se insinua nos detalhes: no cansaço depois de uma caminhada, na dificuldade em lembrar onde guardamos as chaves, na paz de ver os netos correndo e, ao mesmo tempo, na dor de tantas despedidas.
O que é a vida, senão um fio invisível que liga cada momento ao outro? Um bordado de risos, lágrimas, descobertas, erros e perdões. A esperança? Está em cada recomeço, em cada manhã que nos convida a tentar mais uma vez, mesmo sem garantias.
A verdade da vida talvez seja essa: ela passa. Rápida, intensa, às vezes cruel, mas sempre cheia de beleza para quem sabe olhar. As lembranças estas são o que ficam quando o presente já virou passado. São os tesouros que carregamos quando o futuro se torna breve.
No fim, a vida é isso: um sopro. Mas um sopro que, mesmo breve, pode acender fogueiras inteiras no coração dos outros.
Pai: " você 'e muito pra frente"!
_Não sei se alguém se identificou com esta expressão, mas foi o que ouvi uma vez...
_'as vezes ouvimos algo que não entendemos naquele primeiro momento, mas que depois de algum tempo com mais experiência e compreensão, analisamos que até o que era "insulto" vira elogio! Tudo lhe e entregue no momento certo, nada como esperar...
_a vida tem dessas! Esta expressão remete alguém para além do seu tempo, ou seja; moderno demais para sua época. Hoje compreendo perfeitamente coisas que quando criança não entendia. Neste processo natural da vida todos encontramos nossas respostas. Basta esperar... Com a compreensão vem a paz interior que precisamos!
Feliz dia dos pais!
Doce veneno D'alma
*
*
Sem rumo, o homem pôs-se a caminhos
Já saindo pro mundo, entreviu aqui-acola'.
Certamente que nem faria tanta diferença!
Pois de mala e cuia, sem crenças 'a tornar.
*
O mundo 'e terra de ninguém, disseram-no
Ainda que o ferissem, ao juízo não voltaria.
Transtornado com a vida, a surtar o espirito!
De tal forma o mesmo homem não aceitaria.
*
O mundo parece mesmo lugar inapropriado
Quem tanto falava bem, não vivia ao desdém.
Aos poucos e aos prantos; corajoso, valente!
Conseguia o quebrantamento da mente-refém.
*
Ao final de uma alma velha, com boas feridas
O espirito já não sucumbe a tão fácil ardor.
Agora tolerante, o coração da' vez 'a sabedoria.
Doravante... quem comanda 'e o pleno amor.
poeta_sabedoro
Sorvete de sol
Olha o sorvete! A orla começando a caminhar...
Vento leve da brisa, pés no chão... ah! como é tão, tão...
Olha o sorvete!; ...devaneios, delírios-delirantes...
Como pode existir um sorvete de sol?!..
Agora?! Ainda com este frio?! Sorvete, sol, intrigantes!..
Com quem eu reclamo?!.. Como pode? Aqui é praia!..
Como se lá' não pudesse frio estar!
Louco, loucura, a quem contestar?!..
Tudo que peço 'e um pouco de SOL, tão, tão...
Olha o ônibus!...
Preciso ir ao trabalho! Seco os pés, mas não esqueço!..
Compromisso comigo mesmo; a praia, sol, sorvete...
FAZEDOR DE NOTICIAS!
*
*
*
Ei! Ei! Moca, Ei! Preciso falar!..
'E sobre... Você sabe, a noticia
De todo canto não cessa
Aos quatro cantos, depressa!..
Ponha-se a anotar... sem juízo!
Papel almaço, caneta, pena...
Sei lá'!
Moer as letra... e vê no que vai da'
Ufa!
Noutro dia pude ver...
Sim, eu vi bem num...
Num canto da rua, de camarote
De sorte que a cena...
Já', já' anotou? quando vai publicar?!..
Ai!..
Preciso ensaiar, pois a letrada
Pode desconfiar... estória bem contada
'E a historia verdadeira, dessa não tem como contestar
EI! MOCA! MOCA, Ei! Bota pra moer!
*
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poeta_sabedoro
CONSCIENTE/SUBCONSCIENTE
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O espirito esta' para a paz, assim como a gravidade para o centro da terra.
O espirito para a consciência, assim como a alma para o subconsciente.
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O homem planta na mente. O Criador na alma;
E' fonte direta! sementes...
O homem?!.. Planta... colhe?! talvez.
CENTELHA DE LUZ
*
*
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Centelha! Faixa de luz, dama da noite que meu olhar, seduz.
Centelha! Faixa de escuridão. Mundo, mundão.
Centelha! Faixa escura no sol; _vejo não.
_Nossa vida e' computada a cada segundo.
Como feixe de luz, a cada segundo e' encantada!
Pode ser ainda fração de segundo, ou fração da fração.
Segundo?! Como e' mesmo que bate o coração?
_Vivemos por um segundo, o segundo que nos e' permitido.
_Se vivo meu segundo e você vive nele, vivo sua vida e você a minha; entrelaços, fraternidade!
_Que bom! Que troca de experiências! Que seja doce e leve, sua estadia!
O tempo e o pensamento são as únicas coisas que se movem, mesmo quando tudo pa'ra.
Quem na vida queima a largada? Prematuro?!.
Todos querem viver seu tempo, portanto, prestar atenção ao estouro e' fundamental!
Fração de tempo, tempero.
De quanto precisa?..
*
*
poeta_sabedoro
SEM RUMO SE IA
*
*
*
Afim de deleitar-me do infinito, persegui o impossível.
Não disseram-me que o impossível era inalcançável.
Deitei-me para o horizonte em busca de entendimento.
Mas, percebi que ate' mesmo o poeta e' insondável.
*
No alcance do esperado, o caminho e' vasto.
Se não tem onde chegar, pode ser logo ali'.
De tal forma que o labor e' questionável.
Mas ao longo da caminhada, pode-se rir.
*
Antes que pense em desistência... penso!
Penso em não pensar, mas penso.
Será' que o melhor seria em nada, pensar?
Possível... impossível... um pouco tenso!
*
*
poeta_sabedoro
LIVRE ARBITRIO
O silencio e' a linguagem praticada pelo CRIADOR,
nada a ver com indiferença.
Com o livre arbítrio já presume-se a não interferência.
***
Não há preteridos, só falta de compreensão.
*
Se o professor ensinou, o momento da prova; e' do aluno.
Senão prova não há, aluno não há, e professor não há.
Logo- aluno e professor serão entendidos como colegas.
***
Não há preteridos, somente justaposição.
*
Antes que sobrevenha reprovação, se faz necessário toda
dedicação.
A vida nos ensina a cada instante...
Contudo, não percebemos o papel de aluno tampouco
o de professor.
*
Não há preteridos, todos miram a salvação.
poeta_sabedoro
FLERTANDO COM A LUA
Oh! Por que brincaste comigo, oh, lua?
Por que fugiste de mim, após ressurgir?
Sim. Nossa prosa fora bem supérflua.
Sob o encanto de tua festa, louco, caí!
Com tua ausência aparecera' o sol-rei.
Pra estes lados daqui, ele não facilita.
Como cao sarnento, logo o encontrarei.
Ínsito semblante de um cao... carnalita:
Comiserado serás de mim, ao aparecer!
Que teu abraço seja cálido; consolador!
Poeta melancólico de coração arrefecer!
Lua, que tratado que há entre ti e o sol?
Ocorreu-me esta absurda e leve duvida!
Por que os dois não aparecem, no farol?
poeta_sabedoro
JOGO DE PODERES
Na chama da esperança reluz meu caminho.
No doce de encantos, encontro-me bem-mal.
Na brasa da paixão, minha razão só-racional.
Vou passeando entre todos, mas só, sozinho.
Em avenidas de flores vou tropicando; miúdo.
Mente e coração entrando numa competição.
Ao fundo se escuta breve lampejo de canção,
Vislumbrando o amor que sobrevive conteúdo.
Como lobo velho uivando para só amar, amar.
Coração desgarrado da mente pede alimento.
Desta' que a mente vai obedecer, mente e' ar.
Ar límpido que clareia quando o coração, não.
Pessoas, avenidas, flores, pessoa... só e' dor!
Se mente não cuida, coração desafia coração.
poeta_sabedoro
DEVIR {soneto}
Alvorecendo o dia, percebo a vida diferente...
Vou ate' a janela, descortinada com o ventejar.
O rebolar das flores se despindo do usual, a notar.
Flores murcham, animais morrem, igual a gente...
O som dos pássaros, o balançar das arvores...
Olhando pra fora, percebi o clarão de um recomeço.
Tudo parecia numa conspiração só, um rebuliço.
Vida desprovida, despertei-me destes horrores...
Em nada o existir, tudo num habilita-desabilita.
Não há garantias, nem estabilidade, tudo passa.
Ineficaz e' o existir, um sopro de vida que irrita.
Abraça pra sorrir, aperta pra doer, magoa pra sofrer.
Que gosto tem uma lagrima? Antes era congelada?
Agora pode chorar, a lagrima não e' nada! E' viver.
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