Texto sobre Irmãos

Cerca de 227 texto sobre Irmãos

É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs
Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.
Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante.

Rabindranath Tagore
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Gênesis 38

Judá e Tamar

1 Por essa época, Judá deixou seus ir­mãos e passou a viver na casa de um homem de Adulão, chamado Hira.
2 Ali Judá encontrou a filha de um cananeu cha­mado Suá e casou-se com ela. Ele a possuiu,
3 ela engravidou e deu à luz um filho, ao qual ele deu o nome de Er.
4 Tor­nou a engravidar, teve um filho e deu-lhe o nome de Onã.
5 Quando estava em Quezibe, ela teve ainda outro filho e chamou-o Selá.
6 Judá escolheu uma mulher chamada Ta­mar para Er, seu filho mais velho.
7 Mas o Senhor reprovou a conduta perversa de Er, filho mais velho de Judá, e por isso o matou.
8 Então Judá disse a Onã: "Case-se com a mulher do seu irmão, cumpra as suas obri­gações de cunhado para com ela e dê uma descen­dência a seu ir­mão".
9 Mas Onã sabia que a descendên­cia não seria sua; assim, toda vez que possuía a mulher do seu irmão, derramava o sêmen no chão para evitar que seu irmão tivesse descen­dência.
10 O Senhor reprovou o que ele fazia, e por isso o matou também.
11 Disse então Judá à sua nora Tamar: "More como viúva na casa de seu pai até que o meu filho Selá cresça", porque temia que ele viesse a morrer, como os seus irmãos. Assim Tamar foi morar na casa do pai.
12 Tempos depois morreu a mulher de Judá, filha de Suá. Passado o luto, Judá foi ver os tosquiadores do seu rebanho em Timna com o seu amigo Hira, o adulamita.
13 Quando foi dito a Tamar: "Seu sogro está a caminho de Timna para tosquiar suas ove­lhas",
14 ela trocou suas roupas de viúva, cobriu-se com um véu para se disfarçar e foi sentar-se à entrada de Enaim, que fica no caminho de Tim­na. Ela fez isso porque viu que, embora Selá já fosse crescido, ela não lhe tinha sido dada em casamento.
15 Quando a viu, Judá pensou que fosse uma pros­tituta, porque ela havia encoberto o rosto.
16 Não sabendo que era a sua nora, dirigiu-se a ela, à beira da estrada, e disse: "Venha cá, quero deitar-me com você".
17 Ela lhe perguntou: "O que você me dará para deitar-se comigo?" Disse ele: "Eu lhe man­darei um cabritinho do meu rebanho". E ela perguntou: "Você me deixará algu­ma coisa como garantia até que o mande?"
18 Disse Judá: "Que garantia devo dar-lhe?" Respondeu ela: "O seu selo com o cordão, e o cajado que você tem na mão". Ele os entre­gou e a possuiu, e Tamar engravidou dele.
19 Ela se foi, tirou o véu e tornou a vestir as roupas de viúva.
20 Judá mandou o cabritinho por meio de seu amigo adulamita, a fim de reaver da mulher sua garantia, mas ele não a encon­trou,
21 e per­guntou aos homens do lugar: "Onde está a pros­tituta cultual que costuma ficar à beira do cami­nho de Enaim?"
Eles responderam: "Aqui não há nenhuma prostituta cultual".
22 Assim ele voltou a Judá e disse: "Não a encontrei. Além disso, os homens do lugar dis­seram que lá não há nenhuma prostituta cul­tual".
23 Disse Judá: "Fique ela com o que lhe dei. Não quero que nos tornemos objeto de zomba­ria. Afinal de contas, mandei a ela este cabriti­nho, mas você não a encontrou".
24 Cerca de três meses mais tarde, disseram a Judá: "Sua nora Tamar prostituiu-se, e na sua prostituição ficou grávida". Disse Judá: "Tragam-na para fora e queimem-na viva!"
25 Quando ela estava sendo levada para fora, mandou o seguinte recado ao sogro: "Es­tou grávida do homem que é dono destas coi­sas". E acrescentou: "Veja se o senhor reconhe­ce a quem pertencem este selo, este cordão e este cajado".
26 Judá os reconheceu e disse: "Ela é mais justa do que eu, pois eu devia tê-la entregue a meu filho Selá". E não voltou a ter relações com ela.
27 Quando lhe chegou a época de dar à luz, havia gêmeos em seu ventre.
28 Enquanto ela dava à luz, um deles pôs a mão para fora; então a parteira pegou um fio vermelho e amar­rou o pulso do menino, dizendo: "Este saiu primeiro".
29 Mas, quando ele recolheu a mão, seu irmão saiu, e ela disse: "Então você conseguiu uma brecha para sair!" E deu-lhe o nome de Perez.
30 Depois saiu seu irmão que estava com o fio vermelho no pulso, e foi-lhe dado o nome de Zerá.

Bíblia
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Verdadeiros amigos deveriam se chamar irmãos. Porque os verdadeiros amigos gostam de você do jeito que você é, com todos os seus defeitos, qualidades, assim como sua família. Esses que estão com você em todos os momentos da sua vida; perdoam seus atos; riem das suas besteiras; te alertam sobre seus erros não te julgam; não te questionam; sempre te perdoam; te ensinam coisas novas, novos horizontes, novos pensamentos; te modificam, e se deixam modificar por você, para melhor, sempre um completando o outro; não saem do seu lado, não importa o que você faça. É um sentimento recíproco. Tomam um pedaço no seu coração muito rápido, não importa por quanto tempo. E conforme o tempo você percebe quem são os verdadeiros amigos, aqueles que podemos chamar de irmãos. E posso afirmar que não é o tempo que faz eles serem verdadeiros, pois existem amigos que fazem muito por você em meses do que amigos de anos. Porém a vida é feita de fases. Assim como uma roda gigante, a vida não para, as pessoas mudam, sua personalidade muda, e seus amigos mudam. Os verdadeiros permanecem. Todo e qualquer amigo que passar em nossa vida vai passar sozinha, de uma forma diferente, isso porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada amigo que passar, quando for embora, vai levar um pedaço nosso, mas conosco vai deixar um pedaço de si. É por isso que destino existe, é por isso que as pessoas não se encontram por acaso.

Fernanda Gaseta
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Eu agora sei bem que os melhores brinquedos são os irmãos. Brinquedos vivos, que dão e recebem, que nos fazem crescer e crescem também pelas nossas mãos. Que se transformam depois em grandes amigos para toda a vida, em companhia sempre presente de uma maneira ou de outra, em refúgio e estímulo. Em algo que fica quando se perde tudo aquilo a que nos conduziu a nossa loucura, quando se perde o que o tempo nos vai levando.

Paulo Geraldo
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Houve, uma vez, um rei que tinha uma filha extraordinariamente linda, mas tão soberba e orgulhosa que pretendente algum lhe parecia digno dela; repelia-os todos, um após outro e, ainda por cima, fazia troça deles.
Certo dia, o rei organizou uma grande festa e convidou, das regiões vizinhas e distantes, todos os homens que desejassem casar. Foram colocados todos em fila, de acordo com as próprias categorias e nobreza: primeiro os reis, depois os duques, os príncipes, os condes, os barões e, por fim, os simples fidalgos. Em seguida, fizeram a princesa passar em revista a fila dos candidatos mas ela criticou um por um, em todos encontrando defeitos; um era muito gordo: - Que pipa! - dizia; o outro muito comprido: - Comprido e fino não dá destino! - o terceiro era muito pequeno: - Gordo e baixo graça não acho; - o quarto era pálido: - A morte pálida! - O quinto multo corado: - Peru de roda: - o sexto não era muito direito: - lenha verde secada atrás do forno; - e assim por diante. Punha defeitos em todos mas, especialmente, visou e divertiu-se a troçar de um bom rei que estava na primeira fila, o qual tinha o queixo um tanto recurvo.
- Oh, - exclamou, rindo-se abertamente, - esse tem o queixo igual ao bico de um tordo.
E daí por diante, o pobre rei ficou com o apelido de Barba de Tordo. Mas o velho rei, ao ver a filha caçoar do próximo e desprezar todos os pretendentes lá reunidos, encolerizou-se violentamente; e jurou que a obrigaria a casar-se com o primeiro mendigo que aparecesse à sua porta.
Decorridos alguns dias, um músico-ambulante parou sob a janela, cantando para ganhar uma esmola. Ouvindo-o, o rei disse:
- Mandai-o entrar.
O músico-ambulante entrou, vestido de andrajos imundos; cantou na presença do rei e da filha e, quando terminou, pediu-lhes uma esmolinha. O rei disse-lhe:
- Tua canção agradou-me tanto que vou dar-te minha filha em casamento.
A princesa ficou horrorizada, mas o rei disse:
- Jurei que te daria ao primeiro mendigo que aparecesse e cumprirei meu juramento.
De nada valeram os protestos e as lágrimas. Foram chamar o padre e ela teve de casar-se com o musico. Depois do casamento, o rei disse-lhe:
- Não é lógico que a mulher de um mendigo fique morando no palácio real; portanto, deves seguir teu marido.
O mendigo saiu levando-a pela mão, e, assim, ela teve de caminhar a pé, ao lado dele. Chegaram a uma grande floresta e então ela perguntou:
- A quem pertence esta bela floresta?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Depois atravessaram um belo prado verde jante e ela novamente perguntou:
- A quem pertence este belo prado?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Mais tarde chegaram a uma grande cidade e ela perguntou mais uma vez:
- A quem pertence esta grande e bela cidade?
Pertence ao Rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!

O músico-ambulante, então, disse:
- Não me agrada nada ouvir lamentares-te por não teres outro marido: achas que não sou digno de ti?
Finalmente chegaram a uma pobre casinha pequenina e ela disse:
- Ah! meu Deus. que casinha pequenina
A quem pertence a pobrezinha?
O músico respondeu:
- É a minha casa e a tua; aqui residiremos juntos.
A porta era tão baixa que, para entrar, a princesa teve de curvar-se.
- Onde estão os criados? - perguntou ela.
- Qual o que criados! - respondeu o mendigo; - o que há a fazer deves fazê-lo tu mesma. Acende logo o fogo e põe água a ferver para preparar a ceia! Eu estou muito cansado e quase morto de fome.
Mas a princesa não sabia acender o fogo, e nem serviço algum de cozinha, e o mendigo teve de ajudá-la se queria ter algo para comer. Tenho engolido a mísera comida, foram deitar-se; na manhã seguinte, logo cedo, ele tirou-a da cama para que arrumasse a casa. E assim viveram, pobre e honestamente, diversos dias até se consumir a provisão que tinham. Então, o marido disse:
- Mulher, não podemos continuar assim, comendo sem ganhar. Tu deves tecer cestos.
Saiu a cortar juncos e trouxe-os para casa; ela pôs- se a tecê-los, mas os juncos muito duros feriam-lhe as mãos delicadas.
- Vejo que isso não vai, - disse o homem, - é melhor que fies! Talvez consigas fazer algo.
Ela sentou-se e tentou fiar, mas o fio duro cortou-lhe logo os dedos finos até escorrer sangue.
- Vês, - disse o marido, - não sabes fazer coisa alguma; contigo fiz mau negócio. Vou tentar o comércio de panelas e potes de barro: tu poderás vendê-los no mercado.
"Ah! - pensou ela, - se vier ao mercado alguém do reino de meu pai e me vir sentada lá a vender panelas, como irá escarnecer de mim!"
Mas não tinha remédio, ela foi obrigada a ir, se não quisesse morrer de fome. Da primeira vez, tudo correu bem; porque era muito bonita, a gente que ia ao mercado comprava prazerosa a mercadoria e pagava o que exigia; muitos, aliás, davam-lhe o dinheiro e não levavam objeto algum. Com o lucro obtido, viveram até que se acabou, depois o homem adquiriu novo estoque de pratos; ela foi ao mercado, sentou-se num canto e expôs a mercadoria. De repente, porém, chegou desenfreadamente um soldado bêbado, atirando o cavalo no meio da louça e quebrando tudo em mil pedaços. Ela desatou a chorar e na sua aflição não sabia o que fazer.
- Ah, que será de mim! - exclamava entre lágrimas; - que dirá meu marido?
Correu para casa e contou-lhe o sucedido.
- Mas, quem é que vai sentar-se no canto do mercado com louça de barro! - disse ele. - Deixa de choro, pois já vi que não serves para nada. Por isso estive no castelo do nosso rei e perguntei se não precisavam de uma criada para a cozinha; prometeram-me aceitar-te; em troca terás a comida.
Assim a princesa tornou-se criada de cozinha; era obrigada a ajudar o cozinheiro e a fazer todo o trabalho mais rude. Em cada bolso, trazia uma panelinha para levar os restos de comida para casa e era com o que viviam.
Ora, deu-se o caso que iam celebrar as bodas do filho primogênito do rei; a pobre mulher subiu pela escadaria e foi até a porta do salão para ver o casamento. Quando se acenderam as luzes e foram introduzidos os convidados, um era mais bonito que o outro; em meio a tanto luxo e esplendor ela pensava, tristemente, no seu destino e amaldiçoava a soberba e a arrogância que a haviam humilhado e lançado naquela miséria.
De quando em quando os criados atiravam-lhe alguma migalha daqueles acepipes que iam levando de um lado para outro, e cujo perfume chegava às suas narinas; ela apanhava-as, guardava-as nas panelinhas a fim de levá-las para casa. De repente, entrou o príncipe, todo vestido de seda e veludo, com lindas cadeias de ouro em volta do pescoço. Quando viu a linda mulher aí parada na porta, pegou-lhe a mão querendo dançar com ela; mas ela recusou espantada, pois reconhecera nele o rei Barba de Tordo, o pretendente que havia repelido e escarnecido. Mas sua recusa foi inútil, ele atraiu-a para dentro da sala; nisso rompeu-se o cordel que prendia os bolsos e caíram todas as panelinhas, esparramando- se a sopa e os restos de comida pelo chão. A vista disso, caíram todos na gargalhada, zombando dela; ela sentiu tal vergonha que desejou estar a mil léguas de distância. Saiu correndo para a porta, tentando fugir daí, mas um homem alcançou-a na escadaria e fê-la voltar, novamente, para a sala. Ela olhou para ele e viu que era sempre o rei Barba de Tordo, o qual, gentilmente, lhe disse:
- Nada temas, eu e o músico-ambulante que morava contigo no pequeno casebre, somos a mesma pessoa.
Por amor a ti disfarcei-me assim, e sou, também, o soldado que quebrou a tua louça. Tudo isto sucedeu com o fim de dobrar o teu orgulho e punir a arrogância com que me desprezaste.
Chorando, amargamente, ela disse:
- Eu fui injusta e má, portanto não sou digna de ser sua esposa.
Mas ele respondeu:
- Consola-te, os maus dias já acabaram; agora vamos celebrar as nossas núpcias!
Vieram, então, as camareiras e vestiram-na com os mais preciosos trajes; depois chegou o pai com toda a corte, a fim de apresentar-lhe congratulações pelo casamento com o rei Barba de Tordo e, só então, começou a verdadeira festa.
- Ah! como gostaria de ter estado lá contigo nessas bodas!

Irmãos Grimm
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Amigos.. como definilos.. amigos não sei o que falar.
Bons, Sinceros, vilões, falsos, irmãos.. Muitos amigos estão do seu lado.
Muitos amigos falam de você pelas costas.
Muitos amigos que você nem percebe que são amigos, são quase irmãos.
Muitos amigos que você acha que são irmãos não são nem colegas. Falsidade?
Todo mundo ja nasce com esse "dom",
mas a amizade verdadeira, que é o "mal" que domina a
falsidade.. e "corroe" o coração transbordando felicidade
e alegria, em saber que a amizade verdadeira sempre será
seu Forte, sua base, seu refúgio. Amigos o que dizer
deles? Nada. Temos que observar seus atos, suas atitudes,
seu modo de pensar sobre o mundo. Pois palavras não dizem
nada, mais atos destroem a maior Fortaleza num piscar de
olhos. Amigos..? Não quero que me dêem conselhos.. ou
me falem frases.. quero que estejam do meu lado quando
nescessário, as vezes um silêncio valhe mais que uma
palavra, uma simples frase. E frases são difíceis de
gravar, as atitudes.. ficam gravadas na memória, sejam
elas boas ou ruins.

Thiago Luiz
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Pensamentos

Deus é nosso Pai.

Somos irmãos uns dos outros.

Jesus é o Divino Mestre que Deus nos enviou.

A oração é o meio imediato de nossa comunhão com o Pai Celestial.

Nossos melhores pensamentos procedem da inspiração do Alto.

A presença de Deus pode ser facilmente observada na bondade permanente e na inteligência silenciosa da Natureza que nos cerca.

Devemos amar-nos uns aos outros.

A voz divina pode ser reconhecida nos bons conselhos.

Sempre que ajudarmos, seremos ajudados.

Em nossa terna Mãezinha,
Cheia de santa afeição,
Sentimos que Deus nos fala
No fundo do coração.

Chico Xavier
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Vamo-nos adotar?

Se você quiser ser adotada (o), diga. Se você quiser adotar amigos e irmãos, também diga. Vamo-nos unir nesta linda corrente de amor ao próximo e fazer brilhar esta luz de união, solidariedade, amizade e confraternização. Eu quero ser adotada, e quero adotar também. Deus abençoe a todos.

Simplesmente amar,
Caminhar com quem ama?
Cumprimentar os amigos,
Os parentes queridos?

Dar valor a natureza,
deixar de lado a avareza?
Conhecer a pureza, beleza e grandeza de Deus?

Abrir os olhos de manhã e
Agradecer mais um dia,
Levar uma vida sadia?
Estender a mão ao doente e
ajudar a quem vem em nossa mente?

Não carregar as mágoas,
Não descarregar amargura?
Viver uma vida segura,
Aturar a quem não me atura?

Sentir todo o prazer de viver
sem questionar o porque,
Pois o porque não se entende,
É um porque indiferente.

Agora descobri uma coisa
Tudo isso é possivel,
ao renovar a fé todo dia
o amor de Deus é visivel.

Chico Xavier
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Amigos Irmãos

Não me sinto sozinho nesse mundo perdido
Por que tenho você e somos amigos

Juntos dividimos alegrias tristezas
Segredos e doces sorrisos

Passamos por momentos inimagináveis inexplicáveis e inesquecíveis
Onde quer que eu vá Levo você no coração e quero nessa canção
Lhe agradecer por tudo, pela atenção amor e compreensão
E agradecer a Deus que nos fez eternos amigos irmãos

Seremos amigos para sempre num só coração
Nossa amizade é eterna somos eternos amigos irmãos.

Rogério Stankewski, Rogério Stankevicz
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Era a casa
Era luz
Eram pais e irmãos
Mas era só um lado do mundo
Era só esse que eu via
Era deus
Era igreja
Era culpa
Era dor
Mas era só um lado do mundo
O outro eu desconhecia

Era a ordem e a prova
Era o estudo e o uniforme
E o futuro
E o futuro...

Mas era tudo incompleto
E eu faço parte do mundo
Eu só cheguei a mim mesmo
Depois de ver

Pedro Pondé
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Sorriso entre o pai e a filha
Abraços entre amigos e irmãos
Paisagens de união no verão
Do mundo e seus encontros profundos...
Do beijo molhado, do abraço suado
Do olhar de uma mãe para um filho...
Do vento no rosto.
Da formatura esperada e venerada
Da corrida...
Da chegada de uma vida para esta vida...
Das esquinas
Da neblina
E até da partida, que pensa que terá outro encontro...
na verdade era só despedida.
Os momentos correm como o vento
E o tempo escorre por entre o vão da porta...
Mas tem uma máquina, a máquina do tempo que para qualquer
doce
amargo
lento
forte momento...
Fotografa, retratando o retrato da vida de todos...
Deixando transparecer até sentimentos...
Assim é a fotografia, como a poesia...
Eterna, eterna...

Camila Senna
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Se não aceito todos como meus irmãos,
Não posso dizer "PAI NOSSO".
Se digo "QUE ESTAIS NOS CÉUS",
Não posso amar tesouros na terra.
Se louvo dizendo "SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME",
A minha fé não pode ser por interesse.
Se peço 'VENHA A NÓS O VOSSO REINO",
Tenho de amá-lo sobre todas as coisas.
Se quero que "SEJA FEITA A VOSSA VONTADE",
Não posso satisfazer apenas os meus desejos.
Como dizer "O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE",
Se não reparto o meu pão com os necessitados.
Como pedir "PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDOS",
Se continuo ofendendo e não perdoando o meu próximo.
Como suplicar "E NÃO DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO
MAS LIVRAI-NOS DO MAL",
Se nada faço para o mundo melhorar.
Como dizer "AMÉM",
Se meus lábios enganam meu coração.

JOSE AUGUSTO CAVALCANTE
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Mundo, 21/07/2008

*Aos amigos Virtu-reais que moram ao lado
porque são irmaos - anjos da mesma nave.

ODE À AMIZADE

Parte I

Que você seja feliz sempre e plenamente
Que nossa amizade revele os dons da gente
Que as divindades nos protejam sempre
Que você sinta, saiba de minha fé em ti

Sinto tua beleza, tua energia e teus jardins
Escuto tua voz, ouço suave teu riso doce
E até escuto quando teu choro é muita dor

Sinta minhas mãos na hora da tua tristeza
Meu coração te dará força se precisares dele
Sempre terás meu abraço de solidariedade

Meus braços abrem-se em asas longas sim
para teu abraço de fé e confiança em nós
Meus braços estarão abertos nas alegrias
Como preciso dos teus na hora da tristeza

Meus ouvidos já sabem escutar tua voz
Eles aprenderam contigo a paciência, até
Eles sabem ouvir tua orientação e toque
Eu te reconheço como amigo e irmão de fé

Por isso posso dizer-te uma palavra agora?
Caso me escutes, falarei bem devagarinho
porque não tenho pressa, ou tenha talvez
de dizer-te, que não estamos aqui por acaso

Meus olhos te olham bem abertos e atentos
E eu te chamo de amigo, irmão e meu anjo
E te convido para ouvir um som, uma canção
Olhar paisagens, passear em poemas arte

Parte II

Que a arte da amizade seja poesia todo dia
Sigamos felizes e confiantes na arte da vida
Façamos o melhor por nós, e pelos outros
A humanidade está bem ao nosso lado, vês?

Ela nos pede que sejamos agentes da paz
e amigos do amor universal sem fronteiras.
Eu confio em ti nessa doce irmandade de fé

Parte III

Conta comigo porque amizade é esperança
Sinta e escute minha doce e forte alegria
Meu amigo, amizade só pode ser todo dia

Sobre nós haverá muitos sóis, luas, estrelas
novos astros a iluminar, protejer as noites
e os dias de novos caminhos encantados

O tempo não pára, mas posso recomeçar
nada pára no tempo, nem das naves virtuais
e é por isso que estou aqui ate esperar

By @Ana Felix Garjan@

By Ana Felix Garjan
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Ter amigos é ter com quem compartilhar nossa vida, é poder escolher os irmãos, faça tudo por eles quando estiverem juntos, mas não se culpe o dia que eles não passarem de meros conhecidos, o dia que encontrarem com eles e não receber se quer um olhar em troca, pois se você sempre os amou, quem perdeu na verdade, não foi você, foi ele. E a vida vai lhe retribuir, afinal, tudo de bom que você faz a alguém, você está fazendo assim mesmo.

É igual apostar na loteria, você investe as vezes aquilo que até não tem, e um belo dia ganha o triplo de volta.

Rogério Stankewski
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LEMBRA-TE DELES
"Lambra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis,não se fizeram ausentes...
Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor.
Ele avançam para a vanguarda...
Muitas vezes,quando menos felizes,esmolam-te o reconforto de uma oração e,vezes outras,mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto,sequiosos de paz e libertação...
Outros muitos,porém,quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade,buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu,envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar...
Lembra-te deles e guarda-lhes a lição.
Ontem,apertavam-te nos braços,partilhando-te a experiência. Hoje,transferidos de plano,colhem os frutos das espécies que semearam.
Aguça a audição mental e ouviras o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te esperança e coragem,alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti,desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria,poque,amanhã,estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime,sem lágrimas e sem morte."

Sheilla (F.C.Xavier) - Irmãos Unidos - GEEM
Inserida por Epena
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Amigos, uns dizem que são irmãos que podemos escolher. Mas eu discordo, amigos são anjos que podem se comunicar com agente. Se você notar amigos sempre aparecem quando estamos em apuros, quando estamos mal. O verdadeiro amigo deixa tudo quando estamos precisando da companhia deles. Há pessoas que encontram nos amigos um refugio do mundo, uma maneira de escapar de algo difícil. Eu vejo nos meus amigos uma segunda família, vejo nos meus amigos são anjos que tiveram suas asas decepadas por algum motivo que desconheço, amigos agente não encontra por um acaso, eles são predestinados a nós. Amigo, se você tem um verdadeiro aprenda: Você tem tudo!

Amanda Rodrigues
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Pai, mãe, avós, irmãos, primos, cachorros de estimação, peixinhos do aquário, amigos de alma, amigos de boteco, ou até mesmo a própria solidão. O que define o que é família ou não, não é a consangüinidade, mas sim a predisposição de quem quer ficar do seu lado, cuidar de você e querer te ver feliz, acima de tudo.

Renée Venâncio
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"O Dado mais importante que separa o ser humano de todos os seus irmãos e primos da escala filogenética é o conhecimento; só o conhecimento liberta o homem, só através do conhecimento o homem é livre e em sendo livre: ele pode aspirar uma condição melhor de vida para ele e todos os seus semelhantes. Só consigo entender uma sociedade na qual o conhecimento seja a razão de ser precípua que o governo dá para a formação do cidadão. Minha mensagem é positiva, é de que o homem tem de saber, conhecer e em conhecendo ele é livre." DRº Enéas Ferreira Carneiro (Rio Branco, 5 de novembro de 1938 — Rio de Janeiro, 6 de maio de 2007)

Enéas Carneiro
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E igualmente, enquanto os regimes infelizes e ignóbeis que suprimem os nossos irmãos, em condições subumanas, em Angola, Moçambique e na África do Sul não forem superados e destruídos, enquanto o fanatismo, os preconceitos, a malícia e os interesses desumanos não forem substituídos pela compreensão, tolerância e boa-vontade, enquanto todos os Africanos não se levantarem e falarem como seres livres, iguais aos olhos de todos os homens como são no Céu, até esse dia, o continente Africano não conhecerá a Paz.

Haile Selassie
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Tenho dito inúmeras vezes o quanto sou grato pelos amigos que tenho, não apenas para dar-lhes entendimento sobre o fato, mas, para firmar esse sentimento que com o tempo transformou-se em irmandade. Não me atrevo a dizer ser um bom amigo, mas entre o "ser" e o "não ser", busquei todas vezes ser o melhor.

amizade amigos irmãos
Inserida por alberisluis
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