Te Fiz Sofrer

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⁠No passado eu fiz o melhor que pude, mesmo tendo errado. Aquilo que fazemos é o mais certo para cada momento. Hoje, eu posso fazer ainda melhor, justamente por causa desses erros. Eu pude tomar consciência através dos aprendizados que tive.
Assim, eu faço as pazes com o meu passado. Eu deixo o passado no seu devido lugar e com isso eu posso olhar para frente.

⁠Sabe do que eu vivo? Da minha reputação. E funciona porque as pessoas acreditam em mim. Mas fiz algo com você que nunca havia feito. Me fiz de tola.

⁠No imenso oceano do teu amor (trecho)

... Me fiz de um olhar
do teu olhar que serenamente me atingiu
e, desde então, sou o que sou agora,
um agitado e velho rio
a desaguar no imenso oceano do teu amor ...

⁠Todas as pessoas estão onde estão por causa das escolhas que fizeram. Cada uma das escolhas que fizemos se acumularam e nos uniram. E é por isso que estamos onde estamos agora.

E eu até já fiz café pra tu não vir me falar
Que tá com sono e que o amor tem que esperar
Baby, fica, a gente faz um funk na sala de estar
Mas amanhã a gente tem que trabalhar

Artigo Quinto da lei contra o Cristianismo – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.

Fiz de mim poesia
fiz de mim canção
fiz de mim paixão
fiz de mim teu chão
então me pisa paixão...
(Cicero laurindo)

Olhares trocados

Há tempos que tão te via
Fiz de tudo para te encontrar
No momento que te encontrei
Pensei em te beijar

Por ser tímida
Tenho reputação a preservar.
Dei uma freada nos pensamentos
Fomos conversar

Prestava atenção no que você dizia
Sentados frente a frente
O café quente!

Olhares trocados...
Imaginando o que o outro sentia!

Inspirado nas jóias de Jessier
Eu fiz :

Zelminha pano de chão.

Eu sempre fui aloprado
Invocado e cabuloso
Ignorante e destimido
Da bomba fui estampido
Veneno da Cascavel
Só tinha medo do céu
Fui dor de dente e de ouvido

Fui fio desencapado
Fui arqueiro no menino
Batata quente , pepino
Fui mira de lampião
Não tinha medo de nada
Talvez fosse o próprio nada
Nunca tive namorada
Amor , carinho ou paixão.

Nunca conheci ciúme
Eu era só azedume
Laxante , rince e limão .
Mas numa noite frienta,
Um cheiro me veio as venta
Botei as armas no chão
Era o cheiro de Zelminha
Morena cintura fina
Um pilãozim de menina
Filha de Cormo e Zefinha
Que lá na beira da linha
Perto da estação do trem
Morava em casa singela
E a riqueza dentro dela
Jazida nenhuma tem

Penugem de espiga nova
Os cabelo da danada
Era laço, era cordão
Era chave de cadeia , prendia qualquer Cristão
Boca carnuda e uma pele tão lisinha
De bochecha rosadinha
Picialista em tentação

E ela pra me lascar , a casa tava varrendo
E aquele balé eu vendo
Em instante analisado
Pensei eu tô arrumando
Se essa doida me quiser
Vou ter um show de mulher
Bonita e trabalhadeira
E nos meus sonhos de pluma
De noite eu arrumo ela
De dia ela a casa arruma

Casamos de ligeireza
E eu tava no próprio céu
Zelminha lua de mel
Zelminha pano de chão
Zelminha casa arrumada
Zelminha não gasta nada
Zelminha roupa passada
Zelminha café com pão
E eu pra me amostrá
Mudei Zelma Itabaiana
E de mudança cigana
Vim morar na capitá

Pronto , A minha nêga mudou
Zelminha internetizou
Virou Zelma facebook
Zelma Insta , Zelma look
Zelma shopping, Zelma Sky
Zelma almoça no Mangai
Nem cuscuz ela num faz
Comprou uma tal Brastemp
Nem passa a roupa da gente
Não usa pano de chão
Vive socada em salão
Tem sobrancelha da nike
Gelo ela agora chama aice
Toda metida a inglês
Num sabe nem português

E agora a vontade minha
Voltar pra beira da linha
Numa casa em Itabaiana
Pra tomar caldo de Cana
Pra vê se Zelma se sara
E deixe esse tal de zap
Porque lhe digo cumpade
Se isso é evolução
Eu troco e não quero volta
Essa Zelma megabaite
Na Zelma pano de chão

PR JARDEL CAVALCANTE

⁠Orgulho próprio

Eu sinto orgulho de mim porque sei que sempre lutei pelo o que quis! Fiz de tudo que estava ao meu alcance.

⁠Acordei no meio da madrugada,Senti saudade, das coisas que não fiz, das palavras que omiti, dos momentos que eu perdi, e dos olhares que eu não vi, ou pelo menos fingi, senti um frio no coração,minha alma oprimida soltando gritos que somente o coração ouve, lá fora uma névoas de incertezas, aqui dentro uma Penumbra de sentimentos lanço ao vento um desejo,fecho os olhos e faço um pedido, no rádio uma canção me trouxe você na letra dizia tudo que eu quis dizer antes de aceitar o fim hoje vai tem lua cheia quem eu amo vem me ver. E que as vezes meus sonhos vão bem mais além, que posso separar da minha realidade. Boa noite.

⁠Eu estava a ponto de desistir da vida, estava tão desgastada que me fiz pó, mas o vento soprou e me levou até você. Eu senti vontade de preencher todos os seus espaços em branco e recomeçar.

Não cumpri a promessa que fiz,
Acreditei mais uma vez que poderia ser feliz.
Ao acordar lembrei-me que o amor não é como se diz.
Ou és perfeita ou cortam-te pela raiz.

Eu não queria sentir,
Mas cultivaram em mim este sentimento,
Agora arrependeu-se e deixei-a ir.
Quem sabe se o tempo voa com o vento,
E faz o doce sentimento partir.

⁠Sei que fiz errado !

Sei que errei por tentar te impressionar com atitudes que acabaram tendo efeito contrário, mas tudo que fiz por querer ver você bem, e vc bem me faz bem, por que o amor é assim recíproco.
Todas vezes que declamei poemas não escritos e pensados por mim, foi na mais pura e sincera emoção e amor que sinto por você.
Jamais quis te magoar e ferir, com palavras doces e nem te iludir com tals gestos.
Você é o Sol que apareceu em minha vida que já mais tinha visto, você é o brilho de luz que faz com que meu universo seja mais brilhante em toda escuridão do infinito.
Eu apenas sou um homenzinho torto que está cada dia tentando se endireitar.
E fazer a mulher linda que amo ainda mais feliz, com belas e singelas demonstração de amor.
Meu Sol, gostaria de continuar a ser sua Lua meu amor
Bjos te amo muito.

⁠Escritos no viés

Versos, notas, palavras
Poemas, cartas, cordéis
Fiz versos sem encontrar palavras
Com notas em tiras de viés
Compus poemas e coloquei em cartas
Rimadas como os cordéis
Versos tão gostosos
Com palavras jogadas aos seus pés
Seu sorriso foi tão solto
Que faltou só um pouco
Para chegar ao céu
Pena que foram só cartas
Rimadas como um cordel
As respostas das suas cartas
Chegaram para encher de graça
E me levar para conhecer o céu.

Daniel B. Souza

⁠"Sou chato, envelhecido antes da idade, enjoado daquilo que ainda não fiz. Não peço que gostem, elogiem ou admirem, sou esta realidade escancaradamente ridícula, incapaz de saber viver como proclamam a vida. Sou excluído por mim mesmo, talvez afim de evitar ser excluído pelos outros; ausente no mundo por proclamar minha própria insignificância diante de todos e a minha grandeza diante de mim."

⁠Te Fiz Minha Poesia
Numa esquina da vida,quando eu andava de mãos dadas com a solidão, tu me encontraste.
Eu tinha uma ferida de amor aberta para a rua, de onde eu contemplava o vazio do campo de tristeza que floria em cinza e negro.
Foi como ver o sol pela fresta entre as tábuas que vedavam minha alma, protegendo-me da fria noite do abandono.
Lentamente abri a porta do meu coração e tu entraste, sem pedir licença. Abriste o meu guarda-mágoas e deitaste fora toda a amargura que eu teimava em guardar, para me vestir na tentativa de conter o frio que me acolhia.
O vento do teu arfar soprou toda o pó e assim se revelou a folha sobre a mesa onde, antes, eu escrevia versos de amor.
O teu perfume invadiu o ambiente mofado do meu ser.
Inebriado eu te fiz minha Poesia, e a ti dedico, agora, todos os meus dias.

Se um dia eu errei com você,me perdoa? mas saiba que tudo o que fiz foi por que eu te amo.

Há momentos em que me assombro com cada quilômetro que viajei, cada refeição que fiz, cada pessoa que conheci, cada quarto em que dormi. Por comum que pareça, há momentos em que tudo fica além da minha imaginação.

FACULDADE

Minha faculdade é a rua!
Formei-me em Letras,
História e Geografia.

Fiz letra de samba,
Letra de rap,
Letra de forma,
Letra de mão,
Letra de pixo,
Letra de grafite.

Fiz histórias nas ruas!
Contei histórias da vida,
Histórias de manos e minas,
Histórias do cotidiano…
Histórias de miliano,
Histórias verídicas.

Andei pelos guetos, becos,
Observei os terrenos baldios,
Construí poemas de madeira,
Barracos de papel.

Observei os arranhas céus
Os córregos poluídos.


Minha faculdade é a rua!
Formei-me em Letras,
História e Geografia.