Te Fiz Sofrer
O seu amor me acolheu e em ti eu fiz morada, o nosso amor vazou pelas rachaduras que nós mesmo criamos. E eu me apaguei vendo o que chamei de lar desmoronar bem enfrente aos meus olhos, sem força alguma para tentar salvar alguma, coisa ou para nos salvar.
Desmoronei junto a ti. Porem hoje posso bater no peito e dizer que sou muito mais resistente a tudo o que possa me abalar.
Nossa Quase História...
E você ama meus abismos entende me silencio e abraça todos os meus defeitos... Você é tudo o que eu sempre precisei, mais nunca pensei em ter e tudo bem... Porque o universo hoje me escreveu uma carta, contando que nem sempre o que a gente pensa querer é o que a gente precisa.
Raiane Oliveira.
Se não mereço posso só parar ?
O que foi que eu fiz assim tão mal ?
Tou cansada ,mas ninguém acredita
Porque é que nunca elogiam mas se falho criticam
Só quero ir embora
Só estou cansada
Afinal sou um monstro
Não mereço nada
Daí quando eu peço alguma coisa, minha Mãe desenterra coisas que eu fiz em 1930, pra usar como desculpa pra me dizer "Não".
Já fui incentivado a maltratar meus alunos. Nunca fui punido por oprimí-los e, quando o fiz, minha pedagogia nunca foi questionada. Mas fui desincentivado, punido e questionado quando resolvi tratar meus alunos bem, como se trata a qualquer ser humano. Isso demonstra claramente os interesses aos quais atende a escola contemporânea.
Carta para o século XXI
Olá século XXI, tudo bem? Fiz essa carta para saber quando você vai embora? Sei que é em 2100, porém não tem como acelerar este processo? Por favor, lhe suplico.
Não aguentamos mais este século que o sexo é livre, porém as pessoas são presas. Onde o povo está preso em uma era tecnológica que é fomentada por celulares e robôs.
Vá embora século odiado! Traga-me um século com mais amor, carinho, respeito, atenção, empatia e etc. Queremos o século que os pais ainda tinham autoridade sobre teus filhos.
Me faça um favor? Avise para seu amigo, século XXII. Que venha um pouco mais rápido possível!!! Corre o risco de quando ele chegar... não ter mais pessoas, cores e vidas. Talvez ele se assuste em encontrar carros voadores, robôs por toda parte, chips em abdomens e violência fulminante.
Dos anti-olavistas dos anos 90, a única recordação ainda viva são as piadas que fiz sobre eles. O mesmo destino aguarda os de agora. Que cada um dê logo sua gozadinha diante do espelho, pois o fim da festa está próximo.
Será que são mesmo tão estúpidos ao ponto de achar que suas fofoquinhas do dia suprimirão o lugar permanente que os meus livros já conquistaram na história da cultura nacional?
A coisa mais óbvia em tudo quanto essa gente escreve a meu respeito é a sua total incapacidade de apreender minha obra numa visão de conjunto, que então os bobocas substituem por invencionices pueris camufladas em dialeto uspiano kitsch.
A única esperança desses bostas é o fim do Brasil, pois não há outra maneira de me fazer desaparecer junto com eles.
Sou pecadora e por isso quero pedir perdão, a quem um dia eu fiz pecar, por conta de minhas loucuras.
Então pecador, me perdoe pelo beijo que te dei, com sabor de quero mais. Me perdoe também pelos abraços que te dei, com arrepios despido de nossos corpos.
No silêncio da estrelas
Te dei meu coração
Fui além,
te fiz uma em um milhão
Pensando que tinha o mundo em minhas mãos
Te fiz real
Em meio a tanta ilusão.
Te fiz acreditar,
Quando nada parecia ser racional.
E sonhar,
Quando você estava acordada.
Te fiz vencedora,
Mesmo sem estar em nenhuma batalha.
Logo eu que sempre te dei rosas,
Agora estou sangrando
por causa dos seus espinhos
Fiz guerra em mim
Feri a mim mesma enquanto que a tempestade não estava em mim
O vendaval estava lá fora
Violei sepulcros
Ressignifiquei destroços
Violei-me
Vociferei no silêncio de minha mente
Fui cruel comigo
Na tentativa de não enlouquecer
Fui me desfazendo, fenecendo
Até que pela fresta, enxerguei resquícios de um sol que meus olhos não mais viam
Fiz um pedido: Sol, vê se não esquece e me ilumina
Contigo meus dias ganham cor
O frio da noite deixa de existir
Não vejo sepulcros ou destroços
A mente já não mais grita e eu ressurjo.
vts
Sempre me presenteava generosamente, mas prestando mais atenção no amor. Já fiz meus pais passarem por poucas e boas. Já pedi perdão pelas birras e falta de consideração, a minha sorte é que eles têm a mente aberta.
Qualquer que seja a opção da vida do filho ela precisa ser respeitada, mas isso não significa que os pais não devem ter controle. Como dizia a minha mãe: Criança não tem que querer.
Tem pais que passam tempo demais concentrados em si mesmos, preferem que o celular cuide de seus filhos, outros não pensam em educação alimentar e uma vida mais ativa, com prática regular de atividade física.
Perdoa se isso soa arrogante, não tenho filhos, mas a geração de hoje está cada dia mais intolerante e frágil. Faltam fidelidade e compromisso no cuidado com os filhos. Eles merecem.
Tem um provérbio que diz: Quando dais vós próprios é quando realmente dais. Acho que poderia ser lição para tudo, além das gentilezas mútuas e a distância entre as coisas e nós como pessoas.
Pensando no “e se” não leva ninguém para frente, nem pais, nem filhos, recomeçar é o caminho, desenterrar a autoestima, amar sempre. Um drinque ao nosso futuro feliz!
O poder da relação ficou o tempo todo na mão dos pais, com imposições e sem diálogos por isso as gerações possuem feridas mal cicatrizadas, rebeldias para fazer o que quiser na fase adulta e o preço da falsa liberdade.
Presencio força oculta e juventude parada, o ser humano não continua o mesmo, vejo sorriso doido dos que sofrem a tempo, o tempo correndo a conta- gotas, alunos bons, inteligentes, espertos, bonitos e egoístas.
Decidi comprar um diário porque tem coisas que a gente não pode dizer em voz alta, escrevi sobre dias de chuva, tédio eufórico, falsas ilusões e refleti: Que diabos estou fazendo com a minha vida.
A verdade é neutra e não tendenciosa, fico obcecada pelos meus questionamentos, de vez em quando me belisco, outras vezes me acordo, acredito que para os pais a alegria é a recompensa do dar e ver suas criar felizes.
O passado é o desespero da alma
O futuro é o alento que acalma
Lembro do que fiz e penso no que farei
Sonhos
A lembrança é dura mas não dura já que o futuro cura
O que fui e fiz, pode ser muito menor do que o que serei e farei
Poder pode, mas sonhos, são só sonhos
E o presente? Esse que já foi futuro e logo será passado?
Curou, ou continua duro?
Não importa! Sonhos, são sonhos.
O passado é o desespero da alma
O futuro é o alento que acalma
E o presente? Esse, apenas vivo, agora.
Bom? Ruim? Aí, Depende pra onde eu olho
Pra trás, só comparação
Pra frente, sonho, só sonho.
Eu fiz as minhas malas e decidi viajar.
Não pra fora, mas para dentro do meu coração
Lá eu vou te reencontrar feliz ao redor de uma fogueira
Numa simples noite de verão.
O poema que ainda não fiz é perto, é longe, é dentro, é fora. É aquilo de oiro do sol, aquilo de sonâmbulo luar. É pertencimento de regaço a conflitar suas águias de alados. O poema que ainda não fiz esbarra em sombras para rasgar fulgências. É ilha e deserto a dizer desse jeito assim visceral e fatal sobre aprender e sentir VIVER.
Na pretensão de fazer-se verbo, o poema que ainda não fiz, convulsiona verdades doutros para fazê -las, por fim e por começo, minhas. Quiçá, possa eu tê-las, quiçá assim possa eu, sê- las. O poema que ainda não fiz, desarruma certezas, desajeita quietudes, desassossega silêncios, realinha olhares. Maldição consentida que conversa comigo num diálogo estranho, descalço, portanto, íntimo. Desses estranhos que salgueiam, que braseiam, ternuram, adoçam os tudos e os nada em nós. O único acontecer capaz de fazer conhecida, fazer liberta uma mesma alma para muitas vidas. O poema que ainda não fiz, é tecitura das vontades e dos quereres pagãos. É confluir sagrado e profano no inalienável e incorruptível dever SER. Vê como monge em clausura o já tido, sente como entranha cigana o ainda não sido. A licença é para partir. Partir sob ânsia selvagem, alheia ao morno, alheia ao raso, alheia ao atalho, alheia à metades. O poema que ainda não fiz rabisca versões outras de mim, a mãos leves ou carrascas que sejam, sem interrogar porquês, sem censurar soturnos, sem pretender conclusões, sem avultar finitudes. O poema que ainda não fiz, arrasta madrugadas para amanhecer encontros a baloiçar inícios. E quão híbrido de sentires é esse encontro. O poema que ainda não fiz, gargalha gostoso pedaços sonetos da vida. Descansa no papel todos os êxtases de sentir. O poema que ainda não fiz, confia ao mar um girassol de tarde outonal forjado entre sede e fonte como lenda e feitiço de amar a pretender fazer daquele mar, habitar querente de seus tão íntimos e imortais badulaques de amor. No poema que ainda não fiz, existo e subsisto num alto e largo apelo por SER. Tudo o que fascina e por algum descuido acumina, habita teus verbos. Por crença, por rendição por confessa paixão, dou- te em poesia telúrica, vida. Vida já desde o útero, prometida ao divino e inexorável impudor do INTENSO.
Invadi teu corpo com tua permissão. Vendei teus olhos com as mãos. Fiz-te viver a ilusão que ser feliz ao meu lado bastaria. Não me culpo, pois sou louco. Culpo-a, isso sim, pois sempre fora detentora de toda a lucidez.
O amor machuca?
Confesso que nós últimos tempos, me fiz fortemente essa pergunta, a resposta é que não!
Entretanto, amar é uma decisão em conjunto, e tem que ser reciproca, caso contrario machuca muito. Ninguém perde por oferecer amor, perde quem não é capaz de recebe-lo, então a reflexão que faço é, o amor é um estado de espirito, não busque amor no outro, busque em si mesmo, se ame todo dia e cada dia mais, e será inundado por um sentimento extraordinário.
Fiz de mim descanso pra você
Te decorei, te precisei
Tanto que esqueci de me querer
Testemunhei o fim do que era
Os Últimos Pecados a Seguir
Davi disse a Deus: "Pequei muito, porque fiz isso". - 1 Crônicas 21: 8
Escritura de hoje : 1 Crônicas 21: 1-13
O apóstolo Paulo disse que devemos “purificar-nos de toda a imundície da carne e do espírito” (2 Coríntios 7: 1). Embora possa parecer às pessoas ao nosso redor que estamos vivendo uma vida moral limpa, em nosso espírito podemos estar abrigando uma atitude que desagrada o Senhor. Como os pecados do espírito são invisíveis, ocultos no coração, tendemos a ignorá-los até que eles levem a algum comportamento externo que revele a presença deles.
A vida do rei Davi ilustra esses dois aspectos do pecado. Seu desejo por Bate-Seba levou ao adultério e assassinato (2 Samuel 11-12; Sal. 32: 5), e trouxe grande sofrimento à sua própria vida e censura à nação de Israel. Então, no final de sua vida, ele sucumbiu ao pedido de Satanás de fazer um censo (1 Crônicas 21: 1-6). Esse ato aparentemente inocente desagradou a Deus (vv.7-8) porque Davi estava se orgulhando de seu poder militar. Parece ter havido uma mudança sutil de confiar completamente em Deus, que muitas vezes o milagrosamente o libertara, para confiar em seu próprio poder e força.
Do lado de fora, pode parecer aos outros que estamos vencendo a batalha contra o pecado. Mas devemos estar alertas aos pecados do espírito, especialmente ao orgulho. Eles podem nos fazer tropeçar e cair, mesmo no final da jornada da vida.
Refletir e orar
Podemos confessar nossos pecados exteriores,
porque eles são difíceis de esconder,
mas também devemos nos proteger contra
nossos pecados interiores, como luxúria e orgulho. —Sper
Orgulho é a pedra sobre a qual muitas pessoas tropeçam. Dennis J. DeHaan
