Sou porque tu Es Pablo Neruda
De META em META
Sou quase invisível, no preto e no branco,
No banco dos réus, onde a dor não é manto,
Amargo é o fel, as verdades despidas,
Rasgam-se os véus, vozes vão sendo emudecidas.
Inocento no caos, ventilando eventuras,
Na maca eu flutuo, morrendo em ditaduras.
Na cela fria, eu sou sombra esquecida,
Punido pelas penas de uma lei torcida.
Um corpo cravado, a bala não é enredo,
Vai pra vala logo ali, o luto é segredo.
Resisto, aos sionistas no jogo do horror,
Censura é jugo, não calo a minha dor.
Nos becos da história, os vermes rastejam,
Sionistas que ruminam a dor, não veem, não enxergam.
Palestina, resistência, sussurros em agonia,
Holocausto emudecido, silêncios que desafiam.
META, não se meta, eu não sou sua ilustração,
As vozes guerreiras não cabem na sua censura, não!
A perda é amarga, mas a luta é docinha,
Na favela do mundo, a esperança caminha.
São pedras na rua, flores na mão,
Cada passo firme, na palma do coração.
Os gritos não calarão, ecoam na quebrada,
Em cada esquina, uma história ressuscitada.
Sigo firme, sigo vivo, num verso enredado,
Contando do meu povo, que nunca foi calado.
Se brincar de censura, prepare o seu fundo,
Aqui, a resistência é a poesia do mundo.
META, não me meta nessa caixa de silêncio,
Vou contar, vou gritar, minha voz não emudeço!
“Os pensamentos de desistir podem gritar, mas o amor de Cristo sempre sussurra: “Eu sou sua força, não pare agora.”
Meu filho amado,
Eu sou Aquele que te formou com amor e propósito, aquele que conhece cada pensamento teu antes mesmo que ele tome forma. Eu vejo você. Sim, eu vejo além do que os outros veem. Vejo a força que você tenta esconder, os sonhos que tem medo de admitir, as lágrimas que silenciosamente derrama. Cada detalhe do que você é foi desenhado por mim.
Dentro de você há um reflexo do infinito, uma fagulha da minha essência. Não subestime quem você é. Você carrega um poder que desafia os limites do que é possível. Quando eu te criei, coloquei em ti a capacidade de transformar, de criar, de amar e de recomeçar. Você não é um erro, não é um acaso – é uma obra-prima em construção.
Sei que às vezes o caminho parece difícil, e a noite, longa demais. Mas eu estou em cada sombra e em cada raio de luz, caminhando ao seu lado, mesmo quando você não percebe. Não existe passo tão pequeno que eu não veja, nem dor tão grande que eu não sinta com você.
Eu quero que você entenda uma coisa: seus erros não te definem. Eles não são o ponto final, mas vírgulas no poema da sua vida. Eles são os mestres que te ensinam, não os juízes que te condenam. Levante-se todas as vezes que cair. Quando você tropeçar, eu estarei aqui, com a mão estendida.
Confie em mim. Não em um futuro distante ou em promessas vazias, mas no plano vivo que eu escrevo com você todos os dias. Cada detalhe, cada encontro, cada silêncio – tudo faz parte de algo maior, que apenas o tempo revelará.
Eu te convido a viver com coragem, a amar sem medo, a perdoar com leveza. Sorria para a vida, mesmo quando ela parecer ingrata, e você verá que a gratidão transformará sua jornada. Tudo o que você precisa para ser pleno já está dentro de você, esperando para ser descoberto.
E acima de tudo, nunca duvide: eu te amo. Não por aquilo que você faz, mas por quem você é. Meu amor não muda, não diminui, não se quebra. É um amor que atravessa o tempo, supera a dor e te abraça em qualquer circunstância.
Eu sou teu Pai. E onde você estiver, eu estou. Sempre.
Com amor eterno,
Seu Pai Celestial
Sou apaixonado pelo amor, mas o amor verdadeiro, um tipo de amor raro que já quase não se vê por aí, um amor simples, mas verdadeiro e sincero que nos preenche sem medidas.
Sussurros com a Morte
No silêncio da noite, sou sombra e eco,
Um vazio que grita enquanto desmorono.
Minha mente é campo de guerra, sem trégua,
E na dança com a morte, já perdi a regra.
Caminho na linha entre o aqui e o nada,
O mundo em volta é um teatro de fachada.
Olho pros outros, são máscaras sem alma,
E o sentido da vida se afoga na calma.
Ela foi minha razão, meu norte, meu chão,
Agora, sem ela, só resta o vão.
Cada memória é uma lâmina fria,
Cortando meu peito em lenta agonia.
Eu tentei resistir, enganar o destino,
Mas as sombras riem enquanto combino.
Os motivos pra ficar? Já não os encontro,
Minha fé é um fio prestes a ser rompido.
Não grito por ajuda, não busco respostas,
O que tenho aqui são verdades expostas.
A vida perdeu sua luz, seu encanto,
E no reflexo do espelho vejo meu pranto.
A morte, tão suave, me convida a dançar,
E eu, solitário, começo a aceitar.
Mas, no fundo, uma voz, quase inaudível,
Sussurra: "Ainda há algo, ainda é possível."
Minha luta é interna, silenciosa e mortal,
Entre ficar e partir, tudo é tão banal.
Se este é meu fim ou apenas um hiato,
Só o vazio sabe o que guardo no fato.
Sou afável, desagradável, perceptiva, desapercebida, lisa, rugosa, pequena, grande, inquieta por dentro, sonolenta por fora, minto para mim mesma.
Uma vez me perguntaram "Quem é vc?" e a única resposta que eu pude dar foi "Eu sou Eu", depois disso eu percebi que sou quem eu defino ser, sou aquilo que eu quero ser, simplesmente isso, Eu sou aquilo que dá significado para minhas definições, se me chamam pelo meu nome, é porque sou aquilo que dá um significado para o nome que me foi dado.
Eu não sou perfeito mas sei que você também não. Te convido a fazer parte da minha melhor versão, então: Vamos crescer juntos?
Sou grata a Deus por cada dia vivido com fé e esperança, por sua presença na minha vida e por cada momento que enriquece a minha existência.
Insta: @elidajeronimo
- se viu ciclano maior otario....
- mas quem é você !?
- sou brasileiro,acordo cedo pra trabalhar no pesado!
Ganho pouco , mas perante a sociedade eu recebi a honra do estereótipo de ser "honesto" ,minha vidinha é pacata e sem tempo eu fofoco mais que dona Maria.
Eu também ouço outros esteriótipos por causa de meu serviço pesado como: machão , eu também me intitulo de malandro por enganar uns bobos , eu sou muito phodam
- mas enfim ciclano é o maior bobão.....
O Tempo que Não Volta
Eu sou a memória que dança no vento,
um eco de risos, um doce lamento.
Sou a criança que correu no quintal,
com os pés descalços, num mundo imortal.
Eu vi nos olhos dos homens de bem,
a força do caráter, o amor que se tem.
Vi nas virtudes, tão simples e puras,
a luz que curava as dores mais duras.
Eu brinquei com o tempo, sem medo de errar,
construí castelos que o vento levou.
Pulei amarelinha, subi em árvores altas,
e nas noites de lua, contei tantas estrelas.
Eu sou a alegria que não se repete,
o abraço apertado, o doce biscoito.
Sou a inocência que o tempo levou,
mas que em meu peito ainda vive, ainda dói.
Eu vejo agora, com olhos de gente,
que o tempo não volta, que o tempo não mente.
Mas guardo comigo, no fundo do ser,
os valores que ensinam a gente a viver.
Eu sou a criança, o adulto, o passado,
o futuro que espera, o sonho guardado.
E mesmo que o tempo não queira voltar,
Guardo minhas virtudes, pra nunca parar.
