Sentimento de um Homem
Amar é, estar ao lado de uma pessoa sem sentir ao mesmo tempo atração por outra, sem sentir necessidade de estar com um terceiro, pelo fato de ser fisicamente atração aos fracos olhares humanos. Amar é, ter sensibilidade, é saber aproveitar ao máximo o sentimento divino que Deus nos concedeu.
Feche os olhos agora
Procure sentir
A doce vibração sem demora
Que chega a invadir
Sinta o máximo valor
Que acompanha este ensino
O perfume desta flor
Trazida pelo Mestre do destino
Entreguem seus pensamentos
Façam uma depuração
Provando todos os sentimentos
Que estão no coração
Preste muita atenção
Trate com carinho
Com fervor e dedicação
Seguindo o mais nobre caminho.
"Reparei no silêncio do seu olhar que a palavras de sentimentos bons, cujo proveniência vem do coração".
A ÚLTIMA DOSE
Sentado naquela cadeira,
tive um momento solidão.
Não sabia onde ela estava,
Somente como estava meu coração.
O Garçom não era meu amigo,
Tava apenas cumprindo sua função.
As pessoas que ali estavam,
Nem me davam atenção.
Meu pensamento estava longe,
Era um momento de tensão.
Acaram minha moedas,
Não sobrou nenhum tostão.
Só me restou mais uma dose,
De tequila com limão.
Eu acredito em milagres. Principalmente aqueles que a gente pode realizar. Mudar um pensamento em favor da nossa própria evolução e deixar que a verdadeira compreensão que tanto pregamos possa se realizar, através de um bom entendimento com o mundo externo.
Eu acredito em milagres. Mas também acredito que temos que ter o coração aberto para que eles possam nos tocar. Não adianta ficarmos fechados em nossos conceitos, em nossas convicções pessoais, e não enxergar o mundo como um todo.
Tem gente que me chama de louca. Ah, que bom, talvez eu seja mesmo! Tomara! É um elogio!
Mas essa minha "loucura" me dá a permissão de dar um conselho:
ABRA SEU CORAÇÃO! Saia de dentro da sua "caixinha" e vá ser feliz!
Acorda meio triste, meio alegre, carente ou meio revoltado é normal? Ou sera á vontade de esperar que alguém nos surpreenda, para que saibamos que não existe o meio mas sim o tudo.
O tempo dispôs silenciosamente da minha paixão. Diante disso, me ocorre que esquecer é uma benção – ou uma arte, a aprimorar meticulosamente ao longo da vida. Pôr pessoas e sentimentos de lado é permitir que a existência prossiga.
Ivan Martins para a Revista Época
As fumaças já se tornaram musica
uma melodia definitivamente feita
de um mundo alternativo
onde o mundo e o amor
sempre foram os mesmos.
No meio de tanta desgraça, ainda consigo amar algo de graça! no meio de tanta gente hipócrita, ainda consigo ler o mais puro sentimento de alguém, na dor da decepção, encontrei a cura, aos poucos vou aprendendo que é preciso a dor para se curar, aprendo que, nas dificuldades e que se acha a facilidade, ao longo de minha caminhada, vi muitas pedras, espinhos, tempestades de destruição, porém tirei proveito de cada tormenta! com as pedras aprendi a ser dura como elas, nos meus princípios morais, com os espinhos, aprendi a pisar neles, sem me machucar, com as tempestades, aprendi a reconstruir o que sobrou de mim, assim me fortaleço, me sinto eu com o meu eu, nada abala as minhas instruturas, embora pareço hostil, meu interior é calmo e sereno!
Engraçado rever o motivo das minhas palavras errôneas diante dos meus olhos e poder sorrir de novo, como ao encontra-lo no primeiro dia quando estávamos no auge da esperança. Ah, como não me convencer de que sempre foi você? Apenas você.
Minha vida é uma coleção de sentimentos, memórias e histórias que dariam um livro. E se assim fosse, eu rasgaria algumas páginas e editaria alguns dramas. Há quem goste de ler tristezas, mas o que eu quero contar é o que me faz sorrir.
"A mais pequenina dor que diante de nós se produz e diante de nós geme, põe na nossa alma uma comiseração e na nossa carne um arrepio, que lhe não dariam as mais pavorosas catástrofes passadas longe, noutro tempo ou sob outros céus. Um homem caído a um poço na minha rua mais ansiadamente me sobressalta que cem mineiros sepultados numa mina da Sibéria".
Eça de Queirós, sobre as distâncias da dor
Parece que o sentimento de dor nos dias de hoje está diferente dos dias de Eça. Hoje, por qualquer catástrofe real ou imaginária divulgada pela mídia, as pessoas estão sempre dispostas a colaborar para amenizar a suposta dificuldade porque estejam passando nossos semelhantes dentro ou fora de nosso país. Por outro lado, para o homem deitado na calçada desnudo e com fome poucas pessoas se dispõem a socorrê-lo. E imaginando todos os indivíduos isolados nesta situação e fazendo deles um coletivo daria uma quantidade maior de pessoas que aquelas envolvidas nas tragédias divulgadas. Acho que nos dias de hoje não é a distância que determina a dor e sim o fato de ser individual ou coletivo. Socorrer o coletivo é socorrer a massa e a massa não tem rosto e dela não se espera retribuição. Já o socorro ao individual espera-se retorno e as pessoas não querem correr o risco de não serem retribuídas? Esta é uma questão para a qual ainda não obtive uma resposta. Por que as pessoas gostam mais de socorrer o coletivo desconhecido e muitas vezes longe, do que o individual, conhecido e próximo de nós?
O mundo anda tão mal frequentado por maus sentimentos que o normal é quem tem preço. Os valores estão caindo em desuso e se dar bem em cima dos outros, virou um exemplo a ser seguido. Triste mundo, onde o que você tem no bolso conta mais do que o que você tem em seu coração. Tristes dias em que a honestidade virou artigo raro e a felicidade virou moeda de troca.
Tem dor, que ocupa tanto espaço em nossa vida e por tanto tempo que, quando ela passa não sabemos o que fazer com o tamanho vazio que ela deixou. Demoramos a entender que podemos mudar, semear e transformar esse espaço vazio em terreno fértil onde o amor próprio cresça e sustente todos os outros bons sentimentos que realmente merecem morar dentro da gente.
