Saudade do meu Homem
DNA EM POESIA
A poesia é meu dna mais profundo...
um mundo particular e secular...
vivo “carregada” pela poesia...
Uma ponte a me (re)ligar a mim mesma...
a esmo me procuro...
sou caleidoscópio em espiral...
uma tal mania de me perder
dentro e fora de mim..
A busca é fulga... me escondo nas palavras...
entre o dito e o não dito...
repito: bendito todos os dias em que a poesia me
possui e intui...
Bendita a tal mania de dizer o “não dito”...
o proibido... poesia com libido pelo não dito...
... inventa ditos escondidos na profundeza
de palavras vazias... mentiras...
“De mentirinha” vou me fazendo
verdade dita e bendita...
Divino à flor da pele...
Coração à flor do amor...
Alma à flor do coração...
Meu corpo à flor do teu...
o teu floresce no meu...
Nossos corações florescem
e são canteiros floridos...arrebentando,
delicadamente, bloqueios de espinhos...
caminhos de carinhos e mimos de ternura...
somos voz corpo alma coração
veludo seda algodão
a acariciar o divino um do outro...
Fascínio e mistério em rios
de sorrisos e encantamentos...
desnudos na candura de anjos
em arranjos e desarranjos celestiais e carnais...
Celebração na vibração do amor...
amor flor... amor à flor dos nossos sorrisos...
Sorrisão...
Se eu não conseguir segurar sua mão na pior hora da sua vida, sabia que meu coração vai te abraçar eu vou correr até te encontrar pra juntos a gente chorar. Amar é ir aos dois extremos, bom e ruim, e jamais abandonar.
Bom dia menina...
bom dia gota de amor...
bom dia minha vida...
Você sempre será o meu infinito,
bom dia com amor....
(RES)GUARDADOS...
(Res)guardo e aguardo o “agrado”
que vem do nosso “sem fim”...
Você, meu querubim, assim...
feito de carinho e amor sem fim... afim...
“Afins”, somos... “enfins” sós...
nós nos “tocamos” na timidez e nudez
de uma noite (re)inventada...
alimentada pela energia que vinha do
encontro de cada um dos nossos átomos...
elos feitos de histórias...
histórias bem e mal contadas...
Histórias “quentinhas”
recém saídas do “forno” desenhado
elos nossos corações e almas
no encontro de nossos corpos...
Uma “fornada” de delícias e gostosuras...
somos “crianças gulosas”...
travessas e avessas...
mesmo com medo nos viramos
do avesso em carinho no ninho...
Havia um ninho
bem no meio
do nosso caminho...
o teu corpo
e
o meu corpo
em carinho
nos (des)caminhos
que estamos a esboçar...
Esboço feito “à mãos”...
esboço “de coração”...
nossas almas de mão e coração dad@s...
A PRIMEIRA VEZ...
A imensidão das tuas mãos
coube no meu coração...
na minha alma e no meu corpo...
um corpo feito de alma...
o coração?
Somos canibalistas ...
na lista, o teu coração na minha mão...
a minha mão? No teu corpo...
Um escopo...
quem sabe um corpo?
Outra vez...
CORACAO, MEU CAPITAO...
O meu silêncio tem voz...
tem ouvidos de vidros...
um silêncio e um dilema...
um lema para Iemanjá...
o mar já sabe...
ajoelhada e espelhada em suas águas
gritei todos os meus silêncios...
que viraram barquinhos
e estão a flutuar
nas profundezas
do meu coração “mareado”...
Mar e coração...
Coração no mar...
coração navegante, meu capitão!
NO CÉU...
Tuas mãos debulham estrelas em meu corpo...
desenha aquarelas surreais em meu coração...
Teu coração explode em ode
às nossas almas em
inspiração e composição...
Somos crianças e criação... somos recreação...
Nossas mãos ainda jogam amarelinha
e nossos corpos e almas e corações
ainda vislumbram chegar no “céu”...
Um céu riscado de giz
no quintal de nossos sonhos...
Chegamos no céu...
ou será sonho?
NA COZINHA DO MEU CORAÇÃO...
Mãe, fiz do meu coração o teu altar...
de lá cuidas de tua filha...
Mãe, na cozinha do meu coração,
Tu, com tuas mãos de fada ainda cozinhas...
uma culinária de amor e poesia...
bem mineirinha...
O fogo sagrado da tua...
da nossa ancestralidade continua
fazendo magia e poesia
na fornalha com seu fogo urdido e ardido...
feito de pôr do sol...
Mãe, memória viva, que me inspira e atiça...
sempre em amor e esperança...
Mãe, tu és tudo...por tudo...
és eterna em mim...
a mais terna presença...
MANIA DE POESIA...
Da janela do meu coração, espreito o mundo...
Com direito à (re)invenção...
à fabulação com ação e direção do coração...
A coloração escolho eu...
quer seja luta ou “luto”
o tom... o meio tom e o
sobre tom é vermelho...
De pôr do sol eu me visto...
e invisto no nunca visto...insisto e persisto...
Na utopia que nunca larga a minha nuca...
quase caduca, ela me empurra para o devir...
vir a ser poesia e profecia... mania minha...
Bordado em esperança
Da janela da esperança
meu coração alcança
a tua chegada
Chegada tão esperada
Chegada tão abençoada
De portas abertas o coração
palpita e apita e repica
o sino que celebra
a tua entrada
entrada bordada na alma
A alma reconhece
Em prece agradece
(re)tece o fio da meada
fio em esperança
– Meu pai era apaixonado por filme de ação. O nome dos meus irmãos é o Chuquinorris. Aí, tem o Charlisbronso. O Vândami. E a caçulinha é a Mel.
– Melissa?
– Não, de Melgibsa.
Eu queria ter passado mais tempo curtindo meu corpo quando era jovem em vez de me preocupar com supostos defeitos.
Eu sou tão rápido que aperto o interruptor de luz no meu quarto e pulo na cama antes que o quarto escureça.
hoje eu peço desculpas a mim, peço desculpas ao meu corpo por ter odiado ele por tanto tempo, me perdoa porque eu nunca tinha percebido o quão lindo que você é, o quão lindo são essas suas curvas. desculpa por demorar tanto pra te aceitar.
Minha rainha, amo você mais do que tudo. Minha vida, meu amor. Você é a minha mais bela canção de amor. Minha vida, meu tudo.
“Minha mente é minha arma. Meu irmão tem sua espada, o rei Robert tem seu martelo de guerra, e eu tenho minha mente... e uma mente precisa de livros, já que uma espada precisa de uma pedra para ser afiada e manter sua vantagem. É por isso que leio muito”. — Tyrion Lannister
