Saudade Amiga

Cerca de 28706 frases e pensamentos: Saudade Amiga

Conservadorismo é o fetiche de quem sente saudade de uma coleira que nunca tirou; é o medo de que, se o mundo mudar, eles finalmente descubram que nunca tiveram personalidade, apenas um manual de instruções mofado.

Saudade é quando o corpo está no presente mas, o coração no passado.

Quem nunca chorou de saudade nunca amou de verdade.

Saudade é um disco arranhado repetindo sempre o mesmo refrão.

A vida não espera que a nossa saudade se organize para continuar acontecendo.

"A saudade é a teimosa presença daquilo que já se foi, mas que a alma se recusa a deixar partir. Ela faz da memória morada permanente, consentindo que a ausência habite nossos espaços mais íntimos. Se uns falam dela com leveza, outros escolhem o silêncio, não por indiferença, mas porque mexer em certas lembranças é revisitar abismos contidos."

“Amar um filho imensamente não impede uma mãe de sentir cansaço, medo, raiva, saudade de si e vontade de descansar.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

GRATIDÃO E SAUDADE
Na infância e na adolescência
Ele era da Desportiva Ferroviária.
Mas foi no Vasco que ele ouviu ...
o seu nome ser ovacionado!
Seu talento para fazer gol
Era tão marcante que
atorcida vibrava delirante!
No italiano,-_ nome Giovanni ,
é uma variante do nome _ João.
Amor, Fé, virtudes desse nome
vindas da mente e do coração
Yochanan é Giovani na Tradição .
Significa:_ Deus É sua Proteção.
E assim gols surgiram ..
E fez identidade desse Campeão!
Hoje , não é choro só de tristeza.
Mas de saudade, com certeza.
Esse nosso " Pequeno príncipe"
que se fez realeza,desde o início.
Capixaba sente saudade e chora.
E dizem nesta hora
Obrigado Geovani
Por tudo que você fez aqui.
No nosso País e lá fora!
Gols,gol,gol,!!!
Descanse em Paz
Vitoria sua cidade ,
não lhe esquecerá
Jamais!!!

A saudade não chega com alarde. Insinua-se devagar, como a luz da tarde que atravessa a janela e repousa, silenciosa, sobre o que ficou. É feita dessas imagens que os olhos um dia acolheram, como foi um gesto, um rosto, um instante, e que o tempo levou consigo, sem jamais apagá-las por inteiro. Porque há vivências que, quando verdadeiras, não se deixam partir: apenas mudam de lugar e passam a existir, em silêncio, dentro de nós."

Talvez não sejam os melhores momentos, mas a saudade sempre irá bater. 💭❤️

⁠Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!

Saudade é quando você se muda pro futuro mas, o coração se nega a sair do passado.

Há um fogo em cada toque imaginado, uma saudade intensa em cada pensamento, e um querer que transborda sem medo.
Meus desejos chamam pelo teu nome, imploram pela tua presença, pelo teu abraço, pelo calor do teu corpo junto ao meu.

⁠É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠No campo regado pelas lágrimas da saudade, inevitavelmente a reflexão sobre a vida se aprofunda.

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

⁠Saudade dos bons e velhos tempos em que quase todos queriam — e se atreviam — a ser diferentes uns dos outros.


Havia uma coragem deveras silenciosa em não caber nos moldes.


As pessoas ousavam ter opiniões impopulares, gostos estranhos, sonhos improváveis.


Erravam com a própria assinatura.


Discordavam sem medo e sem culpa — olhando nos olhos.


Não precisavam de plateia para existir, nem de aplausos para sustentar suas convicções.


E muito menos subir o tom para tentar sustentar uma ideia.


Hoje, a pressa por pertencimento parece ter substituído o desejo de identidade.


A originalidade virou risco; a repetição, estratégia.


Ser diferente, que antes era um ato quase instintivo de afirmação, passou a ser cuidadosamente calculado para não desagradar o rebanho — ainda que cada um jure ser pastor de si mesmo.


Talvez o medo de ficar só tenha nos ensinado a falar em coro.


Talvez a avalanche de vitrines e vozes tenha nos convencido de que é mais seguro ecoar do que criar.


Mas há um preço muito alto nessa homogeneização voluntária: quando todos repetem, ninguém realmente diz; quando todos performam, poucos vivem.


Sentir saudade daquele tempo é, no fundo, sentir saudade de uma liberdade mais bruta, menos polida e menos aprovada.


Uma liberdade que permitia ser estranho sem ter que pedir desculpas.


Que entendia que a verdadeira diversidade não nasce de discursos ensaiados, mas da coragem nua e crua de sustentar a própria diferença.


Porque, no fim, não há nada mais semelhante do que pessoas tentando, desesperadamente, parecer iguais.

⁠Os que sacrificam demais o presente para viver o futuro, chegam nele com saudade da saúde que não aproveitaram no passado.


Quem negligencia o presente para viver o futuro costuma acreditar que está fazendo um investimento muito seguro.


Troca horas de sono por promessas, adia encontros por metas, empurra o cuidado com o corpo para depois da próxima conquista.


Vivem como se a vida fosse um rascunho — como se o agora fosse apenas um corredor apertado que precisa ser atravessado às pressas para, enfim, chegar ao grande salão do “um dia”.


Mas o futuro tem um hábito curioso: ele chega.


E quando chega, não traz de volta as madrugadas mal dormidas, as refeições engolidas às pressas, os abraços adiados, os sinais ignorados do próprio corpo.


Ele chega cobrando juros silenciosos — nas dores crônicas, no cansaço que não passa, na energia que já não acompanha os sonhos.


Há uma ironia delicada nisso tudo: trabalhamos para garantir dias melhores e, no processo, entregamos os dias que já eram bons.


Buscamos segurança e acumulamos ausência.


Queremos estabilidade e perdemos vitalidade.


E quando finalmente alcançamos o futuro tão esperado, às vezes ele nos encontra com a saúde fragilizada, e uma saudade imensa do tempo em que podíamos ter vivido com mais equilíbrio.


O presente não é inimigo do futuro.


Ele é a matéria-prima dele.


É no agora que o corpo se fortalece ou se desgasta, que a mente respira ou se sobrecarrega, que a alma floresce ou se cala.


Não há amanhã saudável construído sobre um hoje negligenciado.


Talvez a sabedoria não seja abandonar os planos, mas aprender a não se abandonar enquanto os constrói.


Porque sucesso algum compensa o arrependimento de ter tratado a própria saúde como algo descartável.


E não há futuro tão próspero que substitua o privilégio de estar inteiro — física, mental e espiritualmente — na única linha do tempo que realmente nos pertence: o agora.


O melhor dia para se viver é hoje.

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!