Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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Eu estou pedindo a tua mão, e um pouquinho do braço.

"Quando eu não te tinha
Amava a natureza como um monge calmo a Cristo...
Agora amo a natureza como um monge calmo a Virgem Maria...
Religiosamente, a meu modo, como antes,
Mas de outra maneira, mais comovida e mais próxima...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor...
Tu não me tiraste a natureza...
Tu mudaste a Natureza...
Trouxeste a Natureza para o pé de mim.
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Porque tu me escolhestes para te ter e te amar,

Os meus olhos fitaram-na mais demoradamente
Sobre todas as coisas.
Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou..."

Você pode ser rico, ter um bom emprego e fazer várias coisas mas você nunca amará como eu e nunca terá amigos para valorizar como eu.

(…) onde você era apenas um copo d’ água, eu era a tempestade.

Você quer brincar de amor
Eu quero só te amar
Você quis por um momento
E eu sempre quis ficar
Mas em nossas diferenças
Nada é mais igual
Do que nós dois
Da certeza desse amor
Eu nunca duvidei
Porque tudo era bonito
Eu eu me acostumei
Às palavras de amor que eu nunca
Acreditei mas aceitei...

Ah! Você tem coisas tão difíceis de entender
Um jeito ausente tão presente no olhar
Como quem ama e sente medo de gostar
Ah! Eu não entendo esta paixão
Que eu vivo com você
Que esquece o tempo e deixa a cama por fazer
E esse ciúme que eu não queria ter
Ah! Você tem coisas tão...

Quando eu ficava sozinha não havia uma queda, havia apenas um grau a menos daquilo que eu era com os outros, e isso sempre foi a minha naturalidade e a minha saúde.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu tô sempre indo embora, mas aí vai um super clichê: é de tanto que eu só queria ficar. E queria que você não achasse que sou sempre louca, ainda que eu seja.

Eu posso até estar triste, tão triste quanto um hipopótamo insone, mas te vejo e a alegria me ilumina!

Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.

Eu antes vivia de um mundo humanizado, mas o puramente vivo derrubou a moralidade que eu tinha? É que um mundo todo vivo tem a força de um Inferno.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sem desandar, sem humilhar ninguém
É assim que eu quero ser, sim, um cara melhor
Não melhor do que ninguém, mas o melhor que eu puder ser
O tempo passa e tudo muda e você tem que entender
Que existem vários caminhos, escolha um pra você
Você tem o dom da voz, você tem o poder
De prosperar, de evoluir e de fazer acontecer
De prosperar, de evoluir e de fazer acontecer

Entenda como se comportam os homens
Não se respeitam e não se tratam como irmãos
Pois quase tudo gira em torno de poder
E sufocado eu me liberto nessa canção

Então faça o que tiver que fazer
Busque a evolução e se liberte
Não fique aí perdido no espaço
Pois ficar só reclamando é muito fácil

Você nasceu pra brilhar, o sol está em suas mãos

Livre eu vivo, livre eu sou
Livre eu vivo, livre eu sou

Camisa 10 joga bola até na chuva
Eu não sou envolvido mas meu papo não faz curva
Sem sequer imaginar no que viria a ser melhor

Eu sou tarada por poá branco e preto. Fundo preto, bolinhas brancas. Cada bolinha é um elemento, um tempero, uma parte do conjunto, uma peça, um passo, uma evolução, um aprendizado. Cada bolinha é um símbolo. Cada símbolo é uma conquista. Cada conquista é suada, batalhada. Porque o amor é não querer desistir, pelo contrário, é resistir, não arredar o pé, querer ficar, querer tentar. O amor é uma eterna tentativa. É a busca por mais uma bolinha. É querer preencher os espaços, o vazio, o fundo de uma só cor. O amor é poá. E a gente completa ele do jeito que quiser.

Eu amei esse quadro da primeira vez que o vi. Amei a ideia de um homem solitário em luta contra a morte.

A possíveis leitores

Este livro é como um livro qualquer. Mas eu ficaria contente se fosse lido apenas por pessoas de alma já formada. Aquelas que sabem que a aproximação, do que quer que seja, se faz gradualmente e penosamente – atravessando inclusive o oposto daquilo que se vai aproximar. Aquelas pessoas que, só elas, entenderão bem devagar que este livro nada tira de ninguém. A mim, por exemplo, o personagem G.H. foi dando pouco a pouco uma alegria difícil; mas chama-se alegria.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Daria pra escrever um livro se eu fosse contar.

Ana Carolina

Nota: Trecho da canção Ruas de outono.

Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.

Porque eu sozinho não consigo: a solidão, a mesma que existe em cada um, me faz inventar.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

"Eu ja disse, mas vou repetir:
Não se represa um rio,
Não se engana a natureza,
Faça a represa o que quiser,
Pois o rio cedo ou tarde vai arranjar um jeito de rasgar a terra,
Abrir um caminho,
E voltar a correr em seu leito de origem"

Sexta-feira sua linda, eu te amo, fica mais um pouco.

É bom saber que eu tenho um alguém pra poder contar, dividir meus segredos e as idiotices, um alguém que vai aguentar minhas lágrimas quando meu mundo estiver em colapso e vai me reerguer, assim como eu faria com ele. É bom saber que eu tenho um amigo e que não estou sozinho.