Reconhecer um erro pode ser um grande desafio para algumas pessoas... O orgulho é o principal culpado por não permitir que um pedido de perdão seja feito. Mas afinal, por que é tão difícil se desculpar por algo que você sabe que está errado?
1. Porque tenho vergonha
Sentir vergonha por ter cometido um erro é normal, na verdade é totalmente justificável. Você errou e está constrangido por ter sido injusto e agido de modo incorreto com determinada pessoa.
Por mais difícil que possa ser, não deixe que a vergonha bloqueie o seu pedido de perdão. Convide a pessoa que precisa receber as suas desculpas para conversar e seja sincero, não tenha medo de abrir o seu coração.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?Cecília Meireles

2. Porque eu NUNCA erro
A principal barreira para a maioria das pessoas na hora de pedir perdão é o orgulho e o medo de ferir a autoestima.
Cientistas publicaram um estudo na European Journal of Social Psychology afirmando que o pedido de desculpas e o reconhecimento do erro contribuem para uma diminuição na autoestima e confiança daqueles que erraram.
Assim, muitas pessoas, na tentativa de manter o ego e a autoestima intactos, ignoram a necessidade de se desculpar pelos seus erros.
O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.
Mahatma Gandhi

Porém, os pesquisadores também alertam que as pessoas que não reconhecem os seus erros e pedem perdão por eles, não conseguem manter relações sociais afetivas e duradoras.
3. Porque nunca serei perdoado(a)
Este pode ser o motivo que tanto dificulta o seu pedido de desculpas, mas o fato é o seguinte: você nunca saberá se será ou não perdoado se não se desculpar!
Quando partida, a confiança pode demorar muito tempo para se recuperar, mas você não terá uma oportunidade de se redimir se não admitir o seu erro para a pessoa prejudicada e se desculpar.
Não é fácil, mas definitivamente este é o primeiro passo rumo a reconciliação!
“Perdoar enriquece a alma, pedir perdão alivia a consciência”.
João Paulo Diniz